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Tarde de sexta-feira (14) registra a maior temperatura máxima do ano

14/12/18 19:24 - Sexta-feira

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta sexta-feira (14) registrou a maior temperatura máxima do ano e da primavera, com 34,6°C de média. No bairro do Itaim paulista, Zona Leste, a máxima foi ainda maior com 37,8°C.


Anteriormente, a maior máxima do ano havia sido registrada no dia 14/03/2018 com média na Cidade de 33,9°C, enquanto no Butantã, Zona Oeste, foram 35,3°C. 


Já a maior temperatura máxima registrada na primavera, ocorreu em 24/09/2018 quando os termômetros marcaram 33,5°C de média na Cidade. No mesmo dia, o bairro do Butantã, Zona Oeste, computou 36,7°C.


"O quadro é comum para época do ano, especialmente com a proximidade do verão, que tem como principal característica temperaturas elevadas, sensação de tempo abafado e chuvas no final das tardes", explica Michael Pantera, meteorologista do CGE.


Os modelos de previsão climática indicam uma evolução das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico Equatorial para a configuração de um evento do fenômeno El Ñino, no decorrer da próxima estação. Dessa forma o verão deve apresentar temperaturas acima da média, condição que favorece os temporais nos finais de tarde.


“Os próximos dias seguem com condições típicas de verão, ou seja, sol e calor com pancadas de chuva no final das tardes. Não se descarta a ocorrência de novos recordes de temperatura máxima”, comenta Pantera.


No sábado (15) persistem as condições de sol e calor no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 20ºC e máximas que podem superar os 33ºC. No final da tarde a chegada da brisa marítima causa aumento de nebulosidade e chuvas na forma de pancadas com trovoadas e rajadas de vento.


O domingo (16) segue com sol, calor e baixos índices de umidade nas horas mais quentes. Os termômetros devem variar entre mínimas de 20°C e máximas que podem superar os 33°C. Entre o final da tarde e o início da noite retornam as condições de chuvas na forma de pancadas com até forte intensidade.











Novembro tem chuvas dentro do esperado

03/12/18 12:40 - Segunda-feira

De acordo com os dados meteorológicos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), novembro registrou chuvas praticamente dentro do aguardado. Os pluviômetros do CGE aferiram 133,7mm em média na cidade este mês, enquanto o esperado segundo o histórico para o período é de 138,1mm.

“Vale observar que novembro vinha apresentando índices de chuva abaixo do esperado até a última semana, que recuperou boa parte do acumulado mensal”, observa Michael Pantera, meteorologista do CGE.

Com este acumulado, o mês de novembro de 2018 ficou em 14º no ranking de novembros mais chuvosos desde 1995, ano de início da base de dados do CGE. Os mais chuvosos foram os de 2015 e 2006, com 249,5mm e 217,2mm, respectivamente, e os mais secos foram os de 1998 e 1999, com 33,4mm e 67,2mm, respectivamente.

A Zona Leste foi a única região da cidade que recebeu chuva acima da média, acumulando 149,5mm. Fora esta, as regiões em que mais choveu foram as zonas Sul, com 132mm, Oeste, com 126,6mm, Norte, com 120,9mm e Centro, com 115,9mm. 

As subprefeituras que registraram mais chuvas foram, respectivamente, Vila Prudente (185,0mm), Penha (177,3mm) e São Miguel Paulista (165,2mm). Já as subprefeituras que receberam menor volume de chuvas foram as da Casa Verde (98,8mm), Sé (102,3mm) e Pirituba/Jaraguá (102,8mm).

Temperaturas e umidade

Neste mês de novembro, a média das temperaturas mínimas (17°C) ficou muito próxima do esperado de acordo com a média histórica (17,4°C). Já as máximas, com 26,3°C em média, ficaram quase iguais ao esperado, que é de 26,5°C. O mês transcorreu sob neutralidade climática, ou seja, sem fenômenos como La Niña ou El Niño, e não houve recordes nem de frio, nem de calor.

A umidade do ar se manteve durante todo o mês acima dos valores considerados críticos pela OMS.

Tendência para dezembro

A primavera é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também é normal a ocorrência ondas de frio tardias. No fim deste mês (dia 21) começa o verão, que é a estação do ano mais chuvosa na cidade de São Paulo.

Os modelos de previsão climática continuam indicando a alta probabilidade da configuração de um episódio de El Niño com intensidade de fraca a moderada para o verão, segundo os institutos internacionais de meteorologia. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico. Dezembro deve ser mais chuvoso que novembro, já que sua média histórica (190,7mm) é superior. 

Nos próximos dias o sol retorna e favorece a elevação das temperaturas, o que pode provocar pancadas isoladas de chuva no final das tardes.

A terça-feira (04) deve apresentar com sol entre nuvens e temperaturas em elevação no decorrer do dia. Os termômetros devem variar entre mínimas de 17°C e máximas que podem superar os 29°C. No final da tarde a chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade e pode provocar chuvas rápidas e isoladas.

Na quarta-feira (05) o sol provoca a rápida elevação das temperaturas no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 18ºC e máximas que podem chegar aos 31ºC. Entre o final da tarde e a noite a nebulosidade aumenta e há condições para chuvas na forma de pancadas com descargas elétricas e rajadas de vento, o que eleva o potencial para formação de alagamentos e queda de árvores na Grande São Paulo.


Feriado prolongado terá passagem de duas frentes frias por São Paulo

14/11/18 12:02 - Quarta-feira

O fim de semana prolongado pelos feriados da Proclamação da República (15) e do Dia da Consciência Negra (20) será marcado pela passagem de duas frentes frias por São Paulo, segundo a equipe de meteorologia do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. A primeira delas chegará na quinta-feira (15) e a segunda, entre o domingo (18) e a segunda-feira (19). Estes sistemas meteorológicos trazem chuvas e provocam o declínio das temperaturas. “As simulações atmosféricas mais recentes indicam que este período será de chuva, o que ajudará a recuperar o déficit observado na primeira quinzena de novembro”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE. “Os primeiros 14 dias de novembro registraram menos de 10% da chuva esperada para todo o mês”, completa Nazário.

Na quinta-feira (15) a propagação de uma frente fria pelo oceano causa aumento de nebulosidade e provoca pancadas de chuva alternadas com períodos de melhoria ao longo do dia. Há risco de chuva forte, além de descargas atmosféricas (raios) e eventuais rajadas de vento, o que aumenta o potencial para quedas de árvores e formação de alagamentos. Essa condição meteorológica inibe bastante a elevação das temperaturas, que devem registrar mínima de 19°C e máxima de apenas 27°C. Os índices de umidade do ar se elevam significativamente, com valores acima dos 52%.

Na sexta-feira (16), o sistema frontal deixa o tempo instável e chuvoso durante o dia. A mudança na direção dos ventos, que passam a soprar do mar em direção ao continente, deixa o céu com muitas nuvens e, consequentemente, as temperaturas não sobem muito. Mínima de 18°C e máxima por volta dos 24°C, com percentuais de umidade do ar acima dos 62%. 

O sábado (17) será marcado por um ambiente pré-frontal, em função do avanço de uma nova frente fria que deve chegar entre o domingo (18) e a segunda-feira (19). Com isso, espera-se pancadas isoladas de chuva com até forte intensidade à tarde, sem mudanças significativas nas temperaturas. As mínimas se aproximam dos 18°C e as máximas, dos 25°C. 

No domingo (18), as chuvas se intensificam entre a tarde e a noite, também com momentos de forte intensidade, e espera-se mínimas de 18°C e máximas de 27°C.

Na segunda-feira (19) as chuvas começam no fim da madrugada e ganham força, apresentando volumes mais elevados entre o período da manhã e o início da tarde. As temperaturas declinam, com mínimas em torno dos 18°C durante a madrugada, e até 27°C de máxima, a ser observada no período da tarde.

O dia 20, Dia da Consciência Negra, transcorre com uma melhora gradativa nas condições do tempo, com muita nebulosidade e chuvas fracas intermitentes. “O sistema de alta pressão atmosférica mantém o vento predominante de sudeste, aumentando ligeiramente a sensação de frio, principalmente entre o fim da noite e o início da manhã”, explica Nazário. As mínimas ficam em torno dos 15°C e as máximas não devem superar os 22°C.




Feriado prolongado deve transcorrer com tempo instável

01/11/18 15:05 - Quinta-feira

De acordo com a previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o feriado prolongado deve começar com máxima em torno dos 24°C, com chuva mais forte atuando no sábado (03) devido a aproximação de uma frente fria.


Na sexta-feira (02), feriado de Finados, o dia deve começar com muitas nuvens e garoa entre a madrugada e o início da manhã. "No restante do período, o predomínio é de céu nublado e poucas aberturas de sol", comenta Thomaz Garcia, meteorologista do CGE. A mínima prevista é de 18°C com máxima de 24°C.


No sábado (03) o dia começa com sol, favorecendo a rápida elevação das temperaturas. “Durante a tarde, o calor e a propagação de uma frente fria sobre o oceano, geram nuvens carregadas que provocam pancadas de chuva com forte intensidade e potencial para formação de alagamentos”, explica Garcia. As precipitações virão acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento. Os termômetros oscilam entre 18°C ao amanhecer e 29°C no início da tarde.


Já no domingo (04), após a passagem da frente fria, os ventos úmidos que sopram do mar vão manter o tempo fechado e com garoa ocasional. A mínima prevista é de 18°C com máxima de 23°C. Pouca coisa muda na segunda-feira (05) que começa com muita nebulosidade e sensação de frio com eventuais chuviscos. Mínima de 17°C com máxima de 21°C.


Chuvas ficam dentro da média em outubro

01/11/18 13:12 - Quinta-feira

As chuvas de outubro ficaram dentro do esperado na cidade, de acordo com os dados meteorológicos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE). Os pluviômetros do CGE registraram 107,5mm em média na capital este mês, enquanto o esperado de acordo com a média histórica para o período é de 108,9mm. Dos 31 dias do mês, 24 registraram chuva.

“Apesar do grande número de dias com chuva, os sistemas meteorológicos precipitantes se propagaram rapidamente, contribuindo apenas para que o volume acumulado ficasse dentro do esperado. Por conta da entrada de massas de ar frio tardias, a temperatura máxima ficou abaixo da média”, afirma Thomaz Garcia, meteorologista do CGE.

Desta forma, o mês de outubro de 2018 foi o 8º mais chuvoso desde 1995, ano de início da base de dados do CGE. Os meses de outubro mais secos foram os de 2014 e 2006, com 17,9mm e 40,6mm, respectivamente, e os mais chuvosos foram os de 2001 e 1995, com 215,2mm e 197,4mm, respectivamente.

Temperaturas e umidade

Neste mês, a média da temperatura mínima (16,4°C) ficou dentro do esperado de acordo com o histórico (16,6°C), enquanto a média das temperaturas máximas (24,7°C) ficou quase 2°C abaixo do esperado (26,5°C). O mês transcorreu sem a regência de nenhum fenômeno climático e não houve recordes nem de frio, nem de calor. 

A umidade relativa do ar ficou dentro do recomendado pela OMS e não houve dias com estado de atenção para baixa umidade relativa do ar.

Tendência para novembro

A primavera é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também são normais a ocorrência ondas de frio tardias e a formação de neblina nas primeiras horas da manhã.

Neste ano a primavera inicia com neutralidade climática, mas com expectativa da configuração de um episódio de El Niño entre o fim desta estação e o início do verão. Ainda não é possível afirmar se será um episódio fraco ou moderado, segundo os institutos internacionais de meteorologia. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico.

A previsão para a capital paulista é que na primavera as temperaturas fiquem acima da média e as precipitações fiquem em torno ou acima da média.

A sexta-feira (02), feriado de Finados, terá muitas nuvens e chuviscos entre a madrugada e o início da manhã. No restante do período, predomínio de céu nublado e poucas aberturas de sol. Mínima de 18°C e máxima de 24°C.

O sábado (03) começa com sol e rápida elevação da temperatura. Durante a tarde, o calor e a propagação de uma frente fria sobre o oceano, geram nuvens carregadas que provocam pancadas de chuva com forte intensidade e potencial para formação de alagamentos. As precipitações virão acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento. Os termômetros oscilam entre 18°C ao amanhecer e 29°C no início da tarde.


Feriado prolongado será de chuvas nos fins de tarde

11/10/18 12:21 - Quinta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida (12), de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, terá sol e temperaturas em elevação, com chuvas na forma de pancadas concentradas no período das tardes. “Já no domingo, devido à propagação de um sistema frontal pelo oceano, o tempo fica instável e as temperaturas não sobem tanto”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE. “De uma forma geral, o feriado deve ser aproveitável na cidade de São Paulo, já que teremos sol e temperaturas em elevação, com chuvas concentradas apenas num curto período”, completa Pantera.


A sexta-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida, deve apresentar sol entre nuvens e temperaturas em elevação no decorrer do dia. As mínimas oscilam em torno dos 17ºC, enquanto as máximas podem superar os 26ºC. No fim da tarde a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, o que pode provocar chuvas na forma de pancadas isoladas na Grande São Paulo. 


No sábado (13) o sol volta a predominar e favorece a elevação das temperaturas. Os termômetros variam entre mínimas de 17°C e máximas que podem chegar aos 30°C. Entre o final da tarde e a noite deve haver pancadas de chuva.


Já no domingo (14), o tempo muda com o deslocamento de um sistema frontal pelo oceano. Assim, o dia terá chuvas alternadas com períodos de melhoria. As mínimas ficam em torno dos 16°C enquanto as máximas não devem superar os 24°C. 


Setembro tem chuvas 27% acima do esperado

01/10/18 11:52 - Segunda-feira

De acordo com os dados meteorológicos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), as chuvas em setembro ficaram 27% acima do esperado. Os pluviômetros do CGE registraram 87,6mm em média na cidade este mês, quando o esperado de acordo com a média histórica para o período é de 69,1mm. Dos 30 dias do mês, 9 registraram chuva.

 “As chuvas ficaram acima da média devido ao evento de chuva do dia 30 que, apesar de bastante significativo, é comum para esta época do ano”, afirma Thomaz Garcia, meteorologista do CGE. Apenas a chuva de ontem (30) acumulou 27,3mm, ou seja, equivalente a cerca de 40% do esperado para todo o mês.

Com este acumulado mensal, o mês de setembro de 2018 foi o 8º mais chuvoso desde 1995, ano de início da base de dados do CGE. Os meses de setembro mais secos foram os de 2011 e 2007, com 1,2mm e 8,4mm, respectivamente, e os mais chuvosos foram os de 2015 e 1996, com 198,6mm e 152,9mm, respectivamente.

Temperaturas e umidade

Neste mês, as médias das temperaturas mínima e máxima ficaram dentro do esperado de acordo com o histórico. O mês transcorreu sem a regência de nenhum fenômeno climático e não houve recordes nem de frio, nem de calor. 

A umidade relativa do ar atingiu valores muito baixos em parte do período, chegando à média de 22,1% na cidade no dia 24. “É normal que os índices de umidade fiquem baixos no fim do inverno e início de primavera pois ainda há uma grande massa de ar seco que persiste sobre o Brasil Central, trazendo sua influência sobre o estado de São Paulo”, explica Garcia,

A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a cidade em estado de atenção para baixa umidade do ar em 3 dias do mês de setembro e um dia, 24, registrou estado de alerta.

Tendência para outubro

A primavera é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também são normais a ocorrência ondas de frio tardias e a formação de neblina nas primeiras horas da manhã.

Neste ano a primavera inicia com neutralidade climática, mas com expectativa da configuração de um episódio de El Niño entre o fim desta estação e o início do verão. Ainda não é possível afirmar se será um episódio fraco ou moderado, segundo os institutos internacionais de meteorologia. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico.

A previsão para a capital paulista é que na primavera as temperaturas fiquem acima da média e as precipitações fiquem em torno ou acima da média.

Amanhã (02) a nebulosidade diminui e o sol aparece no decorrer do dia. Por conta disso, a temperatura apresenta rápida evolução, com a máxima se aproximando dos 30°C. Entre o meio e o fim da tarde o calor e a entrada da brisa marítima geram nuvens carregadas, que provocam pancadas isoladas e de curta duração.

Na quarta-feira (03), o sol aparece e faz calor. A partir do fim da tarde, a combinação entre temperaturas elevadas e a aproximação de uma frente fria favorece a formação de áreas de instabilidade, que provocam chuva em forma de pancadas acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento. Há potencial para formação de alagamentos. Os termômetros oscilam entre 19°C e 31°C.



Inverno é o 9º mais seco desde 1995

24/09/18 10:26 - Segunda-feira

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, o inverno de 2018 foi o 9º menos chuvoso da série histórica, que compila dados desde 1995. Com apenas 101,8mm registrados, este é até o momento o terceiro inverno consecutivo com chuvas abaixo do esperado. As chuvas ficaram cerca de 27,5% abaixo da média, que é de 140,6mm.

A estação, que é a mais seca no Sudeste do Brasil, transcorreu com chuva abaixo da média em todos os meses, exceto agosto. O inverno mais chuvoso continua sendo o de 2009, que registrou 352,3mm ao longo da estação, e o menos chuvoso foi o de 2017, que registrou apenas 61,3mm. 

Vale observar que o inverno de 2017 e o verão passado (2017-2018) foram os mais secos de toda a série de dados do CGE e que o outono de 2018 teve chuvas 12% abaixo do previsto. 

“Com o fim do inverno, a frequência e o volume das chuvas começam a aumentar gradativamente, até o completo estabelecimento das condições de verão, que é a estação mais chuvosa do ano”, explica Michael Pantera, meteorologista do CGE.

Em relação às temperaturas, este não foi um inverno rigoroso. No geral, tanto as mínimas quanto as máximas ficaram acima da média no mês de julho e, em agosto e setembro, ficaram abaixo da média. Não houve frio intenso, apenas dias com temperaturas mais baixas. O dia mais frio da estação foi registrado em 12 de julho, quando a média da cidade foi de 8,4ºC. 

A falta de chuva e os dias ensolarados desde o amanhecer proporcionaram declínio acentuado dos índices de umidade durante as tardes, inclusive com valores abaixo dos 30%. Tanto o dia mais seco quanto a temperatura mais alta do inverno ocorreram em 01 de setembro, com temperatura média máxima de 32,4ºC e média de umidade mínima de 25,6%. 

A persistência de bloqueios atmosféricos por vezes impediu o avanço livre de frentes frias e a formação de nuvens significativas que provocam chuvas. Entretanto, vale ressaltar que este cenário é bastante comum nessa época do ano. Ao todo foram contabilizados apenas 20 dias com chuva nesta estação. Este contexto aumenta as chances de queimadas e incêndios florestais e piora os índices de poluição, levando consequentemente à má qualidade do ar. Os problemas relacionados com a saúde ficam mais evidentes, especialmente as doenças respiratórias.

Previsão para a primavera

A primavera, estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e chuvoso, começou às 22h53 do dia 22 de setembro e é marcada por grande variabilidade tanto nas temperaturas como na distribuição das chuvas. É a partir desta estação que se observa um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). Tardes quentes com umidade elevada costumam produzir temporais localizados, acompanhados de chuva forte, raios, rajadas de vento e até queda de granizo. É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia, e não são raros registros de recordes de temperaturas máximas durante a estação, marcada por mudanças bruscas nas condições do tempo. A formação de neblina nas primeiras horas da manhã também é esperada nesta época do ano.

“Também são comuns no início da primavera dias com baixos índices de umidade no período da tarde, principalmente em função das temperaturas que começam a ficar mais elevadas enquanto a estação chuvosa ainda não se estabelecer”, completa Pantera.

Neste ano a primavera inicia com neutralidade climática, mas com expectativa da configuração de um episódio de El Niño entre o fim da primavera e início do verão deste ano. Ainda não é possível afirmar se será um episódio fraco ou moderado, segundo os institutos internacionais. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico.

 A previsão para a capital paulista é que as temperaturas fiquem acima da média e as precipitações fiquem em torno ou acima da média durante os meses da estação.

Previsão para os próximos dias

A semana segue com sol, temperaturas elevadas e baixos índices de umidade, o que deve manter os problemas com a qualidade do ar prejudicada. A partir da quarta-feira (26) retornam gradativamente as condições para chuvas isoladas no final das tardes. 

Na terça-feira (25) o tempo segue seco e ensolarado, com temperaturas elevadas no período da tarde. Os termômetros variam entre mínimas de 17°C e máximas podem superar os 33°C. Atenção para os baixos índices de umidade e com a qualidade do ar nos grandes centros urbanos.

A quarta-feira (26) segue com predomínio de sol e calor na capital paulista. As temperaturas variam entre mínimas de 17ºC e máximas que podem superar os 32ºC. No final da tarde a chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade e favorece a ocorrência de chuvas rápidas e isoladas na Grande São Paulo.


Feriado da Independência será ensolarado em São Paulo

06/09/18 09:59 - Quinta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado da Independência do Brasil (7) será de sol e baixa umidade do ar em São Paulo, de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. 

“Os próximos dias terão a presença do sistema de alta pressão atmosférica, que mantém o tempo seco, os dias ensolarados e com umidade do ar em queda. As temperaturas máximas voltam a se elevar a partir da sexta-feira (7), mas as madrugadas devem continuar frias”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

A sexta-feira (7) vai começar com mais uma madrugada fria, com termômetros na casa dos 10°C e possibilidade de nevoeiro entre o fim da madrugada e as primeiras horas da manhã. O sol brilha forte entre poucas nuvens no decorrer do dia, com a temperatura máxima chegando facilmente aos 26°C.  As menores taxas de umidade do ar se mantêm próximas dos 31% e não há previsão de chuvas.

O final de semana segue a tendência de tempo ensolarado em São Paulo. O sábado (8) deve começar com poucas nuvens e termômetros em torno dos 12°C. A presença do sol desde o amanhecer faz a temperatura subir rapidamente. A máxima atinge os 27°C e a sensação será de um dia agradável, com céu com poucas nuvens. Os percentuais de umidade durante a tarde seguem baixos e oscilam em torno dos 37%, não havendo previsão de chuvas.

O domingo (9) não tem previsão de chuva mas terá mais nebulosidade que os dias anteriores, principalmente entre a madrugada e a manhã. A mínima, de 13°C, será observada durante a madrugada. Os ventos seguem soprando de sudeste, colaborando para maior sensação de frio. A temperatura já não sobe tanto, com máximas em torno dos 23°C. 


Agosto termina com chuvas acima da média

03/09/18 13:36 - Segunda-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), o mês de agosto acumulou, em média, 34,5mm de chuva em São Paulo. Esse valor é 20% superior à média histórica esperada para o mês, que é de 28,7mm. 

Assim, este mês de agosto é o oitavo mais chuvoso da série histórica do CGE, que compila dados desde 1995. Os meses de agosto mais chuvosos foram, respectivamente, o de 2000, com 73,8mm, o de 2008, com 73,4mm, e o de 2016, com 68,5mm. Os menos chuvosos foram o de 2007, que não registrou chuvas, o de 2012, com 0,1mm, e o de 2010, com 0,6mm.

Esse mês de agosto registrou índices pluviométricos em 12 dias. O agosto que registrou mais dias com chuva desde 1995, primeiro ano de registro da base de dados do CGE, foi o de 2011, com 15 dias com chuva (volume acumulado médio de 47,6mm), e o que registrou menos dias chuvosos foi o de 2007, em que não houve chuvas.

O inverno de 2018 segue como o mais seco desde 1995, com 53mm acumulados de precipitação até o momento. “Normalmente o maior volume de chuvas do inverno ocorre em setembro. Dessa forma, as precipitações ainda devem superar os índices das estações mais secas de anos anteriores”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE. “Ainda é possível terminar o período próximo ou até acima da média esperada para a estação”, complementa Pantera. O inverno mais chuvoso permanece sendo o de 2009, com 352,2mm.

Temperaturas e umidade

As temperaturas mínimas ficaram pouco abaixo do esperado neste mês de acordo com a média histórica. Foi notável a ocorrência de ondas de frio, porém de curta duração, como entre os dias 10 e 13 e os dias 26 e 27 de agosto. O mês transcorreu sem a regência de nenhum fenômeno climático e não houve recordes de frio. Já as máximas ficaram abaixo do esperado, apesar da ocorrência de dias quentes. Como exemplo temos o dia 31, quando foi registrada a tarde mais quente do inverno, com 30,3°C em média na cidade.

Os índices de umidade permaneceram, em média, dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) durante quase todo o mês. A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a cidade em estado de atenção para baixa umidade do ar em 5 dias do mês de agosto durante curtos períodos de tempo.

Tendência para setembro

A primavera, que começa neste mês, é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. 

Usualmente, são observadas altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também é normal a ocorrência ondas de frio tardias. 

Este mês de setembro deve transcorrer em normalidade climática, ou seja, sem a interferência de nenhum fenômeno climático global como El Niño ou La Niña, e ser um pouco mais chuvoso que agosto, já que sua média histórica é superior. As temperaturas já começam a aumentar e as tardes devem ser mais quentes, porém ainda pode fazer frio durante as noites e madrugadas. Também são comuns a ocorrência de pancadas de chuvas e eventuais passagens de frentes frias, que devem trazer chuvas e ondas de frio não duradouras. 

Já para os próximos dias, as simulações atmosféricas mais recentes indicam temperaturas baixas, principalmente durante as madrugadas.

A terça-feira (04) segue com tempo nublado, chuvas fracas e chuviscos, que devem se alternar com períodos de melhoria no decorrer do dia. A massa de ar frio mantém a sensação de frio na Capital paulista. Os termômetros variam entre mínimas de 10°C e máximas de 16°C.

Na quarta-feira (05) o tempo melhora e o sol retorna entre nuvens, mas mesmo assim a sensação de frio deve persistir no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 9ºC e máximas de 20ºC. 

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