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Feriado prolongado será de chuvas nos fins de tarde

11/10/18 12:21 - Quinta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida (12), de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, terá sol e temperaturas em elevação, com chuvas na forma de pancadas concentradas no período das tardes. “Já no domingo, devido à propagação de um sistema frontal pelo oceano, o tempo fica instável e as temperaturas não sobem tanto”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE. “De uma forma geral, o feriado deve ser aproveitável na cidade de São Paulo, já que teremos sol e temperaturas em elevação, com chuvas concentradas apenas num curto período”, completa Pantera.


A sexta-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida, deve apresentar sol entre nuvens e temperaturas em elevação no decorrer do dia. As mínimas oscilam em torno dos 17ºC, enquanto as máximas podem superar os 26ºC. No fim da tarde a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, o que pode provocar chuvas na forma de pancadas isoladas na Grande São Paulo. 


No sábado (13) o sol volta a predominar e favorece a elevação das temperaturas. Os termômetros variam entre mínimas de 17°C e máximas que podem chegar aos 30°C. Entre o final da tarde e a noite deve haver pancadas de chuva.


Já no domingo (14), o tempo muda com o deslocamento de um sistema frontal pelo oceano. Assim, o dia terá chuvas alternadas com períodos de melhoria. As mínimas ficam em torno dos 16°C enquanto as máximas não devem superar os 24°C. 


Setembro tem chuvas 27% acima do esperado

01/10/18 11:52 - Segunda-feira

De acordo com os dados meteorológicos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), as chuvas em setembro ficaram 27% acima do esperado. Os pluviômetros do CGE registraram 87,6mm em média na cidade este mês, quando o esperado de acordo com a média histórica para o período é de 69,1mm. Dos 30 dias do mês, 9 registraram chuva.

 “As chuvas ficaram acima da média devido ao evento de chuva do dia 30 que, apesar de bastante significativo, é comum para esta época do ano”, afirma Thomaz Garcia, meteorologista do CGE. Apenas a chuva de ontem (30) acumulou 27,3mm, ou seja, equivalente a cerca de 40% do esperado para todo o mês.

Com este acumulado mensal, o mês de setembro de 2018 foi o 8º mais chuvoso desde 1995, ano de início da base de dados do CGE. Os meses de setembro mais secos foram os de 2011 e 2007, com 1,2mm e 8,4mm, respectivamente, e os mais chuvosos foram os de 2015 e 1996, com 198,6mm e 152,9mm, respectivamente.

Temperaturas e umidade

Neste mês, as médias das temperaturas mínima e máxima ficaram dentro do esperado de acordo com o histórico. O mês transcorreu sem a regência de nenhum fenômeno climático e não houve recordes nem de frio, nem de calor. 

A umidade relativa do ar atingiu valores muito baixos em parte do período, chegando à média de 22,1% na cidade no dia 24. “É normal que os índices de umidade fiquem baixos no fim do inverno e início de primavera pois ainda há uma grande massa de ar seco que persiste sobre o Brasil Central, trazendo sua influência sobre o estado de São Paulo”, explica Garcia,

A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a cidade em estado de atenção para baixa umidade do ar em 3 dias do mês de setembro e um dia, 24, registrou estado de alerta.

Tendência para outubro

A primavera é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também são normais a ocorrência ondas de frio tardias e a formação de neblina nas primeiras horas da manhã.

Neste ano a primavera inicia com neutralidade climática, mas com expectativa da configuração de um episódio de El Niño entre o fim desta estação e o início do verão. Ainda não é possível afirmar se será um episódio fraco ou moderado, segundo os institutos internacionais de meteorologia. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico.

A previsão para a capital paulista é que na primavera as temperaturas fiquem acima da média e as precipitações fiquem em torno ou acima da média.

Amanhã (02) a nebulosidade diminui e o sol aparece no decorrer do dia. Por conta disso, a temperatura apresenta rápida evolução, com a máxima se aproximando dos 30°C. Entre o meio e o fim da tarde o calor e a entrada da brisa marítima geram nuvens carregadas, que provocam pancadas isoladas e de curta duração.

Na quarta-feira (03), o sol aparece e faz calor. A partir do fim da tarde, a combinação entre temperaturas elevadas e a aproximação de uma frente fria favorece a formação de áreas de instabilidade, que provocam chuva em forma de pancadas acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento. Há potencial para formação de alagamentos. Os termômetros oscilam entre 19°C e 31°C.



Inverno é o 9º mais seco desde 1995

24/09/18 10:26 - Segunda-feira

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, o inverno de 2018 foi o 9º menos chuvoso da série histórica, que compila dados desde 1995. Com apenas 101,8mm registrados, este é até o momento o terceiro inverno consecutivo com chuvas abaixo do esperado. As chuvas ficaram cerca de 27,5% abaixo da média, que é de 140,6mm.

A estação, que é a mais seca no Sudeste do Brasil, transcorreu com chuva abaixo da média em todos os meses, exceto agosto. O inverno mais chuvoso continua sendo o de 2009, que registrou 352,3mm ao longo da estação, e o menos chuvoso foi o de 2017, que registrou apenas 61,3mm. 

Vale observar que o inverno de 2017 e o verão passado (2017-2018) foram os mais secos de toda a série de dados do CGE e que o outono de 2018 teve chuvas 12% abaixo do previsto. 

“Com o fim do inverno, a frequência e o volume das chuvas começam a aumentar gradativamente, até o completo estabelecimento das condições de verão, que é a estação mais chuvosa do ano”, explica Michael Pantera, meteorologista do CGE.

Em relação às temperaturas, este não foi um inverno rigoroso. No geral, tanto as mínimas quanto as máximas ficaram acima da média no mês de julho e, em agosto e setembro, ficaram abaixo da média. Não houve frio intenso, apenas dias com temperaturas mais baixas. O dia mais frio da estação foi registrado em 12 de julho, quando a média da cidade foi de 8,4ºC. 

A falta de chuva e os dias ensolarados desde o amanhecer proporcionaram declínio acentuado dos índices de umidade durante as tardes, inclusive com valores abaixo dos 30%. Tanto o dia mais seco quanto a temperatura mais alta do inverno ocorreram em 01 de setembro, com temperatura média máxima de 32,4ºC e média de umidade mínima de 25,6%. 

A persistência de bloqueios atmosféricos por vezes impediu o avanço livre de frentes frias e a formação de nuvens significativas que provocam chuvas. Entretanto, vale ressaltar que este cenário é bastante comum nessa época do ano. Ao todo foram contabilizados apenas 20 dias com chuva nesta estação. Este contexto aumenta as chances de queimadas e incêndios florestais e piora os índices de poluição, levando consequentemente à má qualidade do ar. Os problemas relacionados com a saúde ficam mais evidentes, especialmente as doenças respiratórias.

Previsão para a primavera

A primavera, estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e chuvoso, começou às 22h53 do dia 22 de setembro e é marcada por grande variabilidade tanto nas temperaturas como na distribuição das chuvas. É a partir desta estação que se observa um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). Tardes quentes com umidade elevada costumam produzir temporais localizados, acompanhados de chuva forte, raios, rajadas de vento e até queda de granizo. É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia, e não são raros registros de recordes de temperaturas máximas durante a estação, marcada por mudanças bruscas nas condições do tempo. A formação de neblina nas primeiras horas da manhã também é esperada nesta época do ano.

“Também são comuns no início da primavera dias com baixos índices de umidade no período da tarde, principalmente em função das temperaturas que começam a ficar mais elevadas enquanto a estação chuvosa ainda não se estabelecer”, completa Pantera.

Neste ano a primavera inicia com neutralidade climática, mas com expectativa da configuração de um episódio de El Niño entre o fim da primavera e início do verão deste ano. Ainda não é possível afirmar se será um episódio fraco ou moderado, segundo os institutos internacionais. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico.

 A previsão para a capital paulista é que as temperaturas fiquem acima da média e as precipitações fiquem em torno ou acima da média durante os meses da estação.

Previsão para os próximos dias

A semana segue com sol, temperaturas elevadas e baixos índices de umidade, o que deve manter os problemas com a qualidade do ar prejudicada. A partir da quarta-feira (26) retornam gradativamente as condições para chuvas isoladas no final das tardes. 

Na terça-feira (25) o tempo segue seco e ensolarado, com temperaturas elevadas no período da tarde. Os termômetros variam entre mínimas de 17°C e máximas podem superar os 33°C. Atenção para os baixos índices de umidade e com a qualidade do ar nos grandes centros urbanos.

A quarta-feira (26) segue com predomínio de sol e calor na capital paulista. As temperaturas variam entre mínimas de 17ºC e máximas que podem superar os 32ºC. No final da tarde a chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade e favorece a ocorrência de chuvas rápidas e isoladas na Grande São Paulo.


Feriado da Independência será ensolarado em São Paulo

06/09/18 09:59 - Quinta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado da Independência do Brasil (7) será de sol e baixa umidade do ar em São Paulo, de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. 

“Os próximos dias terão a presença do sistema de alta pressão atmosférica, que mantém o tempo seco, os dias ensolarados e com umidade do ar em queda. As temperaturas máximas voltam a se elevar a partir da sexta-feira (7), mas as madrugadas devem continuar frias”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

A sexta-feira (7) vai começar com mais uma madrugada fria, com termômetros na casa dos 10°C e possibilidade de nevoeiro entre o fim da madrugada e as primeiras horas da manhã. O sol brilha forte entre poucas nuvens no decorrer do dia, com a temperatura máxima chegando facilmente aos 26°C.  As menores taxas de umidade do ar se mantêm próximas dos 31% e não há previsão de chuvas.

O final de semana segue a tendência de tempo ensolarado em São Paulo. O sábado (8) deve começar com poucas nuvens e termômetros em torno dos 12°C. A presença do sol desde o amanhecer faz a temperatura subir rapidamente. A máxima atinge os 27°C e a sensação será de um dia agradável, com céu com poucas nuvens. Os percentuais de umidade durante a tarde seguem baixos e oscilam em torno dos 37%, não havendo previsão de chuvas.

O domingo (9) não tem previsão de chuva mas terá mais nebulosidade que os dias anteriores, principalmente entre a madrugada e a manhã. A mínima, de 13°C, será observada durante a madrugada. Os ventos seguem soprando de sudeste, colaborando para maior sensação de frio. A temperatura já não sobe tanto, com máximas em torno dos 23°C. 


Agosto termina com chuvas acima da média

03/09/18 13:36 - Segunda-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), o mês de agosto acumulou, em média, 34,5mm de chuva em São Paulo. Esse valor é 20% superior à média histórica esperada para o mês, que é de 28,7mm. 

Assim, este mês de agosto é o oitavo mais chuvoso da série histórica do CGE, que compila dados desde 1995. Os meses de agosto mais chuvosos foram, respectivamente, o de 2000, com 73,8mm, o de 2008, com 73,4mm, e o de 2016, com 68,5mm. Os menos chuvosos foram o de 2007, que não registrou chuvas, o de 2012, com 0,1mm, e o de 2010, com 0,6mm.

Esse mês de agosto registrou índices pluviométricos em 12 dias. O agosto que registrou mais dias com chuva desde 1995, primeiro ano de registro da base de dados do CGE, foi o de 2011, com 15 dias com chuva (volume acumulado médio de 47,6mm), e o que registrou menos dias chuvosos foi o de 2007, em que não houve chuvas.

O inverno de 2018 segue como o mais seco desde 1995, com 53mm acumulados de precipitação até o momento. “Normalmente o maior volume de chuvas do inverno ocorre em setembro. Dessa forma, as precipitações ainda devem superar os índices das estações mais secas de anos anteriores”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE. “Ainda é possível terminar o período próximo ou até acima da média esperada para a estação”, complementa Pantera. O inverno mais chuvoso permanece sendo o de 2009, com 352,2mm.

Temperaturas e umidade

As temperaturas mínimas ficaram pouco abaixo do esperado neste mês de acordo com a média histórica. Foi notável a ocorrência de ondas de frio, porém de curta duração, como entre os dias 10 e 13 e os dias 26 e 27 de agosto. O mês transcorreu sem a regência de nenhum fenômeno climático e não houve recordes de frio. Já as máximas ficaram abaixo do esperado, apesar da ocorrência de dias quentes. Como exemplo temos o dia 31, quando foi registrada a tarde mais quente do inverno, com 30,3°C em média na cidade.

Os índices de umidade permaneceram, em média, dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) durante quase todo o mês. A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a cidade em estado de atenção para baixa umidade do ar em 5 dias do mês de agosto durante curtos períodos de tempo.

Tendência para setembro

A primavera, que começa neste mês, é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. 

Usualmente, são observadas altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também é normal a ocorrência ondas de frio tardias. 

Este mês de setembro deve transcorrer em normalidade climática, ou seja, sem a interferência de nenhum fenômeno climático global como El Niño ou La Niña, e ser um pouco mais chuvoso que agosto, já que sua média histórica é superior. As temperaturas já começam a aumentar e as tardes devem ser mais quentes, porém ainda pode fazer frio durante as noites e madrugadas. Também são comuns a ocorrência de pancadas de chuvas e eventuais passagens de frentes frias, que devem trazer chuvas e ondas de frio não duradouras. 

Já para os próximos dias, as simulações atmosféricas mais recentes indicam temperaturas baixas, principalmente durante as madrugadas.

A terça-feira (04) segue com tempo nublado, chuvas fracas e chuviscos, que devem se alternar com períodos de melhoria no decorrer do dia. A massa de ar frio mantém a sensação de frio na Capital paulista. Os termômetros variam entre mínimas de 10°C e máximas de 16°C.

Na quarta-feira (05) o tempo melhora e o sol retorna entre nuvens, mas mesmo assim a sensação de frio deve persistir no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 9ºC e máximas de 20ºC. 


Sexta-feira (31) registra a maior temperatura máxima do inverno

31/08/18 18:34 - Sexta-feira

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta sexta-feira (31) registrou a temperatura máxima mais alta do inverno com 30,3°C de média. No bairro do Campo Limpo, Zona Sul, por exemplo, a máxima foi ainda maior com 33,7°C. Anterior a este dado, a tarde mais quente do inverno havia ocorrido em 24/08/2018 quando os termômetros marcaram 30,1°C em São Paulo.

"A atuação de uma massa de ar seco em São Paulo provocou mais um dia com grande amplitude térmica, ou seja, a diferença entre as temperaturas máximas e mínimas ocorridas no mesmo dia. Esse quadro contribuiu para um novo recorde de temperatura”, explica o meteorologista do CGE, Adilson Nazário.

O ar seco vai garantir um final de semana sem chuva, temperaturas acima dos 30°C e taxas de umidade abaixo dos 30%. "Este cenário começa a mudar no final do domingo (02), com o avanço de uma frente fria em direção ao litoral do Sudeste, trazendo chuvas fracas/moderadas e declínio acentuado das temperaturas a partir da segunda-feira (03)", comenta Nazário.

No sábado (01) o panorama meteorológico se mantém inalterado. Madrugada quente, com termômetros em torno dos 17°C e amanhecer com céu claro e predomínio de sol no decorrer do dia. A temperatura máxima mais uma vez ultrapassa os 30°C, enquanto os menores percentuais de umidade do ar se aproximam dos 25% nas horas mais quentes do dia.

No domingo (02) ainda faz calor na Capital paulista. A aproximação de uma frente fria aumenta a condição para rajadas de vento a partir da tarde, mas a probabilidade de chuva ainda é pequena e devem ocorrer no sul do estado de São Paulo. Temperatura mínima prevista de 18°C, máxima de 30°C e índices de umidade do ar acima dos 33%.


Tarde de sexta-feira (24) registra a maior temperatura máxima do inverno

24/08/18 17:26 - Sexta-feira

Segundo dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta sexta-feira (24) registrou a temperatura máxima mais alta do inverno com 30,1°C de média. No bairro do Butantã, Zona Oeste, por exemplo, a máxima foi ainda maior com 31,7°C.


Anterior a este dado, a tarde mais quente do inverno havia ocorrido em 16/07/2018 quando os termômetros marcaram 29,6°C em São Paulo.


De acordo com Thomaz Garcia, meteorologista do CGE, essa condição é muito comum não apenas no inverno. "A condição pré-frontal, que são ventos que sopram do Norte com maior intensidade trazendo calor da região Centro-Oeste para o Sudeste, propiciou a rápida elevação das temperaturas ao longo do dia. Essa situação antecede a chegada da frente fria”, explica o meteorologista.


A propagação da frente fria muda o tempo nos próximos dias. O sábado (25) começa com tempo instável e chuvoso. Entre a madrugada e o período da manhã, a chuva terá intensidade moderada a forte e pode vir acompanhada de descargas elétricas e rajadas de vento. Há potencial para formação de alagamentos. “Entre a tarde e à noite, as precipitações serão intermitentes e menos intensas. O destaque será a acentuada queda da temperatura. Os termômetros oscilam entre 24°C no início da madrugada e 13°C à noite”, comenta Garcia


No domingo (26), o sistema frontal se afasta para os outros estados do Sudeste, no entanto, a entrada do vento frio de origem polar mantém baixas a temperatura e a sensação térmica. O céu fica encoberto e há potencial para garoa ocasional. Mínima de 11°C e máxima de 15°C. A umidade do ar estará elevada acima dos 80%.


Após 46 dias de seca, São Paulo amanhece com chuvas fortes

31/07/18 09:48 - Terça-feira

A passagem de uma frente fria trouxe chuvas à cidade de São Paulo após 46 dias sem chuvas significativas, de acordo com dados pluviométricos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo. O último registro de índices expressivos era do dia 13 de junho, que teve acumulado de 8,4mm em média na capital e até 18,8mm em alguns pontos. Desde então, houve apenas garoas que totalizam 0,16mm. Com isso, este é o quarto maior período de estiagem prolongada observado pelo CGE, que compila dados desde 1995. 

“É comum que haja longos períodos sem chuva no inverno devido à formação e persistência do fenômeno conhecido como bloqueio atmosférico, que consiste em uma massa de ar seco que ganha força e dificulta a passagem dos sistemas frontais pelo litoral paulista. Dessa forma, é usual que ocorram eventos de estiagem prolongada até que uma frente fria forte o suficiente rompa este bloqueio”, afirma o meteorologista do CGE, Michael Pantera. 

As chuvas começaram ontem (30) pela manhã na Zona Sul de São Paulo e depois generalizaram-se, sem força, pela cidade, que acumulou 7,3mm em média. Hoje (31) choveu de forma intermitente desde a madrugada e entre as 6h20 e 7h00 a cidade esteve em estado de atenção para alagamentos. Hoje, segundo apuração preliminar do CGE, já choveu 8,6mm em média na cidade, mas o valor deve ser alterado devido à continuidade das chuvas. 

O maior período sem chuvas significativas do histórico do CGE, que reúne informações desde 1995, foi registrado em 2012, que acumulou apenas 0,4mm entre os dias 19 de julho e 18 de setembro, totalizando 62 dias de estiagem. O segundo maior intervalo entre chuvas ocorreu de 17 de julho 2010 a 06 de setembro de 2010, quando o acumulado chegou a apenas 1mm em 52 dias. Já o terceiro maior intervalo foi observado no ano passado, 2017, quando houve 50 dias sem chuva entre os dias 14 de julho a 2 de agosto.

Previsão para hoje e próximos dias

Hoje (31) no decorrer do dia ocorrem períodos de melhoria, mas o céu permanece com muita nebulosidade, o que impede que as temperaturas subam muito. As máximas não devem superar os 19ºC. Apesar de significativas, estas precipitações ainda foram insuficientes para reverter o quadro de estiagem prolongada, porém já ajudam a elevar os índices de umidade e melhorar a qualidade do ar. Ainda há condições de chuva até o final do dia, mas de forma mais fraca e isolada.

A frente fria se afasta gradativamente do litoral paulista, mas os ventos úmidos que sopram do oceano ainda causam muita nebulosidade e chuvas, além de manter a sensação de frio principalmente durante as próximas madrugadas.

A quarta-feira (01) ainda deve começar com chuvas fracas e chuviscos, que diminuem no decorrer do dia. O sol pode até aparecer entre muitas nuvens, mas as temperaturas não sobem muito. As mínimas oscilam em torno dos 12ºC, enquanto as máximas não devem superar os 20ºC. 

Na quinta-feira (02) o sol aparece entre nuvens no decorrer do dia, mas as temperaturas não devem subir muito. Os termômetros variam entre mínimas de 13°C e máximas de 21°C. Ainda há condições para chuvas isoladas e chuviscos, principalmente entre o final da tarde e a noite.


Terça-feira (10) registra a temperatura máxima mais baixa do ano

10/07/18 17:21 - Terça-feira

De acordo com dados estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a Capital paulista registrou a tarde mais fria do ano, com 14,3°C nesta terça-feira (10). Anterior a este dado, a máxima mais baixa havia ocorrido em 16/06/2018 com 15,8°C de média.


Porém em outros locais da Cidade esse valor foi ainda menor, como em Parelheiros, Zona Sul, que registrou durante a tarde, temperatura máxima 12,4°C. 


“O ingresso de uma forte massa de ar frio derrubou as temperaturas em São Paulo. A combinação de ar polar, ventos do quadrante sul e ausência do sol, favoreceu a acentuada queda de temperatura na Capital paulista. Em 24 horas a máxima caiu 11°C. Na segunda-feira (09) a temperatura máxima foi de 25,3°C e a de hoje apenas 14,3°C, sendo a menor máxima do ano e do mês", explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.


De acordo com dados do CGE, a última vez que a Capital paulista registrou uma temperatura máxima tão baixa, foi em 21/08/2017 quando a média da máxima foi de apenas 14,1°C.


Nos próximos dias pouca coisa muda nas condições do tempo, a quarta-feira (11) começa com variação de nuvens e formação de névoa úmida na Grande São Paulo. No transcorrer do dia, o sol aparece entre nuvens, mas a presença do ar frio de origem polar mantém as temperaturas baixas. Não há previsão de chuva. Mínima de 9°C e máxima de 16°C.


A quinta-feira (12) começa com poucas nuvens e probabilidade de formação de nevoeiro nas primeiras horas. Até o fim da manhã, a névoa se dissipa e o sol passa a predominar, diminuindo a sensação de frio. Os termômetros oscilam entre 7°C ao amanhecer e 18°C no meio da tarde. Os menores percentuais de umidade oscilam em torno dos 45%.


Feriado terá virada no tempo em São Paulo

06/07/18 10:58 - Sexta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado que celebra a Revolução Constitucionalista de 1932 (9) será de virada no tempo, de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. “A massa de ar seco que ainda continua predominando em boa parte do Brasil mantém o final de semana com temperaturas acima da média, ausência de chuvas e com baixos índices de umidade relativa do ar durante as tardes. Isso muda na segunda-feira (9), quando uma frente fria traz chuvas e, após sua passagem, o frio”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário. 

Vale observar que desde o dia 14 de junho não chove de forma significativa em São Paulo e a previsão é que haja precipitações leves e intermitentes no dia 9. 

O sábado (07) será mais um dia seco, com predomínio de sol durante todo o período. A madrugada terá termômetros em torno dos 14°C e a temperatura máxima prevista é de 28°C, com taxas de umidade do ar entre 35% e 90% e sem previsão de chuvas.

No domingo (08) as condições do tempo ainda não se alteram. Temperatura mínima de 15°C na madrugada e amanhecer com sol entre poucas nuvens. Durante a tarde os termômetros devem registrar máxima de 28°C, com os menores percentuais de umidade do ar acima dos 32%. O dia termina com aumento de nebulosidade, mas não há previsão de chuvas em São Paulo.

Na próxima semana as temperaturas despencam e a sensação será de frio na cidade devido ao predomínio de uma massa de ar frio de origem polar. A segunda-feira (9), feriado que comemora a Revolução Constitucionalista de 1932, terá baixa amplitude térmica, com mínimas de 13°C (que devem ser registradas no período da noite) e máximas de 17°C. O tempo ficará fechado, com chuvas intermitentes e a umidade do ar elevada, acima de 60%. 

Outubro de 2018


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Setembro de 2018


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Agosto de 2018


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29 30 31 1 2 3 4
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