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Terça-feira (10) registra a temperatura máxima mais baixa do ano

10/07/18 17:21 - Terça-feira

De acordo com dados estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a Capital paulista registrou a tarde mais fria do ano, com 14,3°C nesta terça-feira (10). Anterior a este dado, a máxima mais baixa havia ocorrido em 16/06/2018 com 15,8°C de média.


Porém em outros locais da Cidade esse valor foi ainda menor, como em Parelheiros, Zona Sul, que registrou durante a tarde, temperatura máxima 12,4°C. 


“O ingresso de uma forte massa de ar frio derrubou as temperaturas em São Paulo. A combinação de ar polar, ventos do quadrante sul e ausência do sol, favoreceu a acentuada queda de temperatura na Capital paulista. Em 24 horas a máxima caiu 11°C. Na segunda-feira (09) a temperatura máxima foi de 25,3°C e a de hoje apenas 14,3°C, sendo a menor máxima do ano e do mês", explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.


De acordo com dados do CGE, a última vez que a Capital paulista registrou uma temperatura máxima tão baixa, foi em 21/08/2017 quando a média da máxima foi de apenas 14,1°C.


Nos próximos dias pouca coisa muda nas condições do tempo, a quarta-feira (11) começa com variação de nuvens e formação de névoa úmida na Grande São Paulo. No transcorrer do dia, o sol aparece entre nuvens, mas a presença do ar frio de origem polar mantém as temperaturas baixas. Não há previsão de chuva. Mínima de 9°C e máxima de 16°C.


A quinta-feira (12) começa com poucas nuvens e probabilidade de formação de nevoeiro nas primeiras horas. Até o fim da manhã, a névoa se dissipa e o sol passa a predominar, diminuindo a sensação de frio. Os termômetros oscilam entre 7°C ao amanhecer e 18°C no meio da tarde. Os menores percentuais de umidade oscilam em torno dos 45%.


Feriado terá virada no tempo em São Paulo

06/07/18 10:58 - Sexta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado que celebra a Revolução Constitucionalista de 1932 (9) será de virada no tempo, de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. “A massa de ar seco que ainda continua predominando em boa parte do Brasil mantém o final de semana com temperaturas acima da média, ausência de chuvas e com baixos índices de umidade relativa do ar durante as tardes. Isso muda na segunda-feira (9), quando uma frente fria traz chuvas e, após sua passagem, o frio”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário. 

Vale observar que desde o dia 14 de junho não chove de forma significativa em São Paulo e a previsão é que haja precipitações leves e intermitentes no dia 9. 

O sábado (07) será mais um dia seco, com predomínio de sol durante todo o período. A madrugada terá termômetros em torno dos 14°C e a temperatura máxima prevista é de 28°C, com taxas de umidade do ar entre 35% e 90% e sem previsão de chuvas.

No domingo (08) as condições do tempo ainda não se alteram. Temperatura mínima de 15°C na madrugada e amanhecer com sol entre poucas nuvens. Durante a tarde os termômetros devem registrar máxima de 28°C, com os menores percentuais de umidade do ar acima dos 32%. O dia termina com aumento de nebulosidade, mas não há previsão de chuvas em São Paulo.

Na próxima semana as temperaturas despencam e a sensação será de frio na cidade devido ao predomínio de uma massa de ar frio de origem polar. A segunda-feira (9), feriado que comemora a Revolução Constitucionalista de 1932, terá baixa amplitude térmica, com mínimas de 13°C (que devem ser registradas no período da noite) e máximas de 17°C. O tempo ficará fechado, com chuvas intermitentes e a umidade do ar elevada, acima de 60%. 


Junho é o quinto menos chuvoso desde 1995

02/07/18 11:13 - Segunda-feira

O mês de junho acumulou, em média, apenas 13,9mm de chuva em São Paulo, de acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE). Esse valor é 73,6% inferior à média histórica esperada para o mês, que é de 52,7mm. 

“Na maior parte do mês, uma massa de ar seco predominou sobre o interior do país, dificultando a chegada das frentes frias ao Sudeste. Esta condição, conhecida como bloqueio atmosférico, foi responsável pelo tempo seco e estável observado na maior parte de junho”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE.

Com o acumulado mensal de 13,9mm, esse mês de junho é o quinto menos chuvoso da série histórica do CGE, que compila dados desde 1995. Os meses de junho menos chuvosos foram, respectivamente, o de 2002, com 1,5mm, o de 2003, com 8,3mm, o de 2010, com 11,2mm, e o de 2000, com 12,2mm. Já os mais chuvosos foram os de 2012, com 191,4mm, 2016, com 170,9mm, e 2013, com 134,6mm.

Em relação às regiões da cidade, nenhuma se aproximou da média esperada. As regiões que mais receberam chuvas foram, respectivamente, as zonas Sul, com 20,7mm, Oeste, com 16,7mm, Norte, com 12,8mm, Centro, com 12,7mm e Leste, com 8,7mm. 

Este mês de junho teve 11 dias de chuva, dos quais apenas dois dias, 7 e 13, registraram índices significativos (3,3mm e 8,4mm, respectivamente). O restante dos dias apresentou apenas chuviscos ou chuvas fracas e muito isoladas.

“Vale observar que desde setembro do ano passado temos um cenário predominante de chuvas abaixo da média, já que apenas novembro e março apresentaram volumes acima do esperado neste período”, observa Pantera.

Temperaturas e umidade

Neste mês de junho, as temperaturas ficaram ligeiramente acima da média esperada para o mês, sendo que tanto as mínimas quanto as máximas ficaram praticamente 1°C acima do esperado. Este mês não registrou ondas intensas e duradouras de frio, apenas alguns dias com temperaturas significativamente mais baixas. Já as máximas variaram bastante ao longo do mês, alternando valores abaixo e acima do normal. “Essas variações estão associadas com as diferenças entre dias com tempo seco e ensolarado e outros com céu nublado e ventos úmidos que sopraram do oceano”, explica Pantera.

Os índices de umidade permaneceram, em média, dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) durante quase todo o mês. A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a cidade em estado de atenção para baixa umidade do ar em dois dias do mês de junho, durante curtos períodos de tempo.

Previsão para os próximos dias

Apesar da propagação de uma frente fria de fraca atividade pelo oceano, o tempo não muda muito nos próximos dias. Não há previsão de chuva, mas o sistema frontal serve para aliviar um pouco os problemas com os baixos índices de umidade e com a qualidade do ar.

A terça-feira (03) ainda começa com sol e temperaturas em elevação na Grande São Paulo. Os termômetros variam entre mínimas de 15°C e máximas de 26°C. No final do dia a nebulosidade aumenta com a aproximação de uma frente fria pelo oceano, entretanto não há previsão de chuva.

Na quarta-feira (04) o sistema frontal na altura do litoral paulista muda a direção dos ventos, que passam a soprar do oceano e causam maior nebulosidade. O sol até aparece entre muitas nuvens, mas as temperaturas não sobem muito. As mínimas oscilam em torno dos 14ºC, enquanto as máximas podem chegar aos 24ºC. Não há previsão de chuva significativa, apenas eventuais chuviscos à noite. 



Inverno começa nesta quinta-feira (21) às 07h07

20/06/18 17:04 - Quarta-feira

O inverno, que começa na próxima quinta-feira (21) de junho às 07h07 da manhã, é considerado o período mais seco do ano da região Sudeste, já que são registrados baixos volumes de chuva.


O principal sistema responsável por regular o regime de precipitação nesta época do ano é a frente fria, que logo após sua passagem permite a entrada das massas de ar frio que provocam queda nas temperaturas, por vezes acentuada.


“Essas condições favorecem a formação de nevoeiros, que podem reduzir a visibilidade a menos de 1000 metros nas primeiras horas do dia, se dissipando ao longo da manhã, e geadas nas áreas mais elevadas”, explica o meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia.


Outro aspecto meteorológico que se observa durante o inverno são o ar seco e os ventos calmos que favorecem a concentração de poluentes nas camadas mais baixas da atmosfera, o que causa um aumento nos problemas respiratório principalmente em crianças e idosos, que são pessoas mais sensíveis.


Geralmente a umidade relativa do ar atinge valores acima de 80% no período da manhã, mas caem significativamente à tarde, registrando valores inferiores a 40% em algumas localidades.


Assim como foi observado no inverno de 2017, a próxima estação deve transcorrer sem influência dos fenômenos El Niño e La Niña. “Dessa forma, esperam-se temperaturas próximas a acima da média e chuvas dentro a ligeiramente abaixo do esperado, geralmente associadas com a passagem dos sistemas frontais pelo oceano”, Comenta Garcia.


Chuvas e temperaturas - Outono


Após dois outonos chuvosos, a estação termina com um acumulado médio de 186,6mm, ou seja, 12% abaixo do esperado que é de 213,2mm. Foi o 10º outono mais seco da série histórica de 24 anos de dados pluviométricos do CGE. Dos 93 dias da estação, foi observado chuva e chuviscos em 45 dias. O primeiro dia do outono, 20 de março, foi o mais chuvoso com 39,6mm. Nos últimos 12 dias de março, ou seja, os primeiros dias do outono 2017, foram 128,6mm acumulados, ou seja aproximadamente 69% do total que é de 186,6mm.


No geral, a temperatura mínima e máxima durante o outono 2018 fechou acima da média. A manhã mais fria foi a do dia 21 de maio, 8°C, e a tarde mais fria a do dia 16 de junho 15,8°C. A tarde mais quente foi a do primeiro dia, 20 de março, 31,9°C em média na Cidade e temperatura máxima absoluta de 33,9°C em Pirituba, na Zona Norte.


Capital paulista tem novo recorde de temperatura máxima neste sábado

16/06/18 17:42 - Sábado

De acordo com dados estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a Capital paulista registrou pelo segundo dia consecutivo, a tarde mais fria do ano, com 15,8°C neste sábado (16). Anterior a este dado, a máxima mais baixa havia ocorrido em 15/06/2018 com 16,8°C de média.

Em outros bairros, a temperatura máxima foi ainda menor, como em Jabaquara, Zona Sudeste, com 14,1°C , Parelheiros, Zona Sul, com 13,6°C e M Boi Mirim, Zona Sul, com 14,9°C  “É interessante notar que hoje a amplitude térmica, que é a diferença entre a temperatura máxima e mínima registradas num determinado período, foi muito baixa, uma vez que a temperatura mínima em São Paulo foi de 13,1°C e a máxima de apenas 15,8°C ou seja, apenas 2,7°C de diferença entre a mínima e máxima num mesmo mesmo dia”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário.

Com o ar frio polar e os ventos marítimos que sopram em direção à costa leste do Estado de São Paulo, o dia permaneceu nublado, e com chuviscos. O sol não apareceu, o que impediu as temperaturas de subirem. Vale lembrar que essa condição é normal nesta época do ano, e deve se repetir com a aproximação do inverno, que começa no próximo dia 21/06, às 07h07 da manhã.

Nos próximos dias, pouca coisa muda. No domingo (17) as condições atmosféricas não mudam muito, apenas a probabilidade de chuvas é que fica menor. Assim, a madrugada ainda será fria, com termômetros girando em torno dos 13°C. Discreto aumento das temperaturas máximas que atingem os 18ºC, em decorrência dos curtos períodos de sol. O vento predominante continua soprando de sudeste.

Na próxima semana as condições atmosféricas começam a mudar gradativamente. A segunda-feira (18) deve amanhecer com sol entre muitas nuvens e termômetros em torno dos 14°C. A presença mais persistente do sol a partir do período a manhã favorece a elevação das temperaturas, que atingem os 20°C nas horas mais quentes. O dia será marcado por variação de nebulosidade e sem previsão de chuvas.


São Paulo registra a temperatura máxima mais baixa do ano

15/06/18 18:15 - Sexta-feira

Segundo dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta sexta-feira (15) registrou a temperatura máxima mais baixa do ano com 16,5°C de média na Cidade. Anterior a este dado, a máxima mais baixa havia ocorrido em 04/06/2018 quando a Capital paulista registrou 17,1°C de média.


Em outros bairros, a temperatura máxima foi ainda menor, como em Jabaquara, Zona Sudeste, com 14,8°C e Parelheiros, Zona Sul, com 13,7°C. “Essas baixas temperaturas ocorrem em função da permanência de uma massa de ar frio de origem polar e dos ventos úmidos que sopram do mar em direção à costa de São Paulo, que mantém o céu com muitas nuvens impedindo a elevação das temperaturas”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário.


"A permanência do ar frio polar vai garantir um final de semana frio para os paulistanos. O tempo permanece instável, com chuvas fracas e chuviscos isolados em boa parte da Grande São Paulo e Capital", comenta Nazário.


O sábado (16) deve amanhecer com tempo fechado, garoa fina ocasional e termômetros em torno dos 12°C. A tendência é de que o dia seja marcado por chuvas fracas e chuviscos isolados, o que inibe a elevação das temperaturas. A máxima deve atingir apenas os 16°C e as taxas de umidade permanece elevadas, com os menores valores acima dos 75%. 


No domingo (17) as condições atmosféricas não mudam muito, apenas a probabilidade de chuvas é que fica menor. Assim, a madrugada ainda será gelada com termômetros girando em torno dos 14°C e ventos frios e úmidos de sudeste.


Capital paulista tem a tarde mais fria do ano

04/06/18 16:48 - Segunda-feira

Segundo dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta segunda-feira (04) registrou a temperatura máxima mais baixa do ano com 17,1°C de média na Cidade. Anterior a este dado, a máxima mais baixa havia ocorrido em 20/05/2018 quando a Capital paulista registrou 18°C de média.

O bairro de Parelheiros, Zona Sul, computou uma temperatura ainda mais baixa do que a aferida na Cidade durante esta tarde, com apenas 14,8°C de máxima. Já a maior máxima ocorreu na Zona Norte, em Pirituba com 18,2°C.

“Os próximos dias seguem com temperaturas máximas baixas e não se descarta a ocorrência de novos recordes”, comenta o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

A terça-feira (05) começa com muita nebulosidade e possibilidade de chuviscos isolados. “No transcorrer do dia, o céu nublado persiste, entretanto, algumas aberturas de sol ocorrem, o que vai facilitar a elevação da temperatura”, explica Garcia. Durante a tarde, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas. Os termômetros oscilam entre 14°C e 21°C.

Na quarta-feira (06), muita nebulosidade e poucas aberturas de sol. Entre a tarde e a noite, há possibilidade de chuva leve e eventual garoa em pontos isolados. A sensação de frio permanece no início e no final do dia. Mínima de 15°C e máxima de 22°C.


Feriado de Corpus Christi terá mudança no tempo

30/05/18 09:38 - Quarta-feira

A cidade de São Paulo deve começar o feriado prolongado de Corpus Christi com sol e temperaturas agradáveis e terminá-lo com chuvas e queda de temperatura, de acordo com os meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo. “Isso ocorre devido à passagem de uma frente fria, que deve chegar ao estado de São Paulo no decorrer do sábado”, explica o meteorologista do CGE, Michael Pantera. “Entretanto, a massa de ar polar associada a esse sistema deve chegar somente no início da próxima semana. A partir de segunda-feira, as mínimas podem atingir os 12°C em média”, complementa Pantera.

A quinta-feira (31), feriado de Corpus Christi, deve apresentar sol e temperaturas em elevação. As mínimas oscilam em torno dos 14ºC, enquanto as máximas podem superar os 26ºC. Os índices de umidade podem atingir valores abaixo dos 30% nas horas mais quentes e, apesar do aumento de nebulosidade no final do dia, não há previsão de chuva para a capital paulista.  

Na sexta-feira (01) persistem as condições de sol com temperaturas em elevação no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 15°C e máximas que podem superar os 27°C. No final da tarde a nebulosidade aumenta, mas não há condições de chuva.

O sábado (02) ainda deve começar com sol e temperaturas em elevação. As mínimas ficam em torno dos 15°C e as máximas podem chegar aos 26°C. No final da tarde, a aproximação de uma frente fria aumenta a nebulosidade e provoca chuvas na forma de pancadas, que podem ocorrer associadas com rajadas de vento.

Já no domingo (03) a propagação do sistema frontal pelo litoral paulista deve deixar o tempo nublado e chuvoso no decorrer do dia. As chuvas devem se intercalar com períodos de melhora, mas mesmo assim o céu permanece com muita nebulosidade, o que impede a elevação das temperaturas. A mínima será de 14°C e máxima não deve superar os 20°C.



CGE registra madrugada mais fria do ano em São Paulo

21/05/18 11:03 - Segunda-feira

A madrugada desta segunda-feira (21) foi a mais fria de 2018 até o momento, de acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE). Os termômetros variaram em torno dos 8°C em média nas horas mais frias desta madrugada e as menores temperaturas absolutas foram registradas pelas estações meteorológicas automáticas de Capela do Socorro, Zona Sul, com 3,2°C, e de Perus, Zona Norte, com 5°C. 

Até então, as menores temperaturas mínimas médias de 2018 haviam sido aferidas ontem (20), com 9,4°C. A menor temperatura média já aferida pelo CGE foi de 3,5°C em 13 de junho de 2016, dia em que foram observados -0,6°C em Capela do Socorro, Zona Sul.

“O responsável por essa queda brusca de temperatura foi o ingresso de uma intensa massa de ar frio de origem polar, que se instalou após a passagem de uma frente fria por São Paulo no sábado (19) e provocou chuvas fortes e ventania na capital e grande São Paulo”, afirma Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

A marca dos termômetros ontem e hoje justificou o estado de alerta para baixas temperaturas na cidade, em vigor desde as 9h11 de ontem (20). Os estados de atenção e alerta para baixas temperaturas são decretados pela Defesa Civil com base nos dados meteorológicos do CGE - o primeiro quando a sensação térmica em São Paulo oscila entre 10°C e 13°C e o segundo quando a sensação térmica é inferior a 10°C. 

Previsão para os próximos dias

A previsão é de mais uma semana com predomínio de sol, temperaturas baixas e umidade do ar em queda.

Na terça-feira (22) o cenário meteorológico não sofre mudanças significativas. Madrugada fria com termômetros na casa dos 9°C, predomínio de sol e céu claro ao longo do dia. Os percentuais de umidade do ar se mantêm baixos e oscilam entre 30% e 90%, com temperatura máxima prevista de 22°C.

A quarta-feira (23) também será marcada por tempo estável, madrugada gelada e sol entre poucas nuvens. Os termômetros devem oscilar entre mínima de 10°C e máxima por volta dos 22°C. Os percentuais de umidade do ar se mantêm baixos, em função do ar seco que inibe a formação de nuvens de chuva.


São Paulo completa 30 dias sem chuvas significativas

16/05/18 11:27 - Quarta-feira

A cidade de São Paulo completou 30 dias sem chuvas significativas às 7h desta quarta-feira (16), de acordo com dados pluviométricos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo. O último registro de índices expressivos é da leitura das 07h do dia 16 de abril, que teve acumulado de 2,9mm em média na capital. Desde então, houve apenas precipitações muito leves que neste intervalo totalizaram 0,7mm em média na cidade. O período configura o segundo mais seco do histórico do CGE entre os meses de abril e maio. Vale observar que são consideradas chuvas não significativas as que registram menos de 1mm acumulado em média na capital.

“A formação e persistência de um bloqueio atmosférico a partir da segunda quinzena de abril impediu o avanço de frentes frias e provocou a queda dos índices de umidade relativa do ar. Esta condição atmosférica foi responsável pelo baixo volume de chuva observado em São Paulo”, explica Thomaz Garcia, meteorologista do CGE. “Neste período do ano é comum a redução dos volumes de chuva, porém são incomuns eventos de estiagem prologada. As frentes frias acompanhadas de massas de ar frio mais intensas causam acentuada queda de temperatura e a diminuição dos índices de umidade do ar”, acrescenta Garcia.

O maior período sem chuvas significativas do banco de dados do CGE, que compila dados desde 1995, foi registrado no inverno de 2012 e acumulou apenas 0,4mm entre os dias 19 de julho e 18 de setembro, totalizando 62 dias de estiagem.

Observando o histórico entre os meses de abril e maio, que não são tão secos quanto o inverno, observamos que o maior intervalo entre chuvas é o de 21 de abril a 21 de maio de 1997, totalizando 31 dias. Neste período, o volume acumulado foi de 0,1mm em média em toda a cidade. Até então, o segundo período mais seco entre abril e maio era o de 23 de abril a 21 de maio de 2006, totalizando 29 dias com apenas 0,1mm em média.

Tendência para os próximos dias

Na quinta-feira (17), os ventos que sopram do mar favorecem a entrada de umidade e a formação de muitas nuvens. Por conta disso, o céu nublado predomina e a garoa será ocasional, principalmente entre a madrugada e o início da manhã. Não há expectativa de chuva significativa. Mínima de 17°C e máxima de 24°C.

Na sexta-feira (18), os ventos mudam de direção, transportando o ar quente do interior para a capital. Desta forma, a temperatura apresenta rápida elevação e no fim da tarde podem ocorrer chuvas em forma de pancadas isoladas, fracas e de curta duração. Os termômetros oscilam entre 16°C e 27°C.

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