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São Paulo registra a menor máxima do inverno

11/08/22 18:06 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), que registra informações de temperatura na cidade desde 2004, nesta quinta-feira 11/08/2022 foi registrada a menor máxima média do inverno com 16,6°C na cidade. A estação começou em 21/06/2022 e termina em 22/09/2022.

Já a menor máxima absoluta desta quinta-feira 11/08/2022, aquela temperatura registrada em um único local, ocorreu em Parelheiros, Zona Sul, com 13,8°C.

Anterior a este valor, a menor máxima média do inverno havia ocorrido em 10/08/2022 com 16,9°C na cidade. Já a menor máxima absoluta do inverno, aquela temperatura registrada em um único local, continua sendo a ocorrida no dia 06/08/2022 com 13,6°C na estação meteorológica automática de Parelheiros, Zona Sul.

Enquanto que a menor máxima do ano, permanece a registrada em 18/05/2022 com 12,6°C de média na cidade. Já a menor máxima absoluta do ano, aquela registrada em um único local, ocorreu em Perus, Zona Norte dia 18/05/20022 com 11,5°C. A máxima média mais baixa de todo histórico do CGE da Prefeitura de São Paulo, ocorreu em 24/07/2013 com 8,3°C na cidade. Já a menor absoluta desde 2004, ocorreu em 27/07/2013 em Parelheiros, Zona Sul e Freguesia do Ò com 7,6°C.

"A massa de ar seco que manteve o bloqueio atmosférico nos últimos meses vinha causando um inverno ameno, inclusive com temperaturas acima do normal para a época do ano. Nessa semana, finalmente um sistema frontal associado com um ciclone extratropical conseguiu chegar ao Estado de São Paulo com força para romper esse bloqueio, provocando chuvas mais significativas, intensas rajadas de vento e declínio acentuado das temperaturas", explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera. "Além disso, os ventos frios que sopram moderados do quadrante sul, provocaram uma sensação térmica aproximadamente 3°C mais baixa do que o registrado pelos termômetros", complementa Pantera.

A média de temperatura mínima esperada para agosto é de 13,4°C já a média da máxima é de 24,4°C e até este dia 11/08/2022, conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, a mínima está em uma média de 12,6° e a máxima em 22,8°C, conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O ciclone extratropical se afasta do litoral paulista e o tempo melhora nos próximos dias, com o retorno do sol e a gradativa elevação das temperaturas máximas, já que as madrugadas devem permanecer geladas.

A sexta-feira (12) ainda deve começar com muita nebulosidade e temperaturas baixas durante a madrugada, porém o sol retorna entre nuvens e diminui a sensação de frio no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 9°C e máximas que podem chegar aos 18°C. Não há previsão de chuva significativa.

No sábado (13) o sol volta a predominar e diminui a sensação de frio no decorrer do dia, já que a madrugada ainda deve ser gelada na Grande São Paulo. As temperaturas mínimas devem oscilar em torno dos 9°C, enquanto as máximas podem chegar aos 23°C.

De acordo com os modelos numéricos de previsão estendida, a próxima semana começa sem chuvas e com elevação das temperaturas, já que as madrugadas permanecem geladas, porém, a partir da quinta-feira (18) uma nova frente fria chega no Estado, causando chuvas fracas e novo declínio das temperaturas.


Capital paulista registra a menor temperatura mínima do inverno

11/08/22 11:46 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), que registra informações de temperatura na cidade desde 2004, nesta quinta-feira 11/08/2022 foi registrada a menor mínima média do inverno com 9,7°C na cidade. O inverno começou em 21/06/2022 e termina em 22/09/2022.

Já a menor mínima absoluta desta quinta-feira 11/08/2022, aquela temperatura registrada em um único local, ocorreu em Parelheiros, Zona Sul, com 8,6°C.

Anterior a este valor, a mínima média mais baixa do inverno havia ocorrido em 30/07/2022 com 10,1°C na cidade. Já a menor absoluta do inverno, aquela temperatura registrada em um único local, continua sendo a ocorrida nos dias 01/07/2022 e 06/07/2022 com 4,7°C na estação meteorológica automática de Engenheiro Marsilac, Zona Sul.

Enquanto que a menor mínima do ano, permanece a registrada em 20/05/2022 com 6,3°C de média na cidade. Já a menor absoluta do ano, aquela registrada em um único local, ocorreu em Marsilac, Zona Sul em 13/06/20022 com 0,7°C. A mínima média mais baixa de todo histórico do CGE da Prefeitura de São Paulo, ocorreu em 30/07/2021 com 3,2°C na cidade. Já a menor absoluta desde 2004, ocorreu em 30/07/2021 em Parelheiros, Zona Sul, com -3°C.

"A massa de ar seco que manteve o bloqueio atmosférico nos últimos meses vinha causando um inverno ameno, inclusive com temperaturas acima do normal para a época do ano. Nessa semana, finalmente um sistema frontal associado com um ciclone extratropical conseguiu chegar ao Estado de São Paulo com força para romper esse bloqueio, provocando chuvas mais significativas, intensas rajadas de vento e declínio acentuado das temperaturas", explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera. "Além disso, os ventos frios que sopram moderados do quadrante sul, provocaram uma sensação térmica aproximadamente 3°C mais baixa do que o registrado pelos termômetros", complementa Pantera.

A média de temperatura mínima esperada para agosto é de 13,4°C já a média da máxima é de 24,4°C e até este dia 11/08/2022, conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, a mínima está em uma média de 12,6° e a máxima em 22,8°C, conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O ciclone extratropical se afasta do litoral paulista e o tempo melhora nos próximos dias, com o retorno do sol e a gradativa elevação das temperaturas máximas, já que as madrugadas devem permanecer geladas.

A sexta-feira (12) ainda deve começar com muita nebulosidade e temperaturas baixas durante a madrugada, porém o sol retorna entre nuvens e diminui a sensação de frio no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 9°C e máximas que podem chegar aos 18°C. Não há previsão de chuva significativa.

No sábado (13) o sol volta a predominar e diminui a sensação de frio no decorrer do dia, já que a madrugada ainda deve ser gelada na Grande São Paulo. As temperaturas mínimas devem oscilar em torno dos 9°C, enquanto as máximas podem chegar aos 23°C.

De acordo com os modelos numéricos de previsão estendida, a próxima semana começa sem chuvas e com elevação das temperaturas, já que as madrugadas permanecem geladas, porém, a partir da quinta-feira (18) uma nova frente fria chega no Estado, causando chuvas fracas e novo declínio das temperaturas.


Quinta-feira (04) registra a maior temperatura máxima do inverno

04/08/22 17:35 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), que registra informações de temperatura na cidade desde 2004, a tarde desta quinta-feira (04) foi a mais quente do inverno, com 28,8°C de média na cidade. A maior máxima absoluta, aquela registrada em um único local, ocorreu em Pirituba/Jaraguá, Zona Norte, com 30°C.

Anterior a este dado, a maior média máxima do inverno havia ocorrido em 23/06/2022 com 28,5°C, já a maior máxima absoluta da estação até agora ocorreu em 23/07/2022 com 31,6°C, em Pirituba/Jaraguá, Zona Norte. O inverno começou em 21/06/2022 e termina em 22/09/2022.

"A grande massa de ar seco e quente que predomina sobre o interior do país, vem mantendo o bloqueio atmosférico, o que é comum para época do ano, porém neste ano este fenômeno atua com maior intensidade, impedindo as frentes frias de chegarem ao Estado de São Paulo com força para mudar o tempo”, explica Michael Pantera, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo. “Essa condição tem provocado um inverno ameno com temperaturas acima do esperado e poucas ondas de frio intenso”, complementa Pantera.

Durante agosto costuma chover sete dias em média. Para o mês são esperados 29,6mm historicamente. Já a média de temperatura mínima é de 13,4°C e a média de temperatura máxima é de 24,4°C, de acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo.

“Nos próximos dias, os ventos passam a soprar de sul e sudeste neste final de semana, o que traz ar mais frio e úmido para a Grande São Paulo”, comenta Pantera.  

A sexta-feira (05) ainda deve começar com sol e temperaturas em elevação. Os termômetros variam entre mínimas de 14°C e máximas de 26°C, enquanto os índices de umidade podem chegar aos 30% nas horas mais quentes. Entre a tarde e o decorrer da noite os ventos passam a soprar de sul e sudeste, o que aumenta a nebulosidade e causa declínio das temperaturas, porém sem condições para chuvas significativas.

No sábado (06) os ventos úmidos e frios do oceano causam muita nebulosidade e declínio das temperaturas. O sol pode aparecer entre muitas nuvens no decorrer do dia, mas as temperaturas não sobem muito. As mínimas devem oscilar em torno dos 13°C, enquanto as máximas não devem superar os 22°C. Esta condição traz um pouco de alívio para o tempo seco, porém não devem causar chuva significativa.

“Os modelos numéricos de previsão indicam que no início da próxima semana uma frente fria finalmente consegue romper o bloqueio atmosférico trazendo chuvas mais significativas e declínio mais acentuado das temperaturas”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.


Julho termina como o sétimo mais seco da história

01/08/22 15:13 - Segunda-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), que registra índice pluviométrico na cidade desde 1995, julho de 2022 terminou como o sétimo menos chuvoso da série histórica, acumulando de apenas 7,7mm em média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 82,4% abaixo dos 43,8mm esperados para o mês.

"A grande massa de ar seco que predominou sobre o interior do país durante o mês de julho, provocou um bloqueio atmosférico que impediu as frentes frias de chegarem ao Estado de São Paulo, com força para mudar o tempo". Explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera. "Dessa forma os sistemas frontais passaram fracos pelo oceano e os ventos úmidos vindos do mar provocaram apenas chuviscos isolados, principalmente na Zona Sul", complementa Pantera.

Conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de chuva na cidade desde 1995, os anos com os meses de julho mais secos, são:

2008 - 0,0mm

2017 - 0,3mm

2011 - 3,5mm

Por outro lado, os maiores acumulados foram:

2009 - 149mm

2007 - 130,4mm

2019 - 96,3mm

A capital paulista registrou apenas chuviscos isolados na maior parte do período. Ao todo foram somente sete dias com registro de precipitação, na maior parte com volumes de 0,1mm. Somente o dia 29 apresentou chuva um pouco mais significativa com acumulado entre 5mm e 10mm. Somente a chuva deste dia representa praticamente 92,2% dos 7,7mm acumulados durante todo o mês, além de corresponder a apenas 16,2% dos 43,8mm esperados para julho.

As subprefeituras que registraram os maiores volumes foram:

Parelheiros, Zona Sul - 17,4mm.

CGE -  9mm

Vila Maria-Guilherme, Zona Norte, com 8,5mm.

As subprefeituras com os menores acumulados, foram:

Jabaquara, Zona Sudeste - 4,9mm

Santo Amaro, Zona Sul - 5,4mm 

Cidade Ademar, Zona Norte - 5,7mm

Já os valores registrados nas regiões, segundo medições do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

Centro - 8,7mm

Zona Oeste - 7,8mm

Zona Leste - 7,5mm

Zona Norte - 7,3mm

Zona Sul - 7,3mm

As maiores sequências de dias sem chuvas na cidade, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo é:

1° - 2012 com 62 dias sem chuva significativa;

2° - 2010 com 50 dias sem chuva significativa;

3° - 2017 com 50 dias sem chuva significativa;

4° - 2022 com 48 dias sem chuva significativa;

5° - 2018 com 46 dias sem chuva significativa;

6° - 2008 com 41 dias sem chuva significativa;

 

Julho apresentou temperaturas mínimas acima da média na maior parte do período. Apenas alguns dias, no início e no final do mês, tiveram madrugadas ligeiramente mais frias do que o normal. Dessa forma, a média mensal das temperaturas mínimas foi de 13,5ºC, valor 0,9ºC acima dos 12,6ºC que representam a média histórica para julho de acordo com os dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que registra as informações desde 2004.

A madrugada mais fria no mês ocorreu no dia 30 com média de 10,1ºC na cidade, enquanto a mais abafada foi a do dia 12 com registro médio de 16,3ºC. A temperatura absoluta mais baixa foi de 4,7ºC, registrada nos dias um e seis na estação de Engenheiro Marcilac, que fica na Subprefeitura de Parelheiros, no extremo sul da capital paulista. Por outro lado, a maior temperatura mínima foi de 19ºC no dia 16, na estação do CGE, localizada na região da Consolação.

As máximas tiveram um comportamento parecido, já que também permaneceram acima da média na maior parte de julho, apenas com curtos períodos abaixo do esperado na metade e no final do mês. Mesmo assim, a média mensal das máximas foi de 25,2ºC, valor 2,3ºC acima dos 22,9ºC, que representam o valor médio histórico dos últimos 18 anos.

A tarde mais quente foi registrada no dia 23 com média de 28°C na cidade, enquanto a mais fria ocorreu no dia 13, quando a média dos termômetros não superou os 17,8°C. A temperatura absoluta, aquela registrada em um único local, mais elevada foi de 31,6°C, registrada no dia 23, na estação Pirituba-Jaraguá, na Zona Norte, enquanto a menor máxima absoluta foi aferida no dia 13, quando os termômetros não superaram os 13,9°C na região de Parelheiros, no extremo sul da cidade.

“O bloqueio atmosférico manteve o tempo seco e ensolarado na maior parte do mês de julho, o que manteve os termômetros acima do esperado, principalmente no período das tardes”, explica Pantera.

Os índices médios de umidade na cidade permaneceram acima dos 40% em alguns períodos, apenas com poucos dias apresentando valores acima dos 60% recomendados. Por outro lado, somente os dias 22 e 23 registraram valores médios abaixo dos 30%. A tarde mais seca ocorreu no dia 23 com índices atingindo 26,6% em média na cidade. Entretanto, o menor valor absoluto, aquele registrado em um único local, foi de 22%, no dia 22, na estação Pirituba-Jaraguá, localizada na Zona Norte.

Durante agosto costuma chover sete dias em média. Para o mês são esperados  29,6mm historicamente. Já a média de temperatura mínima é de 13,4°C e a média de temperatura máxima é de 24,4°C.

“Os modelos numéricos de previsão indicam que pelo menos a primeira quinzena de agosto deve seguir esse padrão de chuvas escassas, e a influência do bloqueio atmosférico. Há possibilidade de uma frente fria finalmente romper esse bloqueio na metade do mês trazendo chuvas mais significativas para a cidade”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.


Capital paulista registra a quarta maior sequência de dias seguidos sem chuva

28/07/22 12:25 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), que registra índice pluviométrico na cidade desde 1995, esta é a quarta maior sequência de dias secos já registrado na cidade.

O inverno, que começou em 21 de junho de 2022 e vai até 22 de setembro de 2022, segue sem chuva significativa. A última precipitação significativa foi registrada em 10/06 com 9,2mm. Esta é a quarta maior sequência de dias sem chuva significativa. O índice pluviométrico acumulado em julho até o momento é de apenas 0,6mm.

As maiores sequências de dias sem chuvas na cidade, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo é:

1° - 2012 com 62 dias sem chuva significativa;

2° - 2010 com 50 dias sem chuva significativa;

3° - 2017 com 50 dias sem chuva significativa;

4° - 2022 com 47 dias sem chuva significativa;

5° - 2018 com 46 dias sem chuva significativa;

6° - 2008 com 41 dias sem chuva significativa;

Conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de chuva na cidade desde 1995, os anos com os meses de julho mais secos, são:

2008: 0,0mm

2017: 0,3mm

2011: 3,5mm

1997: 4,8mm

1996: 5,4mm

Os anos com os julhos mais chuvosos, são:

2009: 149,0mm

2007: 130,4mm

2019: 96,3mm

2010: 81,4mm

2004: 81,1mm

Já os anos em que ocorreram os invernos mais secos foram:

2017 – 61,6mm

2003 – 62,6mm

2011 – 66,9mm

1995 – 92,5mm

2021 – 92,9mm

E por fim, os anos que ocorreram os índices pluviométricos mais elevados durante os invernos foram:

2009 – 352,2mm

2015 – 245,3mm

2000 – 226,2mm

2013 – 204,3mm

1996 – 198,1mm

“No inverno, é normal a Capital paulista ter longos períodos sem registro de precipitação significativa. Nessa época do ano, a umidade tropical está direcionada para o verão do hemisfério norte, e por conta disso, mesmo com a passagem de frentes frias, as chuvas costumam acumular pouco volume”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia. “Climatologicamente, é o período em que as massas de ar seco, os bloqueios atmosféricos, dominam os estados do Brasil central e provocam por várias semanas, dias ensolarados e secos. Essas características favorecem a redução dos índices de umidade do ar e longos períodos de estiagem”, complementa Garcia. “Além disso, essa condição meteorológica é responsável pelo aumento das queimadas e incêndios florestais que pioram a qualidade do ar, finaliza o meteorologista da Prefeitura de São Paulo”.

Com relação às temperaturas, este é o mês de julho com a média da temperatura máxima mais alta da série histórica do CGE que detém dados desde 2004. Até então, o mais quente era o de 2018, quando a média da máxima marcou 25,2°C. Já em julho de 2022 a média da máxima até o momento é de 25,7°C, ou seja 2,8°C acima do esperado, já que a média de temperatura máxima prevista para o mês é de 22,9°C. Já com relação às temperaturas mínimas, essas estão 1,2°C mais altas que o normal, atuais 13,8°C contra a média esperada de 12,6°C. Ou seja, as madrugadas estão mais amenas desde 2009 e 2010, quando nesses dois anos, a média da mínima foi de 14,1°C.

A média de temperatura esperada para os meses de inverno, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que mantém essas informações desde 2004, é:

Junho - Mínima média 13,4°C; máxima média 22,9°C

Julho - Mínima média 12,6°C; máxima média 22,9°C

Agosto - Mínima média 13,4°C; máxima média 24,3°C

Setembro - Mínima média 15,2°C; máxima média 25,9°C

Essa condição de tempo seco e altas temperaturas muda nos próximos dias. A sexta-feira (29), deve começar com sol e variação da nebulosidade. O avanço rápido de uma frente fria vai gerar a ocorrência de rajadas de vento que podem chegar aos 50km/h. A previsão é de chuva leve e chuviscos isolados a partir do período da tarde, porém as temperaturas entram em rápido declínio, principalmente durante a noite, quando deve ser observada a mínima do dia. A máxima deve atingir 23°C com taxas mínimas de umidade do ar em torno dos 50%.

A madrugada de sábado (30) terá chuviscos isolados e será gelada, por conta do ingresso do ar frio de origem polar, associado aos ventos que passam a soprar de sul/sudeste. Os termômetros devem registrar mínima de 10°C, porém a sensação de frio será bem inferior a este valor. A nebulosidade diminui a partir da tarde, mas a temperatura máxima não deve superar os 18°C, enquanto os percentuais de umidade do ar oscilam entre 55% e 95%.


Junho termina com chuvas abaixo da média esperada

01/07/22 13:05 - Sexta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o mês de junho terminou com 44% de chuvas abaixo da média esperada que era de 51,2mm.

Foram 28,6mm de chuva na cidade, ou seja, choveu 56% do esperado. Foram 13 dias com registro de precipitação, sendo que o comum durante junho são oito dias. O mais chuvoso foi o 10/06/2022 com 9,2mm.

“Dos 28,6mm de chuva registrados, 24,6mm foram aferidos nos dias primeiro, sete, nove e dez, o que representa 48% da média esperada para o mês que é de 51,2mm”, comenta o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário.

O dia mais chuvoso já registrado em junho, desde 1995, ano em que o CGE da Prefeitura de São Paulo iniciou as medições dos índices pluviométricos na cidade, foi em 27/06/2020 com 57,4mm.

“Junho de 2022 transcorreu sob influência do fenômeno Lá Niña, que esfria as águas do Pacífico Equatorial. Essa tendência segue nos meses em que o inverno vai transcorrer, explica Nazário.

Os meses de junho mais chuvosos desde 1995 na cidade, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

2012 - 191,4mm

2016 - 170,9mm

2013 - 134,6mm

2020 - 105,9mm

1997 - 95,3mm

1999 - 81,8mm

 

Já os menos chuvosos desde 1995 ocorreram em:

2002 - 1,5mm

2003 - 8,3mm

2000 - 12,2mm

2010 - 11,2mm

1998 - 15,0mm

2018 - 13,9mm

 

As subprefeituras que registraram os maiores índices de chuva durante junho de 2022, conforme medição do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

Parelheiros, Zona Sul - 61,8mm

Jaçanã/Tremembé, Zona Norte - 35,0mm

Perus, Zona Norte - 35,1mm

Santana/Tucuruvi, Zona Norte - 34,3mm

Capela do Socorro, Zona Sul - 32,4mm

Cidade Ademar, Zona Sul - 32,0mm

Campo Limpo, Zona Sul - 31,3mm

Butantã, Zona Oeste - 30,8mm

 

Já as regiões da cidade registraram os seguintes volumes:

Zona Sul - 33,7mm

Zona Norte - 32,9mm

Zona Oeste - 28,4mm

Centro - 26,7mm

Zona Leste - 22,3mm

Com relação às temperaturas, eram esperadas mínimas em média de 13,5°C e máximas em média de 22,9°C. Durante este mês a média da mínima ficou em 12,8°C e a máxima em 22,1°C, que representa um déficit de -0,8°C.

“O comportamento das temperaturas durante o mês foi dentro do esperado, pois ficou ligeiramente abaixo da média. Vale salientar a sequência de uma semana de madrugadas mais frias que ocorreram entre os dias 24 e 30 deste mês” explica o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário.

Os recordes de temperatura mínima já registrados em um mês de junho desde 2004, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo foram:

Menor média de temperatura mínima - 130/06/2016: 3,5°C na cidade

Maior média de temperatura mínima - 11/06/2004: 18,6°C na cidade

Menor temperatura mínima absoluta - 13/06/2013: -0,6 em Capela do Socorro, Zona Sul.

Maior mínima absoluta - 11/06/2020: 21°C na Sé/CGE

 

Os recordes de temperatura máxima já registrados em um mês de junho, desde 2004, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo foram:

Menor média de temperatura máxima - 09/06/2011: 13,4°C de média na cidade

Maior média de temperatura máxima - 30/06/2005: 29,4°C de média na cidade

Menor temperatura máxima absoluta - 21/06/2016: 11,5°C em Parelheiros, Zona Sul

Maior temperatura máxima absoluta - 04/06/2021: 32,5°C no Butantã, Zona Oeste

 

Os recordes de temperatura mínima ocorridos em 2022 permanecem:

Menor mínima do ano - 20/05/2022: 6,3°C de média na cidade

Menor mínima absoluta do ano - 13/06/2022: 0,7°C, Parelheiros, Zona Sul

Menor máxima do ano - 18/05/2022: 12,6°C de média na cidade

Menor máxima absoluta do ano - 18/05/2022: 11,5°C em Perus, Zona Norte

 

Já os recordes de temperatura máxima ocorridos em 2022 permanecem:

Maior mínima do ano - 06/02/2022: 21,3°C de média na cidade

Maior mínima absoluta do ano - 24/01/2022: 22,7°C na Mooca, Zona Leste

Maior máxima do ano - 18/01/2022: 33,9°C

Maior máxima absoluta do ano - 23/01/2022: 36,9°C em Pirituba/Jaraguá, Zona Norte

 

O mês de julho, que segue sob influência do fenômeno Lá Niña, costuma registrar apenas oito dias com chuva, e são esperados 43,8mm. Já a média de temperatura mínima esperada é de 12,6°C e a média de temperatura máxima é de 23°C.


Inverno deve transcorrer com chuvas abaixo do esperado na capital paulista

20/06/22 14:11 - Segunda-feira

De acordo com os meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o inverno deste ano, que começa nesta terça-feira dia 21/06/2022, às 06h14, horário de Brasília, deve transcorrer sob a influência do fenômeno La Niña, que é caracterizado pelo esfriamento anômalo das águas do pacífico Equatorial.

Durante a estação são esperadas chuvas ligeiramente abaixo da média, e temperaturas um pouco acima do esperado.

“Já no início deste inverno, casualmente, teremos uma massa de ar mais quente e seco, formando um bloqueio atmosférico que dificulta a passagem de sistemas frontais pelo Estado que tenham força para mudar o tempo”, comenta o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera. “Essa condição favorece dias com sol e temperaturas em elevação, fenômeno conhecido como veranico, comum no inverno”, explica Pantera.

Conforme dados de temperatura do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila essas informações na cidade desde 2004, as médias serão as seguintes:

Junho - Mínima media - 13,5°C. Máxima média - 22,9°C

Julho - Mínima média - 12,6°C. Máxima média - 22,9°C

Agosto - Mínima média - 13,4°C. Máxima média - 24,3°C

Setembro - Mínima média - 15,2°C. Máxima média - 25,9°C

“Não deveremos ter um inverno rigoroso, o que não quer dizer que não haverá ondas de frio intenso, mas elas devem ocorrer alternadas com períodos de tempo seco com sol e temperaturas mais amenas”, complementa Pantera, meteorologista da Prefeitura de São Paulo”.

O CGE da Prefeitura de São Paulo registra índices pluviométricos na cidade desde 1995, e nos meses de inverno são esperadas as seguintes médias:

Junho - 51,2mm

Julho - 43,8mm

Agosto - 29,6mm

Setembro - 65,8mm

A média de chuvas esperadas durante o inverno é de 136,1mm, durante a estação em 2021 foram registrados 92,9mm. O inverno mais chuvoso foi o de 2009 com 352,2mm, já o mais seco foi o de 2017 com 61,6mm.

Dados do outono

Até às 13h de segunda-feira (20) o CGE da Prefeitura de São Paulo havia computado 127,7mm de chuva durante o outono, que termina nesta terça-feira (20). A média esperada é de 205,2mm, ou seja, o outono segue com 38% de precipitação abaixo da média.

Já as temperaturas, até às 13h de segunda-feira (20), registraram os seguintes dados, conforme medições do CGE da Prefeitura de São Paulo:

Março:

Mínima esperada – 19ºC - Mínima registrada – 19,4ºC

Máxima esperada -  28,3°C - Máxima registrada – 29,5ºC

Abril:

Mínima esperada - 17,3°C - Mínima registrada - 17ºC

Máxima esperada -  26,3ºC - Máxima registrada – 26,2ºC

Maio:

Mínima esperada - 14,5°C - Mínima registrada – 13,4ºC

Máxima esperada - 23,6ºC - Máxima registrada – 22,6ºC

Junho:

Mínima esperada - 13,5ºC - Mínima registrada - 12,6ºC

Máxima esperada - 22,9ºC - Máxima registrada - 21ºC

“Durante o outono, na segunda quinzena de maio, tivemos o ingresso de uma forte massa de ar polar que causou uma onda de frio intenso, o que levou a Prefeitura de São Paulo a decretar estado de alerta máximo para as baixas temperaturas, na cidade”, comenta Michael Pantera, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

Dados do CGE da Prefeitura de São Paulo apontam 6,3°C de média na cidade no dia 20/05/2022, sendo a menor mínima média do ano até o momento. Já no dia 18/05/2022 houve a máxima mais baixa do ano com 12,6°C de média na cidade. Ambos os recordes foram registrados durante a onda de frio intenso.

A menor mínima de todo o histórico do CGE da Prefeitura de São Paulo desde 2004 permanece a registrada em 30/07/2021 com 3,2°C de média na cidade. Já a menor máxima ocorreu em 24/07/2013 com 8,3°C de média na cidade. Enquanto a menor absoluta de todo histórico, aquela registrada em um único local, ocorreu em Parelheiros, Zona Sul em 30/07/2021 com -3,7°C. Já a menor máxima absoluta foi registrada em 24/07/2013 com 7,6°C em Parelheiros, Zona Sul e Freguesia do Ò, Zona Norte.


Feriado prolongado começa com sol, mas tempo muda

15/06/22 11:44 - Quarta-feira

De acordo com os meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o feriado prolongado de Corpus Christi começa com predomínio de sol e temperaturas em elevação. No entanto, há previsão mudanças a partir da madrugada do sábado (18).

A quinta-feira (16), dia do feriado de Corpus Christi, começa com formação de névoa úmida e nevoeiro ao amanhecer. “Ainda pela manhã, o ar seco inibe a nebulosidade, o sol aparece e passa a predominar, o que vai facilitar a rápida elevação da temperatura. A tarde será ensolarada e agradável”, comenta o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia. Mínima de 11°C e máxima de 23°C.

A sexta-feira (17) terá formação de névoa úmida ao amanhecer. No decorrer do dia, sol forte, e rápida expansão da temperatura. Durante a noite, a aproximação de uma nova frente fria provoca o aumento da nebulosidade, no entanto, não há expectativa de chuva. Os termômetros oscilam entre 12°C ao amanhecer e 25°C à tarde. Os menores índices de umidade se aproximam de 38%.

"A propagação de uma frente fria muda o tempo no sábado (18). Há previsão de chuva de intensidade fraca a moderada entre a madrugada e o período da manhã, e no restante do dia apenas chuva leve e garoa. A temperatura apresenta acentuado declínio", explica Garcia. A máxima será de 17°C no início da madrugada e a mínima de 13°C será registrada durante a noite. “A sensação térmica será inferior devido aos ventos que passarão a soprar do quadrante sul”, complementa o meteorologista da Prefeitura de São Paulo.

No domingo (19), o sistema frontal se afasta, mas o vento constante mantém o ingresso de umidade. Por conta disso, a temperatura permanece baixa com sensação de frio maior do que o registrado pelos termômetros. O céu fica encoberto e a garoa será ocasional. Mínima de 12°C e máxima de 15°C.

Os modelos numéricos de previsão do tempo apontam tempo instável na próxima semana, com temperaturas em elevação.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de chuva na cidade desde 1995, até às 07h da manhã de quarta-feira (15) o mês de junho havia acumulado 27,2mm de chuva, isso equivale a 53,1% da média esperada que é de 51,2mm. O dia mais chuvoso permanece o 10/06 com 9,2mm.

A menor temperatura mínima do ano permanece a registrada em 20/05/2022 com 6,3°C de média na cidade, já a menor máxima do ano ocorreu em 18/05/2022 com 12,6°C, de média na cidade, enquanto a menor mínima absoluta, aquela registrada em um único local, ocorreu em 13/06/2022 em Parelheiros, Zona Sul, com 0,7°C. Já a menor máxima absoluta foi registrada em 18/05/2022 com 11,5°C em Perus, Zona Norte.

Já a maior máxima do ano ocorreu em 18/01/2022 com 33,9°C de média na cidade, enquanto a maior máxima absoluta do ano, aquela registrada em um único local, foi registrada em 23/01/2022 em Pirituba/Jaraguá, Zona Norte com 36,9°C.


Maio termina com 23,6% de chuvas abaixo da média

01/06/22 12:42 - Quarta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), maio de 2022 termina com 23,6% de chuvas abaixo do esperado.

Foram 42,8mm de chuvas na cidade, sendo que o esperado para o mês, segundo o banco de dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de chuva desde 1995 na cidade, eram 56,0mm.

Foram 11 dias com registro de precipitação na cidade, sendo o 30/05/2022 o mais chuvoso com 24,6mm. Segundo a base de dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, no mês de maio normalmente são esperados 11 dias com chuva. O dia de maio mais chuvoso de toda série histórica do CGE é o 24/05/2005 com 76,2mm.

Conforme dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, as regiões da cidade, registraram valores bem próximos da média esperada para o mês:

Zona Oeste - 47,8mm

Zona Norte - 46,9mm

Centro - 44,6mm

Zona Leste - 40,2mm

Zona Sul - 40,3mm

Já as subprefeituras com os maiores volumes foram:

São Miguel paulista – 52,8mm

Jaçanã/Tremembé - 52,7mm

Parelheiros – 51,9mm

Itaim paulista - 49,3mm

Santana/Tucuruvi - 47,8mm

Os meses de maio mais chuvosos desde 1995 segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

2005 - 151,8mm

2017 - 144,4mm

1998 - 106,3mm

2016 - 121,1mm

2019 - 77,3mm

Já os meses de maio menos chuvosos desde 1995, são:

2011 - 17,1mm

2020 - 13,9mm

2018 - 13,4mm

2006 - 11,6mm

2000 - 8,6mm

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém um banco de dados com as temperaturas na cidade desde 2004. A média da mínima esperada para o mês é de 14,5°C já a média da máxima é de 23,6°C. A média da mínima registrada em maio foi de 13,4°C, ou seja 1,1°C abaixo da média. Já a média da máxima foi de 22,6°C, 1°C abaixo do esperado.

“.... explica Thomaz Garcia, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

A menor mínima já registrada em um mês de maio ocorreu em 20/05/2022 com 6,3°C de média na cidade. Esta também foi a menor mínima do ano. Já a menor absoluta, aquela registrada em um único local, também ocorreu em 20/05/2022 com 1,1°C em Capela do Socorro, Zona Sul, sendo a menor absoluta do ano. Já a menor máxima média já registrada em um mês de maio e também do ano foi em 18/05/2022 com 12,6°C, enquanto a menor máxima absoluta, também ocorreu no dia 18/05 com 11,5°C em Perus, Zona Norte, sendo também a menor máxima absoluta do ano.

As menores mínimas de todo o histórico do CGE da Prefeitura de São Paulo, desde 2004, são:

30/07/2021:  3,2°C de média na cidade

30/07/2021:  -3°C em Parelheiros, Zona Sul

Já as menores máximas de todo o histórico, são:

24/07/2013:  8,3°C de média na cidade

24/07/2013:  7,6°C em Parelheiros, Zona Sul e Freguesia do Ó, Zona Norte

 

Durante o mês de junho são esperados 52,6mm de chuva, com média de temperatura mínima em 13,4°C e média de temperatura máxima em 22,9°C. “ “Os modelos numéricos de previsão estendida apontam que o mês de junho... Finaliza o meteorologista da Prefeitura de São Paulo.


Capital paulista tem novo recorde de temperatura mínima

20/05/22 10:52 - Sexta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), que compila informações de temperatura na cidade desde 2004, esta sexta-feira (20) registrou a temperatura mínima mais baixa do ano.

Foram 6,3°C de média na cidade, segundo as estações meteorológicas automáticas do CGE da Prefeitura de São Paulo. Já a menor absoluta, aquela registrada em apenas um local, ocorreu em Capela do Socorro, Zona Sul, com 1,1°C.

Anterior a esse recorde, a mínima mais baixa do ano havia ocorrido em 18/05/2022 com 7°C em média na cidade. Já a menor mínima absoluta, aquela registrada em um único local, ocorreu no mesmo dia 18/05, na estação meteorológica automática de Parelheiros, Zona Sul com 5,2°C.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém um banco de dados com as temperaturas da cidade desde 2004, e segundo todo esse histórico as menores mínimas são:

30/07/2021:  3,2°C de média na cidade

30/07/2021:  -3°C em Parelheiros, Zona Sul

Já as menores máximas de todo o histórico, são:

24/07/2013:  8,3°C de média na cidade

24/07/2013:  7,6°C em Parelheiros, Zona Sul e Freguesia do Ó, Zona Norte

 

“Aos poucos, o ar frio perde força e se afasta para o oceano. As próximas madrugadas ainda serão frias, mas a tendência é de dias com predomínio de sol e temperaturas em elevação”, comenta o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia.

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