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Mês de outubro termina como o 8º mais chuvoso da série histórica do CGE da Prefeitura de SP

03/11/20 15:50 - Terça-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o mês de outubro terminou com 132,8mm acumulados, sendo que o esperado era 105,9mm, ou seja, 25% acima da média.

Este foi o 8º outubro mais chuvoso da série histórica do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações pluviométricas desde 1995:

2001 - 215,2mm

1995 - 197,4mm

1998 - 167,1mm

2009 - 156,2mm

2005 - 153,5mm

1996 - 151,7mm

2011 - 134,7mm

 

Já os mais secos, de acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

2014 - 17,9mm

2019 - 34,5mm

2006 - 40,6mm

 

O dia mais chuvoso de outubro de 2020, de acordo com o CGE da Prefeitura de São Paulo, foi o nove com 31,4mm e as subprefeituras com os maiores acumulados ao longo do mês, foram:

Sé, Centro - 182,7mm

Consolação, Centro - 174,2mm

Santana/Tucuruvi, Zona Norte - ST - 174,1mm

Jaçanã/Tremembé, Zona Norte - 167,4mm

Casa Verde, Zona Norte - 165,8mm

Vila Maria/Guilherme, Zona Norte - 165,4mm

 

As regiões da Cidade também tiveram índices pluviométricos elevados, conforme medição do CGE da Prefeitura de São Paulo:

Centro - 178,5mm

Zona Oeste - 153,6mm

Zona Norte - 150,2mm

Zona Sul - 125,9mm

Zona Leste - 115,0mm

 

“Ao todo foram 20 dias com registro de precipitação, porém praticamente metade deles apenas com chuvas fracas e muito isoladas. Dessa forma, dez dias apresentaram acumulados diários abaixo de 1mm, enquanto cinco outros tiveram volumes acima dos 10mm”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

A média de temperatura mínima esperada em outubro era de 16,6°C, e a máxima de 26,5°C. Mas a média ao longo do mês ficou em mínima de 16,9°C e máxima de 27,5°C, ou seja 0,3°C e 1°C acima respectivamente.

O dia mais quente do mês e do ano foi o 02/10 com 37,3°C. No mesmo dia a maior máxima absoluta, ou seja, a maior temperatura registrada em um único local, ocorreu em Itaquera, Zona Leste, com 39,2°C.

Já a menor mínima do mês ocorreu em 11/10 com 12,3°C de média na Cidade. Já a menor mínima absoluta, ou seja, a menor temperatura registrada em um único local, foi no mesmo dia 11/10 em Parelheiros com 7,3°C.

Para novembro são esperados 137,1mm e temperatura mínima com média de 17,4°C e máxima com média de 26,5°C.

A menor mínima de 2020 permanece sendo a registrada nos dias 21/08/2020 e 26/08/2020 com 8,1°C de média. No mesmo dia 21/08/2020 foi registrada a menor máxima do ano com 12°C.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém um acompanhamento das temperaturas desde 2004, com a ajuda de 29 estações meteorológicas automáticas espalhadas pela Capital paulista, e segundo esses dados, as maiores e menores temperaturas são:

02/10/2020 - 37,3°C sendo a maior média já registrada Cidade de toda a série.

27/09/2004 - 40,4°C na Freguesia do Ò, Zona Norte, sendo a maior temperatura máxima absoluta de toda a série.

24/07/2013 - 8,3°C sendo a menor temperatura máxima média já registrada na Cidade de toda a série.

27/05/2020 - 1°C em Engenheiro Marsilac, Zona Sul, sendo a menor temperatura mínima absoluta de toda a série.

Segundo informações pluviométricas do CGE da Prefeitura de São Paulo, desde 1995, o mês janeiro do ano de 2010 foi o mais chuvoso com 464,9mm acumulados sendo que o esperado era de 258,7mm. Já o dia mais chuvoso de toda a série histórica desde 1995 ocorreu em 10/02/2020 com 92,4mm.


Feriado prolongado tem mudança nas condições do tempo

29/10/20 13:33 - Quinta-feira

Segundo previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, uma área de baixa pressão atmosférica se propaga pelo estado e deve gerar um sistema frontal sobre o oceano, nas proximidades do litoral paulista, o que mantém o tempo instável, com muita nebulosidade, chuvas e declínio das temperaturas.

“Ou seja, é uma área de pressão mais baixa que concentra muita umidade, onde os ventos circulam no sentido horário, ajudando na formação de nuvens que favorecem a ocorrência de chuvas”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

A sexta-feira (30) deve apresentar tempo nublado e chuvoso com rajadas de vento e declínio das temperaturas. Os termômetros variam entre mínimas de 16ºC e máximas que não devem superar os 20ºC. “A continuidade das chuvas mantém elevado o risco para formação de alagamentos, transbordamento de rios, queda de árvores e deslizamentos de terra na Capital paulista”, comenta, Pantera.

No sábado (31) o sistema frontal começa a se afastar do litoral paulista, mas os ventos úmidos que sopram do oceano ainda devem provocar muita nebulosidade, chuvas mais fracas e garoa. No decorrer do dia ocorrem alguns períodos de melhoria, mas as temperaturas não sobem muito, variando entre mínimas de 15°C e máximas que não devem superar os 20°C.

O domingo (01) segue com muita nebulosidade, chuvas fracas e chuviscos, que se alternam com períodos de melhoria no decorrer do dia. Dessa forma, as temperaturas não devem subir muito, com mínimas de 14ºC e máximas que não devem superar os 21ºC.

A segunda-feira (02), Feriado de Finados, ainda deve começar com muita nebulosidade e chuviscos, mas o tempo melhora e o sol pode aparecer entre nuvens no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 14°C e máximas que podem chegar aos 22°C. Entre o final da tarde e a noite ainda há condições para chuviscos, principalmente nos bairros mais próximos da Serra do Mar.


Feriado prolongado do dia de Nossa Senhora Aparecida tem previsão de temperaturas amenas

08/10/20 16:50 - Quinta-feira

Segundo previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências, CGE, da Prefeitura de São Paulo, as temperaturas máximas devem cair nos próximos dias, dando um refresco para os paulistanos.

“Devido a passagem de uma frente fria pelo litoral de São Paulo entre a noite desta quinta-feira (08) e na sexta-feira (09), as temperaturas sofrem uma queda, o que proporciona um refresco para os paulistanos”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia.

Na sexta-feira (09), os ventos que sopram do mar para o continente favorecem o ingresso de umidade e ar frio. A temperatura apresenta declínio e há potencial para chuva leve e chuviscos. Os termômetros oscilam entre 18°C e 23°C.

No sábado (10), o cenário se repete. Céu encoberto, períodos com garoa, sensação de frio e pequena amplitude térmica. Mínima de 16°C e máxima de 22°C.

No domingo (11) pouca coisa muda. A mínima prevista é de 13°C, e o céu nublado proporciona poucas aberturas de sol o que favorece máximas de apenas 23°C. O dia termina sem previsão de chuvas.

Na segunda-feira (12) feriado em que se comemora o dia de Nossa Senhora Aparecida, o dia começa com variação de nuvens e temperatura mínima em torno dos 13°C. “O ar seco de origem polar garante um dia ensolarado, com rápida elevação das temperaturas e sem previsão de chuva," comenta Garcia. As máximas alcançam os 28°C.

“Os modelos numéricos de previsão apontam que na quarta-feira (14), a formação de uma área de baixa pressão no litoral do Sudeste vai gerar ventos úmidos soprando contra a costa paulista. Dessa forma, o tempo ficará mais nublado e a temperatura apresenta declínio. Não há expectativa de grandes volumes de chuva”, finaliza Garcia.

De acordo com medições do CGE da Prefeitura de São Paulo, que dispõe de 29 estações meteorológicas automáticas espalhadas pela Capital paulista, até às 13h desta quinta-feira (08) o índice de chuva totalizava 7,2mm no mês, sendo que a média esperada é de 105,9mm.

O CGE da Prefeitura de São Paulo, tem dados de temperatura na Capital paulista desde 2004, e as maiores máximas registradas desde o início das medições, por ordem crescente, são:

27/09/2004 - 40,4°C na Freguesia do Ó, Zona Norte

02/10/2020 - 37,3°C de média na Cidade. No mesmo dia em Itaquera, Zona Leste 39,2°C

26/09/2004 - 37,1°C de média na Cidade

30/09/2020 - 36,8°C de média na Cidade. No mesmo dia em Jaçanã/Tremembé, Zona Norte - 38,1°C

07/10/2020 - 36,8°C de média na Cidade. No mesmo dia em Itaquera, Zona Leste - 38,7°C

17/10/2014 - 36,7°C de média na Cidade.

02/02/2019 - 36,7°C de média na Cidade. No mesmo dia em São Mateus, Zona Leste - 38,7°C

01/10/2020 - 36,7°C de média na Cidade. No mesmo dia em Itaquera, Zona Leste - 38,5°C

19/01/2015 - 36,5°C de média na Cidade. No mesmo dia em Butantã, Zona Oeste - 38,4°C

01/02/2019 - 36,4°C de média na Cidade. No mesmo dia em Pinheiros, Zona Oeste - 39,1°C.


Capital paulista registra novo recorde de temperatura máxima

02/10/20 16:34 - Sexta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta sexta-feira (02) registrou novo recorde de temperatura máxima com 37,3°C de média na Cidade. Além de maior temperatura do ano e da primavera, que começou em 22/09/2020, este valor também é a maior máxima de toda a série histórica do CGE, que compila informações de temperatura desde 2004.

A temperatura absoluta mais alta desta sexta-feira (02) ocorreu em Itaquera, Zona Leste, com 39,2°C, porém a maior absoluta desde 2004 permanece sendo a registrada em 27/09/2004 na Freguesia do Ó, Zona Norte, com 40,4°C.

Anterior a este recorde, a máxima mais alta do ano havia ocorrido em 30/09/2020 com 36,8°C de média na Cidade. E no mesmo dia, a máxima absoluta havia sido em Jaçanã Tremembé, Zona Norte, com 38,1°C.

"O fortalecimento do bloqueio atmosférico, massa de ar seco e quente, que está com o seu centro sobre as regiões Sudeste e o Centro Oeste do Brasil está favorecendo os novos recordes de temperatura, além dos baixos índices de umidade do ar", explica o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário.

Neste final de semana há previsão de uma nova mudança nas condições do tempo com a passagem de uma frente fria de fraca atividade pelo litoral de São Paulo. “O sistema deve trazer alívio temporário para a faixa leste paulista e atenuar o forte calorão registrado no decorrer dos últimos dias. Entretanto, as temperaturas voltam a subir a partir da segunda-feira (05)”, comenta Nazário.

No sábado (03), uma frente fria com fraca atividade consegue se propagar sobre o oceano na altura do litoral paulista e muda a direção dos ventos na faixa leste do Estado. O sistema frontal provoca apenas chuvas fracas e chuviscos entre a tarde e o período da noite, e provoca declínio da temperatura. Máxima de 24°C no início da madrugada e mínima de 18°C, que deve ocorrer durante a noite. Os índices de umidade do ar se elevam um pouco mais com valores mínimos acima dos 50%.

No domingo (04) os ventos úmidos que sopram do mar deixam a faixa leste do Estado de São Paulo com muitas nuvens, garoa e chuva fraca sobre a região. As temperaturas variam entre mínima de 18°C e a máxima não deve superar os 21°C, enquanto os menores percentuais de umidade giram em torno dos 65%.


Setembro termina com chuvas em 79,3% abaixo da média esperada

01/10/20 12:37 - Quinta-feira

Segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, setembro termina com 79,3% abaixo do esperado, que era 69,6mm, ou seja, choveu apenas 20,7% da média.

O dia 22 foi o mais chuvoso do mês com 9,6mm. De toda a série histórica do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações sobre as chuvas na Capital paulista desde 1995, este foi o terceiro setembro mais seco:

2011 – 1,2mm

2007 – 8,4mm

2020 – 14,4mm

Já os mais chuvosos foram:

2015 – 198,6mm

1996 – 152,9mm

2009 - 151,4mm

“A persistência da massa de ar quente e seca, bloqueio atmosférico, ao longo do mês impediu com que as frentes frias chegassem com força ao estado de São Paulo, desviando-as para o oceano, por este motivo as chuvas foram escassas”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia.

Neste ano, as subprefeituras que registram os maiores volumes de chuva foram:

Parelheiros, Zona Sul - 38,4mm

Jabaquara, Zona Sudeste - 21,3mm

Jaçanã Tremembé, Zona Norte - 19,5mm

Cidade Ademar, Zona Sul - 17,5mm

Algumas regiões da Capital paulista registraram precipitação acima do computado durante o mês:

Zona Sul - 18,1mm

Zona Norte - 14,8mm

Zona Leste - 12,3mm

Zona Oeste - 12,3mm

Centro - 12,1mm

Com relação as temperaturas, em setembro a média das mínimas eram de 15,1°C e a média das máximas eram de 25,6°C. Mas o mês registrou média mínima de 16,6°C e as máximas ficaram em 28,6°C ou seja, 1,5°C acima e 3°C acima respectivamente.

Durante o mês de setembro, segundo medições do CGE da Prefeitura de São Paulo que compila informações de temperatura desde 2004, tivemos os seguintes recordes:

30/09/2020 - 36,8°C de média na Cidade, sendo a temperatura máxima mais alta do ano e da primavera, que começou em 22/09/2020.

30/09/2020 - 38,1°C em Jaçanã/Tremembé, Zona Norte, foi a temperatura absoluta mais alta registrada pelo CGE, durante o ano e primavera.

Já a máxima média mais alta de toda a série histórica do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de temperatura desde 2004, ocorreu em:

26/09/2004 - com 37,1°C de média na Cidade.

27/09/2004 - 40,4°C na Freguesia do Ó, Zona Norte foi a máxima absoluta mais alta de todo o histórico do Centro.

Para outubro a média de chuvas esperadas é de 105,9mm e a média de temperatura é de 16,6°C e máxima de 26,5°C.


Quarta-feira (30) registra a maior temperatura máxima do ano e da primavera

30/09/20 17:14 - Quarta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta quarta-feira (30) registrou a máxima mais alta da primavera, que começou dia 22/09/2020 e do ano com 36,8°C de média na Cidade. Anterior a este valor, a mais alta do ano e da estação, havia ocorrido em 27/09/2020 com 34,8°C. 


Já em Jaçanã Tremembé, Zona Norte, este valor foi ainda maior com 38,1°C. O recorde de temperatura máxima absoluta anterior, também havia ocorrido em 27/09/2020 com 36,2°C em Itaquera. 


Já a máxima média mais alta de toda a série histórica do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de temperatura desde 2004, ocorreu em 26/09/2004 com 37,1°C. Já a máxima absoluta mais alta de todo o histórico ocorreu em 27/09/2004 na Freguesia do Ó, Zona Norte, com 40,4°C.


"O fortalecimento do bloqueio atmosférico, massa de ar seco e quente, que está com o seu centro sobre as regiões Sudeste e o Centro Oeste do Brasil está favorecendo os novos recordes de temperatura, além dos baixos índices de umidade do ar", explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia.


Nessas condições, o recomendável é beber muita água para manter-se hidratado, suprimir exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 16h, evitar a exposição prolongada ao sol, usar soros fisiológicos e nos ambientes fechados usar umidificadores, toalhas molhadas e baldes com água para atenuar os efeitos do ar seco. Até a sexta-feira (02), as máximas superam os 35°C e por conta disso, devem ser registrados novos recordes de calor.


A quinta-feira (01) será ensolarada, quente e seca. Os termômetros oscilam entre 20°C na madrugada e 37°C no meio tarde. Menores índices de umidade em torno a um pouco abaixo dos 20%.


Na sexta-feira (02) o cenário se repete. Madrugada abafada com mínima de 22°C e tarde com máxima de 37°C. Os menores percentuais de umidade oscilam abaixo dos 20%.


Inverno termina como o sétimo mais chuvoso desde 1995

22/09/20 11:00 - Terça-feira

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas, (CGE) da Prefeitura de São Paulo, que armazena dados desde 1995, o inverno de 2020 foi o 7º mais chuvoso da série histórica, com volume médio de 160,5mm registrados.

Este inverno seguiu a tendência do ano passado ficando um pouco acima da média esperada que é de 136,9mm, ou seja, as chuvas neste inverno superaram a média histórica em 23,6mm, o que equivale a 17,2%. Vale ressaltar que, o acumulado de 160,5mm compilados durante o inverno foi praticamente registrado em apenas cinco dias.

Nos dias 26 e 27 de junho o acumulado médio foi de 78,7mm e nos dias 16, 17 e 21 de agosto, mais 42,2mm, com total de 120,9mm. Este valor registrado em cinco dias é muito elevado se comparado com o total registrado ao longo do inverno, que foi de 160,5mm.

“Este volume alto em poucos dias se justifica pela passagem de sistemas frontais e de cavados, que são áreas alongadas de baixa pressão atmosférica e que normalmente produzem altos volumes de precipitação”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O inverno mais chuvoso continua sendo o de 2009, que registrou 352,2mm ao longo da estação, e o menos chuvoso foi o de 2017, que registrou apenas 61,6mm. “Com o fim do inverno, gradativamente as chuvas passam a ser mais frequentes e volumosas, normalmente acompanhadas de fortes rajadas de vento e queda de granizo” comenta Nazário.

No decorrer da estação, que contabiliza 93 dias, segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo apenas em 28 dias houve ocorrência de chuvas ou chuviscos na Capital paulista ao longo do inverno

Em relação às temperaturas, este não foi um inverno rigoroso. Destaque para o mês de agosto que teve o dia mais frio do ano, com as mínimas e a máxima mais baixa de 2020. No geral, em julho as mínimas ficaram cerca de 0,7°C acima da média esperada e as máximas 1,0°C acima. Em agosto tanto as mínimas quanto as máximas ficaram 0,9°C abaixo do esperado. Já em setembro, até o final da estação as mínimas ficaram 1,8°C acima da média e a máxima 3,2°C acima do esperado. As madrugadas mais frias da estação foram observadas nos dias 21 e 26 de agosto, quando a média da Cidade foi de 8,1°C e a menor temperatura absoluta foi aferida no dia 27 de maio em Engenheiro Marsilac, Zona Sul, com termômetros na marca de 1°C.

A temperatura mais alta do inverno ocorreu em 12 de setembro, com temperatura média máxima de 34,1°C. O dia mais seco foi no dia seguinte, 13 de setembro, com a média de umidade mínima de 21,5% e umidade mínima absoluta de 16,3% registrada na estação do Anhembi, na Subprefeitura da Sé. A persistência de bloqueios atmosféricos impediu muitas vezes o avanço livre de frentes frias e a formação de nuvens carregadas que provocam chuvas. Entretanto, vale ressaltar que este cenário é bastante comum nessa época do ano.

Primavera terá influência do fenômeno La Niña

A primavera começa dia 22 de setembro às 10h31 da manhã, horário de Brasília. É uma estação de transição entre o inverno frio e seco e o verão quente e úmido.

Segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, são esperados 357,5mm de chuva durante a estação, que termina dia 21 de dezembro quando começa o verão, às 07h02 da manhã, no horário de Brasília.

“Os modelos numéricos de previsão apontam que a primavera vai transcorrer com a presença do fenômeno La Niña, que esfria as águas do Pacífico equatorial. Há uma tendência da atuação desse fenômeno com fraca intensidade até o fim da estação, ou seja, podemos ter um verão com La Niña que reduz a temperatura e o volume de chuvas”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia.

Durante a primavera, são esperadas grandes oscilações de temperaturas, além disso podem ocorrer ondas de frio tardias que se estendem por alguns dias com mínimas e máximas abaixo da média esperada, que seria entre 15°C e 19°C as mínimas e 26°C e 28°C as máximas.


Agosto termina com mais que o dobro de chuvas esperadas

01/09/20 12:29 - Terça-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas, (CGE) da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de chuva desde 1995, agosto termina como o 5º mais chuvoso da série histórica.

Foram 60,6mm, sendo que o esperado era 28,1mm, ou seja 116% acima da média. Foram dez dias com registro de precipitação, sendo o dia 21 o mais chuvoso com 16,0mm.

Algumas regiões da Cidade registraram volume de precipitação ainda maior do que a média na Cidade durante o mês:

Zona Sul - 70,7mm

Zona Oeste - 62,2mm

Centro - 57,6mm

Zona Norte - 56,8mm

Zona Leste - 55,4mm

 

"Uma frente fria conseguiu romper o bloqueio atmosférico na metade no mês e chegou ao Estado de São Paulo com força para mudar o tempo, o que provocou chuvas mais significativas e generalizadas. Mesmo assim, as precipitações ocorreram concentradas em poucos dias, já que a maior parte de agosto permaneceu com tempo seco. Como este é o período mais seco do ano e a média histórica é muito baixa, o acumulado superou facilmente o esperado para o mês”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

Os anos de agosto mais chuvosos foram:

2000 - 73,8mm

2008 - 73,4mm

2016 - 68,5mm

2017 - 61,1mm

 

Já os cinco menos chuvosos, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

2012 - 0,1mm

2004 - 1,3mm

2006 - 1,6mm

1999 - 2,1mm

2013 - 5,7mm

 

Com relação às temperaturas no mês de agosto, a mínima esperada era de 13,5°C e o mês registrou 12,6°C. A máxima esperada era de 24,4°C e a registrada foi 23,5°C.

“As temperaturas permaneceram levemente acima da média histórica na maior parte do período, entretanto a chegada de uma intensa massa de ar polar provocou acentuado declínio nas mesmas, na metade do mês. Este sistema causou uma onda de frio intensa, mas que não se prolongou por muito dias. O resultado foi que a média mensal das temperaturas ficou um pouco abaixo do normal”, comenta Pantera.

Segundo o CGE da Prefeitura de São Paulo, sobre os recordes de temperatura ao longo do ano, até o mês de agosto, a Capital paulista registrou:

 

Menor temperatura mínima:

21 e 26/08/2020 - 8,1°C de média na Cidade;

27/05/2020 - 1°C menor temperatura absoluta do ano, em Engenheiro Marsilac, Zona Sul;

Menor temperatura máxima:

21/08 - 12°C de média na Cidade;

Maior temperatura mínima:

11/01 - 22,5°C de média na Cidade;

11/01 - 24,1 maior temperatura absoluta na Sé, Centro;

Maior temperatura máxima:

01/01/2020 - 33,7°C de média na Cidade;

01/01/2020 - 35,9°C maior absoluta em Pirituba/Jaraguá, Zona Norte;

 

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, em setembro são esperados 69,6mm de chuva, com média de temperatura mínima em 15,1°C e média de máxima em 25,6°C.


Sexta-feira (21) termina com a menor temperatura mínima do ano

22/08/20 00:52 - Sábado

Segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, esta sexta-feira (21) termina com a temperatura mínima mais baixa do ano, foram 8,1°C de média na Cidade. No bairro de Capela do Socorro, Zona Sul, foi registrada a temperatura absoluta mais baixa de hoje com 6,7°C.

Anterior a este dado, a mínima mais baixa do ano havia sido registada nos dias 27 e 28 de maio com 8,7°C de média na Cidade. "Isso ocorreu devido a passagem de uma frente fria, que trouxe chuvas para a Capital paulista, associada a uma forte massa de ar polar que derrubou as temperaturas", explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

Também nesta sexta-feira (21) ocorreu a máxima mais baixa do ano, por volta de 00h30, com 12°C de média na Cidade. Já em Parelheiros, Zona Sul a máxima foi ainda mais baixa com 10,2°C.

Analisando as temperaturas durante estes 22 dias de agosto, os valores ficaram próximos aos esperados para o mês, já que a média das mínimas está em 13,5°C e a média das máximas em 24°C. Eram esperadas mínimas em 13,5°C e máximas em 24,4°C em média.

A frente fria se afasta do litoral paulista, mas os ventos úmidos que sopram do oceano ainda causam nebulosidade e chuviscos nos próximos dias. A forte massa de ar polar passa a predominar sobre o Estado de São Paulo, causando frio intenso principalmente durante as madrugadas.

O sábado (22) segue com muita nebulosidade, chuvas fracas e chuviscos, que tendem a diminuir no decorrer do dia. A sensação ainda deve ser de muito frio, com temperaturas variando entre mínimas de 8°C e máximas de 14°C.

No domingo (23) as condições de chuva diminuem e o sol retorna entre nuvens no decorrer do dia. Mesmo assim a sensação de frio segue intensa com temperaturas variando entre 9ºC e máximas que não devem superar os 16ºC.


CGE da Prefeitura de São Paulo registra menor máxima do ano

21/08/20 14:54 - Sexta-feira

Segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de 29 estações meteorológicas automáticas espalhadas pela Cidade de São Paulo, esta sexta-feira (21) registrou a máxima mais baixa do ano durante a madrugada, por volta de 00h30 com 12°C de média na Cidade. Já em Parelheiros, Zona Sul a máxima foi ainda mais baixa com 10,2°C.

Anterior a esta máxima, a mais baixa havia ocorrido durante a tarde em 15/07/2020 com 15°C de média e 12,5°C em Parelheiros e Engenheiro Marsilac, Zona Sul.

A mínima mais baixa do ano permanece a registrada em 27 e 28/05/2020 com 8,7°C em média na Cidade. Já a mínima absoluta mais baixa do ano permanece a registrada em 27/05/2020 com 1°C em Engenheiro Marsilac, Zona Sul.

"Este quadro atípico, onde a máxima é observada na madrugada e a mínima é registrada ao longo do dia, ocorreu devido a passagem de uma frente fria acompanhada de uma forte massa de ar polar, que trouxe chuva e frio para a Capital paulista", comenta o meteorologista do CGE Michael Pantera.

Analisando as temperaturas durante estes 21 dias de agosto, os valores ficaram próximos aos esperados para o mês, já que a média das mínimas está em 13,5°C e a média das máximas em 24°C. Eram esperadas mínimas em 13,5°C e máximas em 24,4°C em média.

"Isso ocorreu devido aos primeiros dias do mês terem sido quentes e secos. A frente fria e a massa de ar polar atuando nesses últimos dias, contribuíram para que as temperaturas se mantivessem dentro do esperado, ou seja, houve uma compensação, um equilíbrio", explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

Com relação às chuvas, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, a média esperada para o mês era de 28,1mm e até este dia 21/08/2020 às 13h da tarde, o acumulado estava em 56,0mm, ou seja 99% acima do esperado, ou seja, choveu praticamente o dobro do esperado.

A frente fria se afasta do litoral paulista, mas os ventos úmidos que sopram do oceano ainda causam nebulosidade e chuviscos nos próximos dias. Uma forte massa de ar polar passa a predominar sobre o Estado de São Paulo, causando frio intenso principalmente durante as madrugadas.

O sábado (22) segue com muita nebulosidade, chuvas fracas e chuviscos, que tendem a diminuir no decorrer do dia. A sensação ainda deve ser de muito frio, com temperaturas variando entre mínimas de 8°C e máximas de 14°C.

No domingo (23) as condições de chuva diminuem e o sol retorna entre nuvens no decorrer do dia. Mesmo assim a sensação de frio segue intensa com temperaturas variando entre 9ºC e máximas que não devem superar os 16ºC.

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