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São Paulo registra segundo dia mais quente da história do CGE

01/02/19 18:08 - Sexta-feira

De acordo com dados das 29 estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, esta tarde (01) registrou a temperatura média máxima de 36,4°C em São Paulo. Essa é a maior temperatura média máxima do ano e a segunda maior de todo o histórico do órgão, que compila dados desde 2004. As maiores temperaturas absolutas foram observadas nas estações de Pinheiros, com 39,1°C, Butantã, com 38,0°C, e São Mateus, com 37,7°C.

“O bloqueio atmosférico que atua sobre as regiões Sul e Sudeste mantém as temperaturas altas e continua inibindo a formação de nuvens de chuva sobre São Paulo”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

O dia mais quente de todo o histórico segue sendo o dia 19 de janeiro de 2015, quando os termômetros registraram média de 36,5°C na cidade.

O calor continua até domingo, quando a chegada de um sistema frontal abaixará as temperaturas. 

Tendência para os próximos dias

A passagem de uma frente fria por São Paulo no domingo traz chuva e diminui o forte calor registrado nas últimas semanas.

O sábado (02) começa abafado, com sol e poucas nuvens na Grande São Paulo e Capital. Os termômetros devem registrar mínimas de 21°C e máximas que podem chegar facilmente aos 35°C. Os índices de umidade do ar ainda permanecem baixos, com os menores valores próximos dos 32%. No final da tarde retornam as condições para a ocorrência de pancadas de chuva, que devem se estender para o período da noite e ser potencializadas pela aproximação de uma frente fria pelo oceano.

No domingo (03) o calor diminui em São Paulo. O dia deve começar com céu nublado na madrugada, termômetros em torno dos 21°C e possibilidade de pancadas isoladas no período da manhã. As chuvas ganham força a partir da tarde e se prolongam para o período noturno, na forma de pancadas com forte intensidade e maior volume de precipitação, o que aumenta o risco de formação de alagamentos e transbordamento de pequenos córregos e rios da Capital. A temperatura máxima deve ficar por volta dos 27°C, enquanto as taxas de umidade do ar variam entre 55% e 95%.


Janeiro é o mais quente da série histórica em São Paulo

01/02/19 10:28 - Sexta-feira

O mês de janeiro foi o mais quente da série histórica do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. De acordo com o aferido pelas 29 estações meteorológicas automáticas do CGE distribuídas pela cidade, a média das temperaturas máximas este mês foi de 32,5°C, 4,1°C acima da média histórica para o período. As temperaturas mínimas também ficaram acima do esperado: a média na cidade foi de 20,3°C, superior em 0,8°C ao aguardado. Assim, este mês foi o janeiro mais quente da série do CGE, que compila dados de temperatura desde 2004. 

O dia mais quente deste mês foi o dia 30, que registrou 35,6°C em média em São Paulo. Nesta data ocorreu também a maior temperatura absoluta (38,1°C), aferida no Itaim Paulista. Para efeito de comparação, o dia mais quente observado pelo CGE desde 2004 foi 19 de janeiro de 2015, que teve média de 36,5°C na cidade e absoluta de 38,4°C, observada no Butantã.

“As temperaturas ficaram elevadas em função do posicionamento de um bloqueio atmosférico que impediu a livre passagem das frentes frias por São Paulo durante um longo período”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE. “Fevereiro já começa com o rompimento deste bloqueio, o que traz alívio temporário do calor”, completa Nazário.

Chuva e umidade

As chuvas, que totalizaram 263,7mm, ficaram ligeiramente acima da média pluviométrica observada desde 1995, que é de 258,5mm. Entre os 33 pontos em que os índices pluviométricos são monitorados pelo CGE em São Paulo, os mais chuvosos neste mês foram Santo Amaro, com 356,1mm, Sé/Bela Vista, com 338,9mm e Perus, com 324,5mm. Já os locais com menos precipitações foram Parelheiros, Sapopemba e Aricanduva/Vila Formosa, com 187,7mm, 192,2mm e 204,3mm, respectivamente.

Em relação às regiões da cidade, os índices pluviométricos médios foram maiores no Centro (319,3mm), seguido pelas zonas Oeste (301,8mm), Norte (274,3mm), Sul (257,2mm) e Leste (243,6mm).

Dos 31 dias de janeiro, 27 registraram chuva. A média de dias com chuva para o mês, de acordo com o CGE, é de 24 dias. O dia com maior acumulado médio na cidade foi o dia 25, com 30,4mm, seguido pelos dias 4 (21,6mm) e 17 (19,1mm). 

Vale observar que janeiro é, de acordo com os dados do CGE, o mês mais chuvoso do ano em São Paulo. Para fins de comparação, os meses de janeiro com maiores índices foram os de 2010 (464,9mm) e 2011 (412,5mm). Já os janeiros mais secos foram os de 2007 (131,2mm), 1998 (159,3mm) e 2013 (166,9mm).

A umidade do ar se manteve acima dos valores considerados críticos pela OMS durante quase todo o mês, ficando abaixo desse valor apenas durante pequenos períodos dos dias 28, 30 e 31.

Tendência para fevereiro e para os próximos dias

O mês de fevereiro ainda deve transcorrer sob influência do fenômeno El Niño, que favorece a ocorrência de temperatura acima da média e de temporais nos finais de tarde. Assim, as condições de calor e chuvas persistem em fevereiro, mas com eventuais alívios devido à passagem de sistemas frontais intensos o suficiente para quebrar os bloqueios atmosféricos, como o que deve ser observado neste fim de semana.

A passagem de uma frente fria por São Paulo no domingo traz chuva e diminui o forte calor registrado nas últimas semanas.

O sábado (02) começa abafado, com sol e poucas nuvens na Grande São Paulo e Capital. Os termômetros devem registrar mínimas de 21°C e máximas que podem chegar facilmente aos 35°C. Os índices de umidade do ar ainda permanecem baixos, com os menores valores próximos dos 32%. No final da tarde retornam as condições para a ocorrência de pancadas de chuva, que devem se estender para o período da noite e ser potencializadas pela aproximação de uma frente fria pelo oceano.

No domingo (03) o calor diminui em São Paulo. O dia deve começar com céu nublado na madrugada, termômetros em torno dos 21°C e possibilidade de pancadas isoladas no período da manhã. As chuvas ganham força a partir da tarde e se prolongam para o período noturno, na forma de pancadas com forte intensidade e maior volume de precipitação, o que aumenta o risco de formação de alagamentos e transbordamento de pequenos córregos e rios da Capital. A temperatura máxima deve ficar por volta dos 27°C, enquanto as taxas de umidade do ar variam entre 55% e 95%.


São Paulo registra a maior temperatura média máxima do ano

21/01/19 19:05 - Segunda-feira

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (21) foi registrada a maior temperatura média máxima do ano na Capital paulista, com 34,7°C. Porém no bairro de Itaim paulista, Zona Leste, este valor foi ainda maior com 37,7°C.

Anterior a este dado, a maior média máxima do ano havia sido registrada dia 08/01/2019 com 34,4°C. Já a maior temperatura absoluta, que é a maior registrada nos bairros da Cidade, foi computada em 09/01 no Itaim paulista, Zona Leste, com 39,6°C.

"A semana terá condições típicas de verão, com sol, calor e pancadas de chuva forte no final das tardes. Não se descarta novos recordes de temperatura", comenta o técnico de meteorologia do CGE, Adilson Nazário.

Na terça-feira (22) as condições atmosféricas não sofrem alterações significativas. O predomínio será de sol com temperaturas em elevação. Os termômetros variam entre mínimas de 22ºC e máximas em torno dos 32ºC. A umidade do ar segue alta, com valores entre 42% e 90%. As nuvens carregadas que provocam chuvas fortes se formam a partir da tarde e se estendem para as primeiras horas da noite.

Na quarta-feira (23) o cenário permanece o mesmo. Madrugada quente e abafada com termômetros por volta dos 23°C. As temperaturas sobem rapidamente e a máxima deve ficar em torno dos 33°C, enquanto os percentuais de umidade do ar oscilam entre 40% e 85%. Mais uma vez os temporais se formam entre a tarde e início da noite em função da chegada da brisa marítima. A chuva forte virá acompanhada de descargas elétricas (raios), eventuais rajadas de vento e até queda de granizo. 


Dezembro é o segundo mais seco desde 1995

02/01/19 12:32 - Quarta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), este mês de dezembro foi o segundo mais seco de toda a série histórica do órgão, que compila dados desde 1995. O acumulado mensal foi de apenas 109,7mm em média na cidade, ficando pouco mais de 42% abaixo dos 190,7mm esperados para o mês. 

“O mês foi caracterizado por chuvas mal distribuídas. As exceções foram os dias 1 e 23, cujas chuvas generalizadas totalizaram 45% do observado no mês”, observa Thomaz Garcia, meteorologista do CGE. 

Apenas em 2013 houve um dezembro mais seco, com 97,2mm. Em terceiro lugar ficaram empatados os dos anos de 1999 e 2003, com 117,2mm. Por outro lado, os maiores acumulados registrados em dezembro ocorreram nos anos de 2012, com 305,1mm, 1996, com 278mm, e 2009, com 260,4mm.

Temperaturas e umidade

Em dezembro, a média das temperaturas mínimas (18,5°C) ficou muito próxima do esperado de acordo com a média histórica (18,9°C). Já as máximas, com 30,1°C em média, ficaram acima do aguardado, que era de 28,2°C. A temperatura máxima se manteve acima dos 30°C entre os dias 10 e 23. “Este período foi o mais quente de toda a primavera de 2018”, ressalta Garcia. 

O mês registrou a tarde mais quente do ano de 2018 em 17 de dezembro, com 34,8°C em média na cidade. A máxima absoluta, de 37,8°C, foi aferida no dia 14 na estação meteorológica automática de Itaim Paulista, na Zona Leste. 

A umidade do ar se manteve acima dos valores considerados críticos pela OMS durante quase todo o mês, ficando abaixo desse valor apenas durante um curto período do dia 24.

Expectativa para janeiro

O verão, que começou no dia 21 de dezembro, se caracteriza basicamente por dias mais longos e noites mais curtas. Em São Paulo usualmente ocorrem mudanças rápidas nas condições do tempo, que em um breve período varia de sol e calor a chuvas de curta duração e forte intensidade, que ocorrem principalmente no período da tarde.

Neste ano a estação transcorre sob a influência do fenômeno El Niño, que se caracteriza pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Pacífico Equatorial. Com isso, é esperado para o Sudeste um aumento nas temperaturas em relação à média, favorecendo os temporais no final das tardes associados ao calor e à chegada da brisa marítima. Assim, podemos aguardar um verão com chuvas irregulares e temperaturas ligeiramente acima da média em São Paulo.

A quinta-feira (03) será mais um dia típico de verão, com sol, calor e pancadas de chuva entre a tarde e a noite. O solo encharcado eleva o potencial para formação de alagamentos intransitáveis. Mínima de 22°C e máxima de 33°C.

Na sexta-feira (04), o sol aparece entre muitas nuvens no decorrer da manhã e a sensação de tempo abafado predomina. À tarde e à noite, o calor e a aproximação de uma frente fria geram áreas de instabilidade que provocam chuva forte e generalizada, acompanhadas de trovoadas e rajada de vento. Há potencial para formação de alagamentos, transbordamentos e deslizamentos de terra nas áreas de risco. Os termômetros oscilam entre 20°C e 30°C.


Último dia do ano será de sol e calor na Capital paulista

28/12/18 11:19 - Sexta-feira

De acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, não são esperadas chuvas significativas para os próximos dias, inclusive durante a passagem para o Ano Novo.

No sábado (29), o ar mais seco ganha força e o sol brilha forte o dia todo favorecendo a elevação da temperatura. Mínima de 19°C e máxima de 30°C. A umidade do ar apresenta declínio, com percentuais mínimos em torno dos 45%. Não são esperadas chuvas.

O domingo (30) será mais um dia ensolarado e quente na região metropolitana de São Paulo. O amanhecer terá poucas nuvens e termômetros por volta dos 19°C. Durante a tarde, a máxima alcança os 32°C e não há previsão de chuva.

O quadro se repete na segunda-feira (31) véspera de Ano Novo, que terá um dia ensolarado na Capital paulista. A mínima será de 20°C e a máxima alcança os 32°C. Não são esperadas chuvas, inclusive durante a madrugada.

Já a terça-feira (01), primeiro dia de 2019, começa com mínima de 20°C. O sol brilha forte no decorrer do período e a máxima alcança os 32°C. “A combinação de calor e umidade formam áreas de instabilidade que atuam de forma isolada durante a tarde na Capital paulista”, comenta o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Os modelos numéricos de previsão apontam que a primeira semana do ano transcorre sob condições típicas de verão, com muito sol, calor, sensação de tempo abafado e pancadas de chuva no período da tarde que podem se prolongar para a noite.


Verão começa nesta sexta-feira (21) às 20h22 da noite

20/12/18 15:39 - Quinta-feira

O verão começa na próxima sexta-feira (21) às 20h22 da noite, horário de Brasília e deve transcorrer sob a influência do fenômeno El Niño, que se caracteriza pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Pacífico Equatorial. Ou seja, podemos esperar um verão com chuvas e temperaturas ligeiramente acima da média.

No hemisfério Sul, a estação se estende aos meses de janeiro, fevereiro e termina em meados de março. Especialmente para o Sudeste é esperado um aumento significativo nas temperaturas, favorecendo os temporais no final das tardes associados ao calor e a chegada da brisa marítima.

Em São Paulo, segundo dados compilados desde 2004 pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, os valores de temperatura apresentam as seguintes médias mensais:

Dezembro – mínima 18,9°C e máxima de 28,2°C máxima;

Janeiro – mínima 19,5°C e máxima de 28,4°C;

Fevereiro – mínima 19,8°C e máxima de - 29,8°C;

Março - mínima 19,1°C e máxima de 28,1°C;

Com relação às chuvas, o CGE compila dados de 1995 e a média mensal esperada para os meses é:

Dezembro - 190,7mm;

Janeiro - 261,7mm;

Fevereiro - 216,4mm;

Março - 175,5mm;

"O verão se caracteriza basicamente por dias mais longos e noites mais curtas, são observadas também, mudanças rápidas nas condições do tempo levando à ocorrência de chuvas de curta duração e forte intensidade, principalmente no período da tarde”, explica o meteorologista do CGE, Michael Pantera.

“Estas instabilidades podem estar associadas à passagem de sistemas frontais e à formação do sistema meteorológico conhecido por Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), cuja principal característica é a ocorrência de chuvas por vários dias, resultando em enchentes e deslizamentos de terra”, comenta Pantera.

Os próximos dias seguem com condições típicas de verão, ou seja, sol e calor com pancadas de chuva no final das tardes. A sexta-feira (21) segue com sol, calor e baixos índices de umidade nas horas mais quentes. Os termômetros devem variar entre mínimas de 22°C e máximas que devem superar os 33°C. Entre o final da tarde e o início da noite retornam as condições de chuvas na forma de pancadas com até forte intensidade.

No sábado (22) o tempo não muda muito e persistem as condições de sol e calor no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 21ºC e máximas que podem superar os 33ºC. No final da tarde a chegada da brisa marítima causa aumento de nebulosidade e chuvas na forma de pancadas com trovoadas e rajadas de vento.


Tarde de sexta-feira (14) registra a maior temperatura máxima do ano

14/12/18 19:24 - Sexta-feira

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta sexta-feira (14) registrou a maior temperatura máxima do ano e da primavera, com 34,6°C de média. No bairro do Itaim paulista, Zona Leste, a máxima foi ainda maior com 37,8°C.


Anteriormente, a maior máxima do ano havia sido registrada no dia 14/03/2018 com média na Cidade de 33,9°C, enquanto no Butantã, Zona Oeste, foram 35,3°C. 


Já a maior temperatura máxima registrada na primavera, ocorreu em 24/09/2018 quando os termômetros marcaram 33,5°C de média na Cidade. No mesmo dia, o bairro do Butantã, Zona Oeste, computou 36,7°C.


"O quadro é comum para época do ano, especialmente com a proximidade do verão, que tem como principal característica temperaturas elevadas, sensação de tempo abafado e chuvas no final das tardes", explica Michael Pantera, meteorologista do CGE.


Os modelos de previsão climática indicam uma evolução das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico Equatorial para a configuração de um evento do fenômeno El Ñino, no decorrer da próxima estação. Dessa forma o verão deve apresentar temperaturas acima da média, condição que favorece os temporais nos finais de tarde.


“Os próximos dias seguem com condições típicas de verão, ou seja, sol e calor com pancadas de chuva no final das tardes. Não se descarta a ocorrência de novos recordes de temperatura máxima”, comenta Pantera.


No sábado (15) persistem as condições de sol e calor no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 20ºC e máximas que podem superar os 33ºC. No final da tarde a chegada da brisa marítima causa aumento de nebulosidade e chuvas na forma de pancadas com trovoadas e rajadas de vento.


O domingo (16) segue com sol, calor e baixos índices de umidade nas horas mais quentes. Os termômetros devem variar entre mínimas de 20°C e máximas que podem superar os 33°C. Entre o final da tarde e o início da noite retornam as condições de chuvas na forma de pancadas com até forte intensidade.











Novembro tem chuvas dentro do esperado

03/12/18 12:40 - Segunda-feira

De acordo com os dados meteorológicos do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), novembro registrou chuvas praticamente dentro do aguardado. Os pluviômetros do CGE aferiram 133,7mm em média na cidade este mês, enquanto o esperado segundo o histórico para o período é de 138,1mm.

“Vale observar que novembro vinha apresentando índices de chuva abaixo do esperado até a última semana, que recuperou boa parte do acumulado mensal”, observa Michael Pantera, meteorologista do CGE.

Com este acumulado, o mês de novembro de 2018 ficou em 14º no ranking de novembros mais chuvosos desde 1995, ano de início da base de dados do CGE. Os mais chuvosos foram os de 2015 e 2006, com 249,5mm e 217,2mm, respectivamente, e os mais secos foram os de 1998 e 1999, com 33,4mm e 67,2mm, respectivamente.

A Zona Leste foi a única região da cidade que recebeu chuva acima da média, acumulando 149,5mm. Fora esta, as regiões em que mais choveu foram as zonas Sul, com 132mm, Oeste, com 126,6mm, Norte, com 120,9mm e Centro, com 115,9mm. 

As subprefeituras que registraram mais chuvas foram, respectivamente, Vila Prudente (185,0mm), Penha (177,3mm) e São Miguel Paulista (165,2mm). Já as subprefeituras que receberam menor volume de chuvas foram as da Casa Verde (98,8mm), Sé (102,3mm) e Pirituba/Jaraguá (102,8mm).

Temperaturas e umidade

Neste mês de novembro, a média das temperaturas mínimas (17°C) ficou muito próxima do esperado de acordo com a média histórica (17,4°C). Já as máximas, com 26,3°C em média, ficaram quase iguais ao esperado, que é de 26,5°C. O mês transcorreu sob neutralidade climática, ou seja, sem fenômenos como La Niña ou El Niño, e não houve recordes nem de frio, nem de calor.

A umidade do ar se manteve durante todo o mês acima dos valores considerados críticos pela OMS.

Tendência para dezembro

A primavera é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também é normal a ocorrência ondas de frio tardias. No fim deste mês (dia 21) começa o verão, que é a estação do ano mais chuvosa na cidade de São Paulo.

Os modelos de previsão climática continuam indicando a alta probabilidade da configuração de um episódio de El Niño com intensidade de fraca a moderada para o verão, segundo os institutos internacionais de meteorologia. Vale lembrar que os impactos do El Niño no Brasil dependem de muitos fatores, como por exemplo a temperatura da superfície do mar em parte do Oceano Atlântico. Dezembro deve ser mais chuvoso que novembro, já que sua média histórica (190,7mm) é superior. 

Nos próximos dias o sol retorna e favorece a elevação das temperaturas, o que pode provocar pancadas isoladas de chuva no final das tardes.

A terça-feira (04) deve apresentar com sol entre nuvens e temperaturas em elevação no decorrer do dia. Os termômetros devem variar entre mínimas de 17°C e máximas que podem superar os 29°C. No final da tarde a chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade e pode provocar chuvas rápidas e isoladas.

Na quarta-feira (05) o sol provoca a rápida elevação das temperaturas no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 18ºC e máximas que podem chegar aos 31ºC. Entre o final da tarde e a noite a nebulosidade aumenta e há condições para chuvas na forma de pancadas com descargas elétricas e rajadas de vento, o que eleva o potencial para formação de alagamentos e queda de árvores na Grande São Paulo.


Feriado prolongado terá passagem de duas frentes frias por São Paulo

14/11/18 12:02 - Quarta-feira

O fim de semana prolongado pelos feriados da Proclamação da República (15) e do Dia da Consciência Negra (20) será marcado pela passagem de duas frentes frias por São Paulo, segundo a equipe de meteorologia do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo. A primeira delas chegará na quinta-feira (15) e a segunda, entre o domingo (18) e a segunda-feira (19). Estes sistemas meteorológicos trazem chuvas e provocam o declínio das temperaturas. “As simulações atmosféricas mais recentes indicam que este período será de chuva, o que ajudará a recuperar o déficit observado na primeira quinzena de novembro”, explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE. “Os primeiros 14 dias de novembro registraram menos de 10% da chuva esperada para todo o mês”, completa Nazário.

Na quinta-feira (15) a propagação de uma frente fria pelo oceano causa aumento de nebulosidade e provoca pancadas de chuva alternadas com períodos de melhoria ao longo do dia. Há risco de chuva forte, além de descargas atmosféricas (raios) e eventuais rajadas de vento, o que aumenta o potencial para quedas de árvores e formação de alagamentos. Essa condição meteorológica inibe bastante a elevação das temperaturas, que devem registrar mínima de 19°C e máxima de apenas 27°C. Os índices de umidade do ar se elevam significativamente, com valores acima dos 52%.

Na sexta-feira (16), o sistema frontal deixa o tempo instável e chuvoso durante o dia. A mudança na direção dos ventos, que passam a soprar do mar em direção ao continente, deixa o céu com muitas nuvens e, consequentemente, as temperaturas não sobem muito. Mínima de 18°C e máxima por volta dos 24°C, com percentuais de umidade do ar acima dos 62%. 

O sábado (17) será marcado por um ambiente pré-frontal, em função do avanço de uma nova frente fria que deve chegar entre o domingo (18) e a segunda-feira (19). Com isso, espera-se pancadas isoladas de chuva com até forte intensidade à tarde, sem mudanças significativas nas temperaturas. As mínimas se aproximam dos 18°C e as máximas, dos 25°C. 

No domingo (18), as chuvas se intensificam entre a tarde e a noite, também com momentos de forte intensidade, e espera-se mínimas de 18°C e máximas de 27°C.

Na segunda-feira (19) as chuvas começam no fim da madrugada e ganham força, apresentando volumes mais elevados entre o período da manhã e o início da tarde. As temperaturas declinam, com mínimas em torno dos 18°C durante a madrugada, e até 27°C de máxima, a ser observada no período da tarde.

O dia 20, Dia da Consciência Negra, transcorre com uma melhora gradativa nas condições do tempo, com muita nebulosidade e chuvas fracas intermitentes. “O sistema de alta pressão atmosférica mantém o vento predominante de sudeste, aumentando ligeiramente a sensação de frio, principalmente entre o fim da noite e o início da manhã”, explica Nazário. As mínimas ficam em torno dos 15°C e as máximas não devem superar os 22°C.




Feriado prolongado deve transcorrer com tempo instável

01/11/18 15:05 - Quinta-feira

De acordo com a previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o feriado prolongado deve começar com máxima em torno dos 24°C, com chuva mais forte atuando no sábado (03) devido a aproximação de uma frente fria.


Na sexta-feira (02), feriado de Finados, o dia deve começar com muitas nuvens e garoa entre a madrugada e o início da manhã. "No restante do período, o predomínio é de céu nublado e poucas aberturas de sol", comenta Thomaz Garcia, meteorologista do CGE. A mínima prevista é de 18°C com máxima de 24°C.


No sábado (03) o dia começa com sol, favorecendo a rápida elevação das temperaturas. “Durante a tarde, o calor e a propagação de uma frente fria sobre o oceano, geram nuvens carregadas que provocam pancadas de chuva com forte intensidade e potencial para formação de alagamentos”, explica Garcia. As precipitações virão acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento. Os termômetros oscilam entre 18°C ao amanhecer e 29°C no início da tarde.


Já no domingo (04), após a passagem da frente fria, os ventos úmidos que sopram do mar vão manter o tempo fechado e com garoa ocasional. A mínima prevista é de 18°C com máxima de 23°C. Pouca coisa muda na segunda-feira (05) que começa com muita nebulosidade e sensação de frio com eventuais chuviscos. Mínima de 17°C com máxima de 21°C.

Fevereiro de 2019


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