Capital paulista registra a tarde mais fria do ano

18/07/17 17:30 - Terça-feira

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta terça-feira (18) foi a mais fria do ano com 9,4ºC em média na Cidade, às 15h da tarde. No mesmo horário, no bairro de Parelheiros, Zona Sul, os termômetros marcavam 6,5ºC.

Anterior a esse dado a tarde mais fria do ano havia ocorrido no dia 24/07/2013 quando às 15h a temperatura média na Capital paulista era de 7,5ºC, enquanto no mesmo horário, também em Parelheiros, Zona Sul, a temperatura era de 6,6ºC.

“A chegada de uma massa de ar frio de origem polar, derrubou as temperaturas no decorrer do dia desta terça-feira. A máxima ocorreu durante a madrugada, com os termômetros marcando 16,3ºC”, explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Nos próximos dias o intenso ar frio de origem polar continua atuando na Capital paulista. Na quarta-feira (19) o dia começa com muita nebulosidade, sensação térmica baixa e sem expectativa de chuva significativa, apenas chuviscos. “A mínima esperada é de 7ºC com máxima de apenas 14ºC. Há possibilidade de novo recorde durante a tarde”, diz o meteorologista.

Na quinta-feira (20) as temperaturas começam a subir gradativamente. O sol volta a predominar e a temperatura fica amena durante à tarde. “Após um alívio do tempo seco, a umidade relativa do ar volta a declinar, com percentuais mínimos próximos a 45%”, comenta Garcia. A temperatura mínima prevista é de 9ºC com máxima de 20ºC.

Segundo os modelos numéricos de previsão do tempo, nos próximos dias o frio diminui e o sol vai facilitar a elevação das temperaturas. “O tempo segue seco e estável, com as máximas em torno dos 24ºC no final de semana”, finaliza Thomaz.

São Paulo já registra 30 dias sem chuvas significativas

13/07/17 19:09 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a Cidade já computa 30 dias sem chuva significativa. O último registro é do dia 13/06 com acumulado de 13,1mm. Após esse período ocorreram apenas garoa nos dias 20 e 21 de junho e nos dias um, dois e três de julho que somados chegam à apenas 0,6mm.

Em 2012 foram 63 dias sem chuvas significativas, o maior período segundo dados do CGE, onde o acumulado entre os dias 17/07 a 18/09, foi de apenas 0,4mm.

Já entre 17/07/2010 à 06/09/2010 o acumulado chegou em 1mm em 51 dias. Enquanto em 2008 foram 41 dias sem precipitação significativa ou garoa entre os dias 23/06 a 02/08. O mesmo ocorreu no ano de 2007 entre 26/07 a 01/09, quando a capital paulista registrou 38 dias sem chuvas.

“Esses longos períodos sem precipitação em São Paulo são comuns no inverno devido a entrada de massas de ar frio de origem polar e aos bloqueios atmosféricos que são mais frequentes”, explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia. “Essa condição atmosférica causa uma diminuição dos níveis de umidade e mantém o tempo seco e estável por vários dias ou até mesmo semanas”, complementa Garcia.

É neste período do ano que ocorre grande amplitude térmica, ou seja, a diferença entre as temperaturas mínimas e máximas variam bastante. Além disso a combinação dos baixos índices de umidade com a falta de chuva facilita a concentração dos poluentes o que prejudica a qualidade do ar nos grandes centros urbanos.

“É comum a incursão de frentes frias, acompanhadas de massas de ar frio em sua retaguarda que podem ter moderada a forte intensidade, derrubando as temperaturas trazendo chuvas e aliviando o tempo seco”, comenta Thomaz.

De acordo com os modelos numéricos de previsão, o tempo seco dá uma trégua a partir da próxima semana. O tempo muda na segunda-feira (17) com a propagação de uma frente fria de fraca atividade pelo litoral paulista. O vento passa a soprar do quadrante sul, diminuindo as temperaturas e aumentando o potencial para chuviscos e garoa ocasional.

“No decorrer da semana a frente fria se afasta rapidamente e a atuação de uma massa de ar frio mantém as temperaturas baixas na grande São Paulo”, finaliza o meteorologista.

Cidade de São Paulo tem a tarde mais fria do ano

02/07/17 17:50 - Domingo

A Capital paulista registrou a tarde mais fria do ano segundo dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo. Foram 16ºC em média na Cidade, porém no bairro de Jabaquara, Zona Sudeste, esse valor foi ainda menor com 13,5ºC de média.

“Uma forte massa de ar frio de origem polar que veio na retaguarda da frente fria, que passou rapidamente ontem pelo litoral paulista, derrubou as temperaturas trazendo frio para São Paulo”, explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Segundo dados do CGE, anterior a esse valor, a tarde mais fria havia ocorrido em 28 de abril quando a média de temperatura não superou os 16,2ºC. Os paulistanos não enfrentavam uma tarde tão fria desde o dia 25 de setembro de 2016 quando a máxima chegou a 15,9ºC.

“A primeira semana de julho será marcada por temperaturas baixas devido à presença da massa de ar frio”, comenta Thomaz.

A segunda-feira (03) terá chuviscos entre a madrugada e o amanhecer, e no período da noite. No decorrer do dia, a nebulosidade persiste, mas com algumas aberturas de sol. “Mesmo assim, a sensação térmica permanece baixa devido aos ventos constantes que sopram do quadrante sul”, explica Garcia. Mínima de 10°C e máxima de 17°C.
 
Na terça-feira (04) ainda há condições para eventual garoa na madrugada. No transcorrer do dia, o céu fica nublado e ocorrem aberturas de sol. Os termômetros variam entre a mínima de 9°C na madrugada e 19°C no meio da tarde.

Junho termina com chuvas acima da média e temperaturas dentro da normal climatológica

30/06/17 18:20 - Sexta-feira

De acordo com a série histórica do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, que compila dados desde 1995, o mês de junho de 2017 termina como o quinto mais chuvoso. Foram 90,8mm precipitados, sendo que a média esperada para o mês é de 51,0mm, ou seja, choveu 78% acima do esperado.

O dia 05 foi o mais chuvoso do mês, com 32,2mm acumulados, e o dia 06 foi o segundo, com 31,5mm. "As áreas de baixa pressão atmosférica vindas da região sul, interferiram nas condições do tempo trazendo chuvas volumosas para a Capital paulista", explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Anterior a este junho, os mais chuvosos foram os de 2012 com 191,4mm; 2016 170,9mm; 2013 com 134,6mm e 1997 com 95,3mm. Segundo dados do CGE, dos últimos seis junhos, quatro ficaram acima da média e três tiveram chuvas acima de 130mm, o que corresponde a mais que o dobro da média.
"Apesar de ser um dos meses climatologicamente menos chuvosos, nos últimos seis anos não tem sido incomum que as chuvas ultrapassem a média esperada para o mês.  Essa condição atmosférica contrariou a expectativa para o outono que normalmente é de redução gradual dos volumes de chuva”, comenta Garcia.

Já as temperaturas transcorreram dentro da normal climatológica. A mínima esperada para o mês é de 13,2°C e a máxima 22,7°C. Porém houveram dias em que a Capital paulista registrou recordes de temperatura mínima, como o sábado (10) onde a média na Cidade foi de 9,4ºC, e em outros locais abaixo, como Capela do Socorro com 4,0ºC, Parelheiros com 5,5ºC, ambas na Zona Sul, e em São Mateus com 7,5ºC, Zona Leste. Anterior a este valor, a madrugada mais fria na Capital paulista havia sido registrada no dia 2 de junho com 11,5ºC.

No domingo (11) houve novo recorde, com média de 7,6ºC, mas em outros locais esse valor foi ainda menor, como em Capela do Socorro com 2,6ºC, Zona Sul, Perus 4,8ºC, Zona Norte, São Mateus 4,9ºC, Zona Leste, e Parelheiros com 5,5ºC, também na Zona Sul.

Para o mês de julho são esperadas temperaturas mínimas em torno de 12,6°C e máximas em 22,7°C. A média de precipitação para a Cidade de São Paulo, é de 46,6mm. “Julho começa com o ingresso de uma massa de ar polar que vai derrubar as temperaturas. No sábado (01) a mínima esperada é de 13°C, enquanto a máxima deve oscilar em torno de 19°C”, comenta, Thomaz.

“A primeira semana de julho deve ser típica de inverno, e a presença de um bloqueio atmosférico, mesmo enfraquecido com a propagação de uma massa de ar frio de origem polar, deve continuar impedindo que ocorram chuvas significativas”, finaliza o meteorologista. 

Inverno começa nesta quarta-feira (21) às 01h24 da madrugada

20/06/17 15:22 - Terça-feira

O inverno, que começa oficialmente na próxima quarta-feira (21) de junho às 01h24 da madrugada, é considerado o período mais seco do ano na região Sudeste, já que as chuvas ocorrem de forma irregular registrando baixos volumes. A estação, que começa nos dez últimos dias de junho e compreende os meses de julho e agosto, historicamente mais secos, terminando nos primeiros 21 dias de setembro, tem como características principais as temperaturas amenas e menos horas de exposição solar, ou seja, os dias são mais curtos e noites mais longas com céu claro.

“O principal sistema responsável por regular o regime de precipitação nesta época do ano é a frente fria, que logo após sua passagem permite a entrada das massas de ar frio que provocam queda nas temperaturas” explica o técnico em meteorologia do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário. “Vale salientar que em alguns momentos os sistemas frontais passam pela região provocando eventos de chuva forte”, complementa o técnico em meteorologia.

Outra característica do inverno é a formação de geadas, especialmente nas regiões serranas. Durante a estação também é comum a ocorrência de inversões térmicas, que ocorrem quando uma camada de ar quente se sobrepõe a uma mais fria causando nevoeiros e neblinas que podem reduzir a visibilidade a menos de 1000 metros nas primeiras horas do dia, se dissipando até o fim do período.

No inverno há maior predominância das massas de ar seco que provocam dias de céu aberto com baixa umidade relativa do ar, que geralmente atingem valores altos no período da manhã, quando o frio é mais intenso, mas caem de tarde, quando as temperaturas sobem, registrando valores inferiores a 40% em algumas localidades.
Segundo consenso entre os diversos centros de previsão climatológica espalhados pelo mundo, não são esperados eventos de El Niño, que o aquecimento das águas superficiais do pacífico equatorial leste, próximo à costa do Peru, e nem de La Niña, que é o resfriamento anômalo das águas do pacífico equatorial. 

Essa neutralidade climática sugere que as temperaturas fiquem na média, ou seja, dentro da normalidade. Com relação ao volume de precipitação, a tendência é de ficar dentro do esperado para cada mês da estação. Entretanto as madrugas continuam frias, facilitando os recordes de temperatura mínima. Já as tardes apresentam pouca nebulosidade e baixa umidade relativa do ar. “No inverno deste ano, não devem ser observadas longas sequências de dias com temperaturas baixas como em 2016, ano que foi bem diferente de 2014 e 2015 que foram mais quentes”, explica o técnico em meteorologia.

Outono termina nesta próxima madrugada

O outono de 2017 termina na próxima madrugada e foi o segundo mais chuvoso da série histórica do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, que compila dados desde 1995. A média de chuva esperada para a estação é de 206,6mm, mas foram computados 357,1mm, ou seja 72,8% acima do esperado.

O outono deste ano só perde para o de 2012 que acumulou um volume médio de 406,8mm. No ano passado choveu 327,1mm e foi o terceiro mais chuvoso da série. Em contrapartida o ano que acumulou o menor volume de precipitação foi o de 2000 com apena 50,2mm.

“O outono de 2017 registrou esse alto volume de chuvas devido a passagem de frentes frias e sistemas de baixa pressão atmosférica sobre a região, associadas ao corredor de umidade da região amazônica”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário.

Os meses de abril, maio e junho, mas principalmente maio, chegou a chover quase três vezes mais. “As chuvas foram mal distribuídas, mas em muitos dias foram registrados volumes relevantes de precipitação. Isso ocorreu devido a passagem de frentes frias e áreas de baixa pressão atmosférica”, comenta Nazário.

Com relação as temperaturas, de acordo com dados do CGE, os meses de março e abril registraram valores ligeiramente abaixo da média, tanto para as mínimas quanto para as máximas. Já nos meses de maio e junho, essas variáveis estiveram ligeiramente acima.

Feriado prolongado transcorre sem previsão de chuvas

14/06/17 20:06 - Quarta-feira

Segundo previsão da equipe de meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o feriado de Corpus Christi, que acontece nesta quinta-feira (15), terá muita nebulosidade e formação de névoa úmida ao amanhecer. "No período da tarde ocorrem poucas aberturas de sol e a sensação de frio persiste, mas não há previsão de chuva significativa", explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia. A mínima prevista é de 14°C e máxima de 20°C.

A sexta-feira (16), deve começar com formação de nevoeiro e névoa úmida. Ainda pela manhã, a nebulosidade se dissipa e o sol passa a predominar, o que vai facilitar a rápida elevação das temperaturas. "Faz frio nas primeiras horas da manhã mas a tarde fica ensolarada e agradável", comenta o meteorologista. Os termômetros oscilam entre 12°C e 24°C. Já os menores percentuais de umidade se aproximam dos 45%.

Pouca coisa muda durante o final de semana na Capital paulista. No sábado (17) e no domingo (18) o dia começa com temperaturas baixas, em torno dos 13ºC, mas no decorrer do período as máximas atingem 25ºC e 26ºC respectivamente. "A formação de nevoeiro persiste, porém ainda pela manhã a nebulosidade se dissipa e o sol predomina, deixando o céu claro e elevando as máximas", explica Thomaz. Atenção para os índices de umidade relativa do ar no domingo (18) que devem oscilar próximos dos 35%, sendo que o recomendado ideal para a saúde, é de 60%.

De acordo com os modelos numéricos de previsão estendida, o tempo muda na terça-feira (20) com a aproximação de uma frente fria. “A nebulosidade aumenta, as temperaturas máximas voltam a cair e podem ocorrer chuvas na forma de pancadas”, finaliza Garcia.

Capital paulista bate novo recorde de temperatura mínima

11/06/17 15:37 - Domingo

Segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a madrugada deste domingo (11) foi a mais fria do ano com média de 7,6ºC, superando o recorde ocorrido na madrugada do sábado (09) quando os termômetros marcaram 9,4ºC de média na Cidade.

"Os bairros mais extremos, com menor densidade populacional e mais arborizados, registram as menores mínima absolutas, comenta o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário. Pela ordem estão, Capela do Socorro com 2,6ºC, Zona Sul, Perus 4,8ºC, Zona Norte, São Mateus 4,9ºC, Zona Leste, e Parelheiros com 5,5ºC, também na Zona Sul. Todos esses valores de temperatura ocorreram entre 06h20 e 7h.

Anterior a este recorde de temperatura mínima, segundo dados do CGE a madrugada mais fria havia sido registrada no dia 13 de junho de 2016, quando os termômetros aferiram média de 3,5ºC e a menor absoluta também foi registrada em Capela do Socorro, Zona Sul, com 0,6ºC.

"Nos próximos dias a massa de ar seco perde força e o frio começa a diminuir na Capital e Grande São Paulo. Hoje o dia fica predominantemente com céu claro. Mesmo assim a temperatura máxima não supera os 22ºC e a umidade relativa do ar declina ainda mais. Os menores valores ficam próximos dos 30% ou ligeiramente abaixo em algumas regiões", explica Nazário.

De acordo com os modelos numéricos de previsão, a madrugada de segunda-feira (12) ainda começa fria. Os termômetros devem registrar valores próximos dos 11ºC e o amanhecer será com sol entre poucas nuvens. Ao longo da tarde a temperatura máxima chega aos 23ºC, enquanto os menores percentuais de umidade do ar ficam em torno dos 35%. Será mais um dia sem previsão de chuva para a Grande São Paulo e Capital.

A terça-feira (13), deve começar com sol e poucas nuvens ao amanhecer e termômetros por volta dos 14ºC. As taxas de umidade do ar se elevam gradativamente e os menores valores permanecem acima dos 52%.

"A propagação de áreas de instabilidade formadas entre o Paraguai e o Mato Grosso do Sul, migram em direção à faixa leste do estado paulista e provocam pancadas de chuva a partir do meio da tarde. As precipitações se estendem para o período da noite, com intensidade moderada à forte em alguns momentos, o que pode causar a formação de alagamentos na Cidade de São Paulo", finaliza o técnico em meteorologia.

Capital paulista registra a madrugada mais fria do ano

10/06/17 17:31 - Sábado

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a madrugada deste sábado (10) foi a mais fria do ano, com média de 9,4ºC na Cidade, porém em outros locais esse valor foi ainda menor, como em Capela do Socorro com 4,0ºC, Parelheiros com 5,5ºC, ambas na Zona Sul, e em São Mateus que registrou 7,5ºC, Zona Leste. Anterior a este valor, a madrugada mais fria na Capital paulista havia sido registrada no dia 2 de junho com 11,5ºC, segundo as estações meteorológicas do CGE.

Desde o dia 24 de maio de 2016 a Capital paulista não registrava uma temperatura tão baixa, quando os termômetros aferiram 9,9ºC em média.

"O sistema de alta pressão atmosférica responsável pelo ar seco e frio, inibe a formação de nuvens de chuva e garante um final de semana com poucas nuvens e céu claro sobre a Grande São Paulo e Capital”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário. “Essa condição aumenta a probabilidade para que tenhamos mais uma madrugada fria e com possibilidade de um novo recorde de temperatura em São Paulo”, comenta Nazário.

A previsão é de termômetros em torno dos 8ºC, porém nos bairros mais afastados e localizados em baixadas e regiões menos urbanizadas a temperatura pode atingir os 5ºC. Hoje a temperatura máxima chegou aos 19,8ºC, enquanto o ar seco fez os percentuais de umidade declinar rapidamente e se aproximar dos 37%. Nas próximas horas a temperatura volta a entrar em rápido declínio, acentuando o frio principalmente no final da próxima madrugada.

No domingo (11) o frio continua em São Paulo, com termômetros na marca dos 8ºC durante a madrugada. "Ao longo do dia a sensação será de frio e o céu permanece com poucas nuvens", explica o técnico em meteorologia. A máxima não supera os 21ºC e os índices de umidade do ar se aproximam dos 30%. O dia vai terminar sem previsão de chuvas.

A próxima semana inicia com frio durante a madrugada. Os termômetros devem registrar valores próximos dos 10ºC e o amanhecer será com sol entre poucas nuvens. Ao longo da tarde a temperatura máxima chega aos 23ºC, enquanto os menores percentuais de umidade do ar podem ficar ligeiramente abaixo dos 30%. "Será mais um dia sem previsão de chuva para a Grande São Paulo e Capital", finaliza Nazário.


Mês de junho já acumula 64,1mm de chuva na Capital paulista

06/06/17 18:36 - Terça-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, este mês de junho já acumula 64,1mm de chuva, ou seja, 26% acima da média esperada que é de 51mm.

Segundo dados do CGE, este é o sexto mês de junho mais chuvoso. “Em 23 anos tivemos oito junhos que superaram a média e 15 ficaram abaixo”, comenta o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário. O primeiro junho mais chuvoso foi o de 2012 com 191,4mm seguido do ano de 2016 com 170,9mm, o terceiro ocorreu em 2013 com 134,6mm, enquanto junho de 1997 registrou 95,3mm ficando em quarto lugar e o quinto foi junho de 1999 com 81,8mm.

A chuva ocorrida entre às 07h do dia 05 até às 13h do dia 06 registrou 63,6mm. “As chuvas ocorreram de forma volumosa na Cidade de São Paulo e Região Metropolitana, devido ao posicionamento de uma área de baixa pressão entre o litoral de São Paulo e Paraná, reforçada pelo canal de umidade da região norte do país”, explica Nazário.

De acordo com as simulações atmosféricas mais recentes, a chuva dá uma trégua nos próximos dias, porém retorna na sexta-feira (09) com a passagem de uma nova frente fria por São Paulo. “Esse sistema se desloca rapidamente, e passa a predominar uma massa de ar frio e seco, que deixa o céu com poucas nuvens e provoca acentuado declínio das temperaturas, principalmente nas madrugadas de sábado (10), domingo (11) e segunda-feira (12)”, finaliza Nazário.

Maio terminou como o segundo mais chuvoso da série histórica do CGE

02/06/17 15:42 - Sexta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, maio de 2017 foi o segundo mais chuvoso da série histórica do Centro que compila dados desde 1995. Foram 144,4mm ou seja 160% acima da média de 55,5mm.

O primeiro maio mais chuvoso foi registrado em 2005 quando foram computados 151,8mm. Já maio de 2016 foi o terceiro mais chuvoso com 121,1mm. Em contrapartida, o mais seco registrado pelo CGE ocorreu em 2000 com 8,6mm.

As chuvas mais significativas em maio deste ano ocorreram principalmente nos dias 19 e 21 quando juntos acumularam 95,8mm, ou seja 66,3% dos 144,4mm acumulados no mês. "Houve grande registro de chuva no 19, foram 55,9mm ou seja, choveu toda a média do mês em 24 horas, classificando esse dia como o 15º mais chuvoso da série histórica do CGE desde 1995. Isso ocorreu devido a uma área de baixa pressão atmosférica que gerou nuvens carregadas e grande acumulado de chuva", explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

"Já no dia 21 a passagem de uma frente fria pelo litoral organizou áreas de instabilidade sob o continente, que provocou chuva forte e duradoura na Capital paulista e Grande São Paulo. Esses eventos de precipitação não são comuns em maio, porém o outono é uma estação de transição, entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco. Essa transição, no entanto, não ocorre de forma imediata e sim gradativa", comenta o meteorologista.

Para o mês de junho essa condição de chuvas diminui ainda mais, a média histórica esperada, segundo o CGE, é de 51mm, com média de temperatura mínima de 13,2ºC e máxima de 22,7ºC.

Julho de 2017


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Junho de 2017


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Maio de 2017


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