Chuvas de ontem e hoje acumulam 50,1mm

22/05/17 11:32 - Segunda-feira

Das 13h de ontem (21) às 07h de hoje (22) choveu 50,1mm em média na cidade de São Paulo, de acordo com dados aferidos pelas estações meteorológicas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo. Esse valor equivale a 90,5% do esperado para todo o mês de maio de acordo com a média histórica do CGE, que compila dados desde 1995.

“Como a média do mês de maio é relativamente baixa, ela pode ser facilmente superada em apenas um evento de chuva, principalmente se for de longa duração como o ocorrido ontem”, explica Michael Pantera, meteorologista do CGE. “Essa época do ano apresenta uma redução significativa nos volumes mensais de precipitação, já que o outono é uma estação de transição entre o verão, quente e chuvoso, e o inverno, frio e seco. Assim, ainda é comum tanto a ocorrência de chuva com maiores acumulados ou temporais como períodos de tempo seco”, completa.

Dos 33 pontos monitorados pelos pluviômetros e estações meteorológicas automáticas do CGE na capital, os que receberam os maiores índices acumulados de chuva entre ontem e hoje foram os de Parelheiros (78,4mm), São Mateus (70,4mm), Vila Mariana (68,9mm), Cidade Tiradentes (60,4mm) e Consolação - CGE (59,0mm). As áreas menos chuvosas foram Cidade Ademar (30,2mm), Penha (34,2mm), Capela do Socorro (34,5mm) e Vila Maria/Guilherme (36,0mm).

Na divisão por regiões, os índices pluviométricos médios entre ontem e hoje foram maiores no Centro (57,4mm), seguido pelas zonas Norte (50,1mm), Sul (49,8mm), Oeste (49,7mm) e Leste (48,9mm).

Maio deste ano acumula, até o momento, 143,3mm, superando em quase três vezes a média histórica para o mês (55,5mm) e tornando-se até agora o segundo mês de maio mais chuvoso em 23 anos, atrás apenas de maio de 2005, que acumulou 151,8mm.

O restante desta segunda-feira (22) transcorre com sol entre muitas nuvens e não há previsão de chuvas significativas. Será observado declínio das temperaturas ao longo do dia em função dos ventos que passam a soprar do quadrante sul. A máxima prevista para hoje é e 23°C e a mínima, que deve ocorrer no período da noite, de 13°C.

Tendência para os próximos dias

O tempo melhora e o sol volta a predominar nos próximos dias, com temperaturas baixas nas madrugadas e em elevação no decorrer do dia.

A terça-feira (23) ainda deve começar com variação de nebulosidade e sensação de frio, mas o sol retorna entre nuvens e favorece a elevação das temperaturas no decorrer do dia. As mínimas oscilam em torno dos 13°C, enquanto as máximas podem superar os 24°C. No final da tarde a nebulosidade volta a aumentar, mas não há previsão de chuvas significativas.

Na quarta-feira (24) o sol predomina apenas com variação de nuvens, o que favorece a elevação das temperaturas no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 14°C e máximas que devem superar os 26°C. No final da tarde a nebulosidade aumenta um pouco com a chegada da brisa marítima, entretanto não há condições de chuva para a Grande São Paulo.

Chuvas acumulam 53,3mm em menos de 24 em São Paulo

19/05/17 17:38 - Sexta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, no período entre 07h e 13h desta sexta-feira (19) foram computados 53,3mm de chuva na Cidade de São Paulo, sendo que a média esperada para o mês é de 55,5mm. O total registrado desde o dia 1º até hoje às 13h já somam 90,6mm, ou seja, já choveu 63% acima da média esperada.

Ainda segundo informações do CGE, este é o terceiro dia em um mês de maio, em que ocorrem chuvas abundantes. Segundo dados da série histórica do Centro, que compila dados desde 1995, o primeiro foi em 24/05/2005 com 76,2mm e o segundo em 24/05/2002 com 55mm.

Conforme dados do CGE, o maio mais chuvoso ocorreu em 2005 com 151,8mm, seguido por 2016 com 121,1mm e o terceiro em 1998 com 106,3mm. Este maio de 2017 é por enquanto o quarto mais chuvoso, com 90,6mm. “A continuidade das chuvas eleva ainda mais o volume de precipitação, o que pode tornar este maio, o terceiro mais chuvoso até o fim do mês", comenta o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário.

Essas chuvas que propagaram do interior desde a madrugada, se propagaram do interior e se formaram devido a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica. "Esse fenômeno meteorológico se caracteriza quando os ventos giram no sentido horário, transportando o ar debaixo para cima, proporcionando a formação de nuvens que provocam precipitação", explica Nazário.

Além das chuvas, a tarde desta sexta-feira (19), foi a mais fria neste mês de maio com 16,9ºC de média na Cidade, sendo que em Jabaquara, Zona Sul, o valor absoluto medido foi de 15,8º. Já a tarde mais fria do ano, permanece a registrada em 28/04/2017 com 16,2ºC, assim como a madrugada mais fria do ano com 13,3ºC no mesmo dia.

No final de semana da Virada Cultural, pouca coisa muda nas condições nas condições meteorológicas. "O final de semana será de tempo instável e chuvoso, com ligeira trégua no sábado (20) e o retorno das chuvas mais generalizadas no domingo (21), por conta da passagem de uma frente fria pelo Estado”, finaliza Nazário.


Duplo recorde de frio em São Paulo

28/04/17 16:35 - Sexta-feira

A madrugada desta sexta-feira (28) foi a mais fria de 2017 até o momento, de acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo (CGE). Os termômetros oscilaram em torno dos 13,3°C em média nas horas mais frias desta madrugada e as menores temperaturas absolutas foram registradas pelas estações meteorológicas automáticas do Jabaquara, na Zona Sudeste, com 12,1°C, e de Parelheiros, na Zona Sul, com 12,4°C. Até então, as menores temperaturas mínimas médias de 2017 haviam sido aferidas no fim da noite de ontem (27), com 14,0°C e na madrugada do dia 21 de março, que teve média de 15,0°C.“Não havia média de temperatura mínima tão baixa desde 20 de novembro de 2016, quando os termômetros registraram 11,4°C”, comenta o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Além disso, também foi aferida nesta tarde a menor temperatura máxima do ano, 16,2°C, quebrando o recorde anterior observado no dia 19/03/2017 quando os termômetros marcaram em média 19,4°C de máxima. Até então o CGE não registrava temperatura máxima tão baixa desde 25 de setembro de 2016, dia em que os termômetros aferiram média de 15,9°C. Ainda falando de máximas, a tarde desta sexta-feira 28/04/2017, foi a segunda mais fria para um mês de abril desde 2004, ano que se iniciaram as medições nos bairros. A mais fria aconteceu há exatos 10 anos, no dia 28/04/2017 quando a máxima chegou a 15°C.

“Essa primeira onda de frio mais forte do outono, com temperaturas em acentuada queda, ocorreu devido uma forte massa de ar de origem polar que se deslocou de forma continental, passando pelo norte da Argentina, e agora com seu centro localizado sobre a área continental do sul do Brasil”, explica o meteorologista.
A marca dos termômetros ontem e hoje justificou o estado de atenção para baixas temperaturas na cidade, em vigor desde às 17h26 de ontem (27). O estado de atenção para baixas temperaturas é decretado pela Defesa Civil com base nos dados meteorológicos do CGE, quando a sensação térmica em São Paulo oscila entre 10°C e 13°C.

Previsão para os próximos dias


O sábado (29) começa com garoa entre a madrugada e o início da manhã. No restante do dia, o céu fica predominantemente nublado, com aberturas de sol, e sensação de frio persiste. Os termômetros oscilam entre 13°C e 20°C.

No domingo (30), o amanhecer será frio e com formação de nevoeiro. No transcorrer da manhã, a nebulosidade se dissipa e o sol passa a predominar, o que vai facilitar a elevação da temperatura. Mínima de 12°C e máxima de 23°C. Os menores percentuais de umidade devem oscilar próximos a 50%.

A segunda-feira (01), Dia do Trabalho, começa com formação de nevoeiro e névoa úmida entre a madrugada e o amanhecer, o que vai restringir a visibilidade nas rodovias e aeroportos da Grande São Paulo. “Até o fim da manhã, o sol e o céu claro passam a predominar, favorecendo a rápida elevação da temperatura”, comenta Garcia. Os termômetros oscilam entre a mínima de 11°C e a máxima de 25°C e não há expectativa de chuva.

Feriado prolongado transcorre com sensação de frio

27/04/17 16:49 - Quinta-feira

De acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o feriado prolongado do Dia do Trabalhador deve transcorrer com muita nebulosidade, pequenas aparições de sol e sensação de frio.

A sexta-feira (28) ainda começa com muita nebulosidade e chuviscos, mas o tempo melhora no decorrer do dia. "Podem ocorrer rápidos períodos de sol, mas a sensação de frio deve persistir na Grande São Paulo, em função da chegada de uma massa de ar polar", explica o meteorologista do CGE, Michael Pantera. Os termômetros variam entre mínimas de 13°C e máximas que não devem superar os 18°C. No final do dia retornam as condições de chuviscos.

No sábado (29) o tempo não muda e persistem as condições de muita nebulosidade e sensação de frio. "Os ventos úmidos que sopram do oceano diminuem ainda mais a sensação térmica além de favorecer a ocorrência de chuviscos, principalmente durante a madrugada e noite", comenta Pantera. O sol pode aparecer rapidamente entre muitas nuvens, mas as temperaturas não sobem muito. As mínimas oscilam em torno dos 12°C, enquanto as máximas não devem superar os 20°C.

Já no domingo (30) o tempo começa a melhorar, apesar dos termômetros não subirem muito, com mínima prevista de 12ºC. O sol ainda aparece entre muitas nuvens e o frio diminui um pouco, especialmente durante a tarde quando a temperatura máxima registrar 21ºC. Não há expectativa de chuvas significativas, apenas chuviscos isolados, principalmente nos trechos de serra durante a noite e madrugada.

No Dia do Trabalhador, pouca coisa muda. A segunda-feira (01) começa com mínima de 13ºC, porém o sol retorna entre muitas nuvens e a máxima alcança os 22ºC. O feriado termina sem previsão de chuvas.

Segundo os modelos numéricos de previsão estendida, durante a semana o tempo melhora gradativamente. “As madrugadas e manhãs ainda serão frias, porém o sol aparece ao longo do dia elevando as temperaturas durante as tardes”, finaliza Pantera.

Tempo muda no feriado prolongado de Tiradentes na Capital paulista

20/04/17 15:09 - Quinta-feira

De acordo com a previsão da equipe de meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o feriado prolongado de Tiradentes deve transcorrer com temperaturas amenas e chuva.

"Uma área de baixa pressão atmosférica que se propaga a partir do Paraguai e Mato Grosso do Sul, associada ao avanço de uma frente fria pelo oceano no sul do Brasil, muda o tempo na sexta-feira (21) na Região Metropolitana de São Paulo e Capital", explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário.

O dia do feriado, sexta-feira (21), ainda começa com sol e temperaturas em elevação. Os termômetros variam entre mínimas de 17°C e máximas em torno dos 25°C, enquanto os menores percentuais de umidade do ar se mantêm acima dos 60%. "As instabilidades ganham força no Centro-Oeste do estado de São Paulo e avançam em direção à Capital paulista, com o reforço da propagação rápida de uma frente fria pelo oceano", comenta Nazário.  São esperadas chuvas com até forte intensidade a partir do início da tarde e que se estendem para o período da noite. Há risco para a formação de alagamentos.

No sábado (22) as instabilidades se afastam do estado paulista, mas ainda deixam muitas nuvens com chuvas fracas e chuviscos, principalmente ao amanhecer. "Os ventos mudam de direção e passam a soprar do quadrante sul trazendo um ar mais frio e úmido. As temperaturas declinam um pouco, mas não chega a fazer frio extremo", explica o técnico em meteorologia. Mínima de 17ºC e máxima em torno dos 23ºC, com índices de umidade do ar entre 50% e 95%.

Pouca coisa muda no domingo (23). O tempo fica mais aberto, com mínima de 16ºC. O sol aparece entre poucas nuvens e a máxima esperada é de 23ºC. O dia termina sem previsão de chuvas. De acordo com os modelos numéricos de previsão, a próxima semana começa com tempo seco, sem chuvas e temperaturas em gradativa elevação até o meio da semana quando uma nova frente fria deve passar por São Paulo.

CGE registra madrugada mais fria do ano

19/04/17 10:51 - Quarta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo (CGE), a madrugada de hoje (19) foi a mais fria do ano até o momento, com temperatura média mínima de 14,3°C na cidade. As menores temperaturas absolutas foram registradas pelas estações meteorológicas automáticas da Capela do Socorro (11,1°C), de Parelheiros (13,3ºC) e do Jabaquara (13,4°C), na Zona Sul, e nas estações de Itaim Paulista, Itaquera e Vila Prudente, na Zona Leste, que registraram 13,7°C. Até então, a noite mais fria na cidade havia ocorrido em 21 de março de 2017, que registrou 15,0°C em média.

A marca dos termômetros justificou o estado de atenção para baixas temperaturas na cidade, em vigor desde às 20h10 de ontem (18). O estado de atenção para baixas temperaturas é decretado quando a sensação térmica em São Paulo é inferior a 13°C.

“Os ventos úmidos e frios que sopram de sudeste aumentaram a sensação de frio. É uma condição comum para a época do ano, especialmente após a passagem de sistemas frontais como a que ocorreu pelo litoral do estado de São Paulo no começo dessa semana”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE.

No decorrer do dia de hoje o sol aparece entre nuvens e diminui um pouco a sensação de frio, mas as temperaturas máximas não devem superar os 24°C. No final da tarde a nebulosidade volta a aumentar e as temperaturas entram em gradativo declínio, porém não há previsão de chuvas significativas para a capital paulista.

Previsão para os próximos dias

O sol volta a predominar próximos dias, que devem apresentar temperaturas baixas nas madrugadas e em elevação no decorrer do dia. As chuvas devem retornar no final da semana, associadas com a passagem de uma frente fria pelo litoral paulista.

Na quinta-feira (20) o sol favorece a gradativa elevação das temperaturas ao longo do dia. Ainda faz frio durante a madrugada, com mínimas oscilando em torno dos 13°C, enquanto as máximas podem chegar aos 27°C nas horas mais quentes do dia. No final da tarde a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, entretanto não há previsão de chuva para a Grande São Paulo.

A sexta-feira (21) ainda começa com sol e temperaturas em elevação. Os termômetros variam entre mínimas de 14°C e máximas podem superar os 26°C. A propagação de uma frente fria pelo oceano aumenta a nebulosidade e favorece o retorno das chuvas na forma de pancadas para a capital paulista entre o final da tarde e a noite.

Feriado de Páscoa transcorrerá sem chuvas fortes

13/04/17 09:54 - Quinta-feira

A cidade de São Paulo deve começar o feriado de Páscoa com céu encoberto, garoas ocasionais e leve sensação de frio e terminá-lo com sol e temperaturas elevadas, de acordo com os meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo. Pode haver chuvas isoladas no final da tarde de domingo (16), mas não há previsão de chuvas fortes generalizadas durante todo o período. “Essas condições são comuns durante o outono. Os chuviscos ocorrem devido aos ventos úmidos vindos do oceano e, no domingo, a junção de brisa marítima e altas temperaturas causa chuvas no final da tarde”, explica o meteorologista do CGE, Michael Pantera.

A Sexta-Feira da Paixão (14) ainda deve começar com muita nebulosidade e chuviscos durante a madrugada. No decorrer do dia o sol aparece entre nuvens e favorece a gradativa elevação das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 16°C, enquanto as máximas podem superar os 25°C. No final do dia a nebulosidade volta a aumentar, entretanto não há previsão de chuvas significativas para a Grande São Paulo.

No Sábado de Aleluia (15) o sol volta a predominar, favorecendo a elevação das temperaturas ao longo do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 16°C e máximas que podem superar os 28°C. No final da tarde a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, porém são poucas as condições de chuva.

Já o Domingo de Páscoa (16) será de sol e temperaturas em rápida elevação. Durante a tarde, há condições para ocorrência de chuvas isoladas. As mínimas ficam por volta dos 17°C e as máximas podem superar 29°C.

Março registra 22% menos chuva que o esperado

03/04/17 10:56 - Segunda-feira

As chuvas de março de 2017 ficaram 22,4% abaixo da média esperada para o mês na capital, de acordo com o aferido pelos pluviômetros do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo. A cidade registrou 137,5mm de chuva em média este mês, ou seja, 77,6% da média histórica de março, que é de 177,2mm. A média histórica é calculada a partir da base de dados do CGE, que compila informações desde 1995.

“Vale observar que o mês de janeiro de 2017 teve o terceiro maior índice pluviométrico de toda a série histórica do CGE e foi o mais chuvoso dos últimos 7 anos, e o verão 2016/17 apresentou chuvas 8% acima do esperado. Assim, mesmo que fevereiro e março tenham ficado abaixo da média, se analisarmos o ano de 2017 até o momento, de certo modo apresenta normalidade”, esclarece Michael Pantera, meteorologista do CGE.

Dos 33 pontos monitorados pelos pluviômetros e estações meteorológicas automáticas do CGE na capital, os que receberam os maiores índices acumulados de chuva foram os de Parelheiros (364,2mm), São Mateus (218,6mm), Capela do Socorro (214,4mm), Penha (192,5mm) e Cidade Tiradentes (177,1mm). As áreas menos chuvosas foram Cidade Ademar (66,2mm), Pinheiros (79,8mm), Pirituba/Jaraguá (87,8mm), Sé-CGE (95,4mm) e Ermelino Matarazzo (96,0mm).

Na divisão por regiões, os índices pluviométricos médios foram maiores na Zona Sul (156,1mm), seguida pelas zonas Leste (147,5mm), Norte (126,3mm), Centro (104,6mm) e Oeste (96,7mm).

Dos 31 dias de março, 24 registraram chuva. De acordo com o CGE, no mês de março ocorrem, em média, 20 dias com chuva. O dia com maior acumulado médio na cidade foi o dia 7, com 30,8mm, seguido pelos dias 5 (24,6mm) e 17 (18,2mm).

Março, segundo dados do CGE, é o quarto mês mais chuvoso do ano em São Paulo de acordo com as médias históricas, ficando atrás apenas dos meses de janeiro, fevereiro e dezembro. Para fins de comparação, os meses de março com maiores índices foram os de 2006 (338,8mm), 1996 (306,2mm) e 2015 (253,9mm). Já os marços menos chuvosos foram os de 2011 (73,4mm), 1997 (76,4mm) e 2008 (101,3mm).

Temperaturas e umidade relativa do ar


As médias das temperaturas máximas e mínimas ficaram ligeiramente abaixo do esperado de acordo com as médias históricas do mês. A primeira quinzena do mês apresentou temperaturas maiores, que diminuíram somente a partir da metade de março, com a chegada primeira frente fria do ano a São Paulo. A média das mínimas ficou em 18,5°C, pouco abaixo da média esperada para o mês (19,1°C), e a média das máximas foi de 27,6°C, também pouco abaixo da média histórica, que é de 28,2°C.

A menor média das mínimas foi registrada no dia 21, com 15°C, e as maiores médias das máximas na cidade ocorreram nos dias 10 e 12, ambos com 32,4°C.

A maior temperatura absoluta foi observada no dia 9, quando a estação do Butantã marcou 36,6°C. Já a menor temperatura absoluta foi registrada em Capela do Socorro, onde foram aferidos 12,4°C no dia 31.

No que tange às taxas de umidade relativa do ar, boa parte do mês apresentou índices dentro do recomendado pela OMS, ou seja, acima dos 60%, e não houve registros de taxas inferiores a 40% em média na cidade.

Tendência para abril e para os próximos dias

Para o mês de abril, a tendência é que tanto as temperaturas quanto as chuvas fiquem dentro da normalidade climática na região de São Paulo, desde que observada a variação normal e esperada entre meses. Espera-se também a diminuição das chuvas a partir deste mês, que já começa apresentar condições mais típicas do outono. “Este mês de abril não será regido por nenhum fenômeno climático como La Niña ou El Niño”, afirma Pantera.

Os próximos dias seguem com sol e temperaturas em elevação. Os modelos de previsão começam a indicar o retorno das chuvas na forma de pancadas para a Região Metropolitana na segunda metade desta semana.

A terça-feira (04) segue com predomínio de sol e temperaturas em elevação. As mínimas oscilam em torno dos 16°C, enquanto as máximas podem superar os 28°C. No final do dia a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, porém não há expectativa de chuva.

Na quarta-feira (05) o sol favorece a elevação das temperaturas no decorrer do dia, com mínimas em torno dos 17°C e máximas que podem superar os 29°C. Entre o final da tarde e o início da noite a chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade, o que pode provocar chuvas rápidas e muito isoladas.

Outono começa dia 20 de março às 07h29 da manhã

20/03/17 00:21 - Segunda-feira

De acordo com a série histórica do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, que compila dados desde 1995, até às 19h do dia 19 de março o verão 2016/2017 havia registrado 718,9mm, com média esperada para a estação de 664,2mm. O mais chuvoso permanece sendo o de 1995/1996 com 922,4mm, enquanto este verão é apenas o sétimo, numa série de 23 anos.

Janeiro foi o terceiro mês que registrou mais chuva, conforme a série histórica do CGE, com 357,7mm acumulados, ultrapassando em 47% a média esperada de 256,5mm. Foram registrados 28 dias com chuva, quatro a mais que a média histórica que é de 24 dias. O maior volume de precipitação em 24h foi computado no dia 16 com 52,1mm. Anterior a esse janeiro, os mais chuvosos foram os de 2010 e 2011 com 464,9mm e 412,5mm, respectivamente.

Após um janeiro chuvoso na Capital paulista, o mês de fevereiro registrou precipitação abaixo da média esperada que é de 219,2mm. Foram 156,2mm acumulados ao longo do mês, o que reflete um desvio negativo de 29%. A Capital registrou 19 dias com chuva, sendo que a média histórica para fevereiro é de 21 dias. O maior volume de precipitação em 24h foi no dia 24, com 38,8mm. Considerando a série histórica do CGE, o maior volume de precipitação ocorreu em 1995 com 415,9mm, justamente quando se iniciaram as medições.

"O outono começa dia 20 de março às 07h29 no hemisfério sul. A estação é marcada pela transição entre calor e chuva observados durante o verão e o inverno, com período frio e seco. O horário é astronômico e reflete o momento exato em que o sol ilumina igualmente os hemisférios norte e sul", explica Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

Durante o outono observa-se a redução gradual das precipitações, bem como das temperaturas. Entretanto, essa transição se dá de forma lenta e gradual. "Áreas de instabilidade provocadas pelo calor e umidade passam a ser mais esporádicas e sistemas como a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) passam a ser mais raros no decorrer do outono", comenta Nazário. As frentes frias, sistemas meteorológicos que mais produzem chuvas nessa época do ano, passam a regular os volumes de precipitação sobre a região. Apenas as frentes frias mais organizadas é que eventualmente provocam chuvas mais significativas.

Uma outra característica que passa a ser mais frequente é a formação de nevoeiros e névoa, que obstruem a visibilidade tanto horizontal como vertical por conta do resfriamento noturno, a medida em que se aproxima do inverno. A amplitude térmica, diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas em um mesmo período, são provocadas por predomínio de sol desde o amanhecer e rápida elevação das temperaturas. Em contrapartida, a perda radiativa a partir do meio da tarde é rápida e as madrugadas passam a ser mais frias ao longo da estação.

As inversões térmicas, que são as camadas de ar quente que se sobrepõem o ar mais frio próximo à superfície, passam a ser mais frequentes com a proximidade do inverno. "Estatisticamente, a partir do mês de maio observa-se que as massas de ar de origem polar começam a atuar com maior intensidade após a passagem de sistemas frontais. As temperaturas têm acentuado declínio, principalmente nos trechos de serra e baixadas", explica o técnico em meteorologia.

Segundo as simulações mais recentes dos modelos climáticos de previsão, a temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial Central encontra-se numa fase de neutralidade climática. Ainda de acordo com as simulações atmosféricas, durante o outono poderá haver a passagem da condição de neutralidade para um evento de El Niño, que é o aquecimento das águas superficiais do Pacífico Equatorial, ao longo do inverno.

"Diante deste cenário, os modelos indicam baixa previsibilidade e a expectativa é que as precipitações se mantenham dentro da média esperada para cada mês. Em relação ao comportamento das temperaturas, há uma tendência de se manterem dentro da média climatológica ou ligeiramente acima para os meses de outono", finaliza Nazário.

Chove cerca de 30% abaixo do esperado em fevereiro

01/03/17 14:11 - Quarta-feira

Segundo os pluviômetros do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo, as chuvas de fevereiro de 2017 ficaram 28,8% abaixo da média esperada para o mês na cidade. A capital registrou 156,2mm de chuva em média este mês, ou seja, 71,2% da média histórica para fevereiro, que é de 219,2mm. A média histórica é calculada a partir da base de dados do CGE, que compila dados desde 1995.

Vale observar que o mês de janeiro de 2017 teve o terceiro maior índice pluviométrico de toda a série histórica do CGE e foi o mais chuvoso dos últimos 7 anos. Assim, mesmo que este fevereiro tenha ficado abaixo da média, o período como um todo apresenta normalidade.

“Entre os dias 7 e 21 não foram registrados índices pluviométricos significativos na cidade devido à presença de uma área de alta pressão, que colaborou para que a média ficasse abaixo do esperado”, afirma Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

Dos 33 pontos monitorados pelos pluviômetros e estações meteorológicas automáticas do CGE na capital, os que receberam os maiores índices acumulados de chuva foram os de Itaquera (249,8mm), São Mateus (230,4mm), Itaim Paulista (208,7mm), Guaianases (203,8mm) e Cidade Tiradentes (201,2mm). As áreas menos chuvosas foram Capela do Socorro (90,7mm), Vila Maria/Guilherme (91,8mm), Cidade Ademar (92,8mmmm), M’Boi Mirim (100,1mm) e Pirituba/Jaraguá (111,0mm).

Na divisão por regiões, os índices pluviométricos médios foram maiores na Zona Leste (192,5mm), seguida pelas zonas Oeste (147,3mm), Centro (145,7mm), Sul (138,0mm) e Norte (132,7mm).

Dos 28 dias de fevereiro, 19 registraram chuva. De acordo com o CGE, a média de dias com chuva para o mês é de 21 dias. O dia com maior acumulado médio na cidade foi o dia 24, com 38,8mm, seguido pelos dias 1 (33,2mm) e 6 (29,6mm).

Fevereiro é, segundo dados do CGE, o segundo mês mais chuvoso do ano em São Paulo. Para fins de comparação, os meses de fevereiro com maiores índices foram os de 1995 (415,9mm), 1999 (339,3mm) e 2000 (286,1mm). Já os fevereiros mais secos foram os de 2005 (116,2mm), 1997 (117,0mm) e 2003 (129,6mm).

Temperaturas

As médias das temperaturas máximas e mínimas ficaram dentro do esperado de acordo com as médias históricas do mês. A média das mínimas ficou em 19,8°C, igual à média esperada para o mês, e a média das máximas foi de 30,8°C, apenas 1°C acima da média histórica, que é de 29,8°C.

A maior média máxima de temperatura deste mês foi aferida no dia 19, com 34,6°C. Essa temperatura foi a maior deste verão e é igual à registrada em 26 de dezembro de 2016.

As maiores temperaturas absolutas foram observadas nos dias 19, quando os termômetros da Freguesia do Ó aferiram 36,7°C, e 20, quando a mesma temperatura foi registrada em Pirituba/Jaraguá. Já a menor temperatura absoluta foi registrada em Capela do Socorro, onde foram medidos 14,4°C no dia 18.

“Devido a uma área de alta pressão que inibiu a formação de nuvens e impediu a passagem de sistemas frontais, o sol predominou e não houve obstáculos para a ascensão das temperaturas durante cerca de 14 dias”, explica Nazário.

Tendência para março e para os próximos dias

Para o mês de março, a tendência é que na região de São Paulo tanto as temperaturas quanto as chuvas fiquem dentro da normalidade climática, desde que observada a variação normal e esperada entre meses. Espera-se também a diminuição das chuvas a partir deste mês, que já começa a marcar a transição para o outono, menos chuvoso.

Os próximos dias seguem com condições típicas de verão na capital, ou seja, sol e calor com pancadas de chuva no final das tardes.

A quinta-feira (02) será marcada por mais um dia de muito calor na capital paulista. Durante a madrugada os termômetros devem registrar mínima em torno dos 21°C, com sensação de tempo abafado. O sol aparece livre e sem obstáculos de nuvens desde o amanhecer, proporcionando mais um dia com temperatura máxima prevista de 32°C. Os índices de umidade do ar oscilam entre 40% e 90%. A combinação de calor com chegada da brisa marítima aumenta a condição para a rápida formação de nuvens convectivas, que provocam temporais localizados. Há risco de rajadas de vento e queda de granizo de forma localizada e sem região específica.

A sexta-feira (03) continua com madrugada quente e abafada na capital paulista. Ao longo do dia haverá predomínio de sol, com temperatura máxima prevista de 32°C e índices de umidade entre 45% e 95%. Os temporais voltam a ocorrer a partir da tarde e se estendem para as primeiras horas da noite, com forte intensidade e potencial para rajadas de vento, queda de granizo e transbordamento de pequenos córregos. O risco para queda de árvores também se mantém elevado.

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