Inverno de 2017 é o mais seco desde 1995

21/09/17 11:41 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo, o inverno de 2017 acumulou apenas 61,6mm de chuva na capital, tornando-se o mais seco registrado desde 1995, ano de início do banco de dados. A média esperada para a estação era de 140,6mm. O inverno mais chuvoso continua sendo o de 2009, que registrou 352,3mm.

Os meses da estação, que termina amanhã (22) às 17h02, transcorreram com chuvas abaixo da média, exceto agosto, que registrou precipitação de 61,1mm e foi o quarto mais chuvoso desde 1995, superando em 124% a média histórica para o mês, que é de 27,2mm. De todos os 93 dias de inverno, apenas 16 registraram chuvas, e algumas delas não foram significativas.

Em relação às temperaturas, a estação foi marcada por calor. De modo geral, os termômetros registraram valores de mínimas e máximas acima da média esperada para o período, com máximas elevadas em relação à média especialmente em junho e setembro. Não houve, portanto, frio intenso e duradouro, apenas alguns dias com temperaturas mais baixas. O dia mais frio do inverno foi registrado em 18 de julho, quando a média da cidade foi de 7,6ºC, e o mais quente em 15 de setembro, com máximas de 33,6°C em média. 

“O diferencial deste inverno foi a persistência de bloqueios atmosféricos, que impediram a aproximação de sistemas frontais e a formação de nuvens que provocam chuvas significativas. Embora sejam considerados normais para a época do ano, seu tempo de permanência foi incomum. Isso gerou dias ensolarados e mais secos”, afirma Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

A falta de chuva e os dias ensolarados desde o amanhecer ocasionaram declínio acentuado dos índices de umidade durante as tardes, inclusive com valores abaixo dos 20%. O dia mais seco do ano ocorreu no mesmo dia que a temperatura mais alta do inverno, em 15 de setembro, quando a média de umidade foi de 17% e a temperatura média máxima atingiu 33,6ºC.

Previsão para a Primavera

A primavera, que começa neste mês, é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia. Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também é normal a ocorrência ondas de frio tardias, apesar de pouco prováveis para este ano.

A estação deve transcorrer em normalidade climática, ou seja, sem a interferência de nenhum fenômeno climático global como El Niño ou La Niña. A previsão dos meteorologistas do CGE para a capital paulista é que as temperaturas fiquem acima da média esperada e as precipitações, em torno ou ligeiramente abaixo da média.

As últimas simulações dos modelos de previsão do tempo continuam indicando o retorno das chuvas a partir dos últimos dias de setembro, localizadas e mal distribuídas.

Na sexta-feira (22), o amanhecer será com sol entre poucas nuvens e temperatura mínima de 17ºC. Não há previsão de chuvas ao longo dia e a temperatura máxima volta a ficar acima dos 30ºC, enquanto os percentuais de umidade do ar variam entre 30% e 80%. Continuam os alertas para o risco de formação de queimadas e incêndios florestais.

O sábado (23) será uma repetição dos dias anteriores. Madrugada quente, com termômetros na casa dos 17ºC, e céu com poucas nuvens ao longo do dia. O predomínio de sol faz a temperatura subir rapidamente, com máxima prevista de 32ºC e as taxas de umidade relativa do ar que se mantêm entre 29% e 80%. Mais uma vez o dia termina sem previsão de chuvas.

Recorde de calor e baixa umidade em São Paulo

15/09/17 17:58 - Sexta-feira

Recorde de calor e baixa umidade em São Paulo
Temperatura e umidade do ar novamente bateram novos recordes para o inverno

A tarde desta sexta-feira (15) foi a mais quente do inverno, com 33,6ºC em média na cidade de São Paulo, de acordo com o aferido pelas estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo. Entretanto, os bairros de Freguesia do Ó, Zona Norte, e, Pinheiros, Zona Oeste, atingiram valores ainda maiores, de 35,5°C e 35.5°C, respectivamente. O inverno começou dia 21 de junho, às 01h24 da manhã, e termina em 22 de setembro, às 17h02.

Anterior a esta, a tarde mais quente do inverno havia sido ontem (14), com temperatura média de 32,9°C. O recorde de tarde mais quente do ano continua sendo o do dia 19 de fevereiro, com média de 34,6ºC na cidade e máxima absoluta registrada na Freguesia do Ó, Zona Norte, com 36,7ºC.

Nesta tarde de hoje também houve, pelo segundo dia consecutivo, recorde de tarde mais seca do ano em São Paulo. A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, decretou estado de alerta para baixa umidade do ar em toda a capital paulista às 12h22. Os higrômetros atingiram 17% em média nesta tarde e os menores índices foram de 13,4%, em Campo Limpo, e 13,8%, no bairro de Cidade Ademar. O recorde anterior era de ontem (14), quando a umidade mínima foi de 22,3% em média na cidade. O índice de 17% de umidade do ar é também o menor do ano em curso.

“Bloqueios atmosféricos são massas de ar seco que ganham força, inibindo a nebulosidade e reduzindo a umidade relativa do ar, principalmente no período da tarde.  Essa condição desvia as frentes frias, que são o principal sistema meteorológico responsável pelas chuvas nessa estação”, explica Nazário.

Previsão do tempo para o fim de semana

A permanência da forte massa de ar quente e seco sobre o interior do Brasil impede a passagem de sistemas frontais e a formação de nuvens carregadas que provocam chuva. A estabilidade atmosférica há várias semanas mantém condições desfavoráveis para a dispersão dos poluentes. As temperaturas elevadas e os baixos índices de umidade do ar favorecem a formação e propagação de queimadas e incêndios florestais. Além de afetar o meio ambiente, o ar seco e poluído afeta também a saúde das pessoas, especialmente de crianças e idosos.

O sábado (16) será mais um dia com predomínio de sol e calor. As temperaturas continuam elevadas e acima da média para o mês de setembro. Mínima de 16°C e máxima em torno dos 31°C. As taxas de umidade relativa do ar permanecem baixas, com os menores valores em torno dos 30% ou ligeiramente abaixo.

O domingo (17) também será ensolarado e quente. Céu com poucas nuvens e termômetros entre mínima de 16ºC e máxima por volta dos 30ºC. Os percentuais de umidade do ar seguem com valores baixos e muito próximos dos 30%.

Tarde de quinta-feira (14) foi a mais quente deste inverno e a mais seca do ano

14/09/17 18:36 - Quinta-feira

Segundo dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta quinta-feira (14) foi a mais quente do inverno com 32,9ºC em média. Entretanto, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul, o valor observado foi de 34,5ºC. O inverno começou dia 21 de junho às 01h24 da manhã e termina em 22 de setembro, às 17h02.

Por outro lado, a tarde mais quente do ano permanece a do dia 19/02 com média na Cidade de 34,6ºC, enquanto no bairro da Freguesia do Ò, Zona Norte, o valor chegou em 36,7ºC.

Anterior a esta tarde, a mais quente do inverno havia ocorrido no dia 30/08/2017 com 32,2ºC e os menores índices de umidade relativa do ar oscilando em torno de 24,3%. "Esta condição de tempo seco e ensolarado com calor para a época do ano é comum entre o final do inverno e o início da primavera, quando há presença de bloqueio atmosférico”, explica o meteorologista do CGE, Michael Pantera.

Com relação a umidade relativa do ar a Defesa Civil Municipal, com base nos dados meteorológicos do CGE, decretou estado de alerta nesta tarde, quando os higrômetros atingiram 22,3% em média na capital paulista. Os menores índices foram 18,1% em São Miguel Paulista e 18,5% no bairro de Jaçanã/Tremembé.

"O tempo seco e estável também dificulta a dispersão de poluentes e favorece a formação de queimadas, o que prejudica a qualidade do ar e requer maiores cuidados com a saúde e hidratação", comenta o meteorologista. Para maiores informações acesse o link https://www.cgesp.org/v3/umidade-relativa-do-ar.jsp.

A forte massa de ar quente e seco que configura o bloqueio atmosférico continua atuando sobre o interior do Brasil, garantindo tempo seco e ensolarado com temperaturas elevadas para a época do ano nos próximos dias. Dessa forma, devem persistir os problemas com a qualidade do ar, baixos índices de umidade e elevado potencial para formação e propagação de queimadas.

As simulações atmosféricas mais recentes indicam a permanência deste cenário pelo menos até o início da primavera, que começa oficialmente às 17h02 do dia 22 de setembro.

Na sexta-feira (15) o tempo segue seco e ensolarado. Os termômetros oscilam entre mínimas de 17°C e máximas que devem superar os 32°C. Novamente alerta-se para índices de umidade abaixo dos 25% nas horas mais quentes.

O sábado (16) segue com predomínio de sol e calor. As temperaturas variam entre mínimas de 16°C e máximas que podem superar os 31°C. A umidade relativa do ar atinge valores abaixo dos 25% e não há previsão de chuva.

Feriado da Independência será seco e quente em São Paulo

06/09/17 11:50 - Quarta-feira

O final de semana prolongado pelo feriado da Independência do Brasil (7) será de calor e baixa umidade do ar em São Paulo, de acordo com previsão dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo. “Uma frente fria de fraca atividade se propaga pelo oceano hoje, mas não deve causar mudanças significativas no tempo. Espera-se apenas um leve aumento de nebulosidade e a gradativa elevação da umidade relativa do ar no final do dia, devido aos ventos que passam a soprar do mar”, afirma Michael Pantera, meteorologista do CGE.

O sistema frontal se afasta do litoral paulista sem causar mudanças no tempo, que segue seco e estável durante todo o fim de semana prolongado. Não há previsão de chuvas para todo o feriado. Dessa forma, devem persistir os problemas com a qualidade do ar, baixos índices de umidade e elevado potencial para formação e propagação de queimadas.

“Uma forte massa de ar seco, que predomina sobre o interior do país, deve continuar influenciando as condições meteorológicas nos próximos dias”, completa Pantera.

A quinta-feira (07), feriado da Independência do Brasil, ainda deve começar com variação de nuvens e formação de neblina nos trechos de serra. No decorrer do dia o sol volta a predominar e favorece a rápida elevação das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 12°C, enquanto as máximas podem superar os 27°C.

Na sexta-feira (08) o tempo segue seco e ensolarado. Os termômetros oscilam entre mínimas de 13°C e máximas que podem superar os 29°C.

Já no sábado (10), espera-se que as temperaturas mínimas fiquem em torno dos 14°C e as máximas sejam próximas a 29°C. O dia será de céu claro.

Domingo (11) começa com mínimas de 15°C e nas horas mais quentes do dia, que deve ser ensolarado, os termômetros atingem a marca dos 30°C.

Capital paulista registra o dia mais seco do ano e do inverno

04/09/17 19:14 - Segunda-feira

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta segunda-feira (04) passou a ser a mais seca do inverno e do ano com 23,8% de umidade relativa do ar na Capital paulista.
Anterior a este dado, o dia mais seco do inverno e do ano, havia ocorrido em 30/08 com 24,3%.

Porém em algumas prefeituras regionais esse valor foi ainda mais baixo, como no Butantã, Zona Oeste, 16,4%, Cidade Ademar, Zona Sul, 18,7%, Campo Limpo, Zona Sul, 17,8% e Vila Prudente, Zona Leste, com 18,8%.

Às 13h20 a Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a Cidade de São Paulo em estado de atenção para baixa umidade relativa do ar. Porém às 16h as prefeituras regionais de Cidade Ademar, Zona Sul -18,7%, Campo Limpo, Zona Sul - 19,6%, Ipiranga, Zona Sul- 20,3%, Butantã, Zona Oeste - 17%, entraram em estado de alerta. E apenas às 18h20 os estados de atenção e alerta foram retirados.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o índice de umidade relativa do ar adequado é de 60%, que classifica estado de observação. Entre 21% e 30% - Estado de atenção; 12% e 20% - Estado de Alerta; Abaixo de 12% - Estado de Emergência.

“O fortalecimento da massa de ar seco sobre boa parte do Sudeste e Centro-Oeste do país foi determinante para mais uma tarde com temperaturas elevadas e baixos índices de umidade relativa do ar.  A Cidade de São Paulo com seus microclimas, respondeu de forma diferente para diversas prefeituras regionais”, explica o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário.

Nos próximos dias, a massa de ar seco continua garantindo tempo estável e sem previsão de chuva ao longo da semana, inclusive no feriado prolongado de Sete de setembro. “Os dias serão ensolarados, quentes e com baixos percentuais de umidade do ar, portanto, alerta-se para o maior risco de incêndios florestais, bem como problemas respiratórios, principalmente em crianças e idosos”, Finaliza Nazário.

Agosto é o quarto mais chuvoso desde 1995

01/09/17 12:12 - Sexta-feira

O mês de agosto acumulou, em média, 61,1mm de chuva em São Paulo, de acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo (CGE). Esse valor é 124% superior à média histórica esperada para o mês, que é de 27,2mm.

Com o acumulado mensal de 61,1mm, esse mês de agosto é o quarto mais chuvoso da série histórica do CGE, que compila dados desde 1995. Os meses de agosto mais chuvosos foram, respectivamente, o de 2000, com 73,8mm, o de 2008, com 73,4mm, e o de 2016, com 68,5mm. Os dois menos chuvosos foram o de 2007, que não registrou chuvas, e o de 2012, com 0,1mm.

Esse mês de agosto registrou índices pluviométricos em 11 dias. O agosto que registrou mais dias com chuva desde 1995, primeiro ano de registro da base de dados do CGE, foi o de 2011, com 15 dias com chuva (volume acumulado médio de 47,6mm), e o que registrou menos dias chuvosos foi o de 2007, em que não houve chuvas.

Vale observar que o mês de julho de 2017 foi o segundo julho mais seco de toda a série histórica do CGE. Assim, mesmo que o índice pluviométrico deste agosto tenha ficado acima da média, o período como um todo apresenta normalidade.  “É considerado normal que um mês tenha chuvas abaixo da média quando outros foram muito chuvosos, pois o total está dentro da variabilidade climática esperada”, afirma Adilson Nazário, técnico em meteorologia do CGE.

O inverno de 2017 segue como o mais seco desde 1995, com 61,6mm acumulados de precipitação até o momento. O mais chuvoso permanece o de 2009, com 352,2mm. A estação começou em 21 de junho, às 01h24, e termina em 22 de setembro, às 17h02.

Temperaturas e umidade

Neste mês de agosto, as temperaturas mínimas ficaram praticamente dentro do esperado de acordo com a média histórica. Foi notável a ocorrência de ondas de frio não duradouras e houve poucos dias com frio, como os dias entre 5 e 7 de agosto. O mês transcorreu sem a regência de nenhum fenômeno climático e não houve recordes de frio. Já as máximas, com 22,6°C em média, ficaram um pouco abaixo do esperado, que era de 24,8°C. Houve também dias com temperaturas altas devido aos fortes bloqueios atmosféricos - massas de ar seco que impediam chuvas e a passagem de frentes frias, comuns para a época. Como exemplo temos o dia 30, quando foi registrada a tarde mais quente do inverno, com 32,2°C em média na cidade.

Os índices de umidade permaneceram, em média, dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) durante quase todo o mês. A Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, colocou a cidade em estado de atenção para baixa umidade do ar em 7 dias do mês de agosto durante curtos períodos de tempo.

Tendência para setembro

A primavera, que começa neste mês, é uma estação de transição entre o inverno, frio e seco, e o verão, quente e úmido. A partir desta estação, será observado no Sudeste um aumento gradativo nas temperaturas e no volume de chuvas, que atinge o ápice nos meses de janeiro e fevereiro (verão). É comum também na primavera o registro de grande amplitude térmica, ou seja, a diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas num mesmo dia.
Usualmente, observa-se altas temperaturas e recordes durante a primavera e também temporais de forte intensidade e localizados, com raios, rajadas de vento e queda de granizo. Também é normal a ocorrência ondas de frio tardias.

Este mês de setembro deve transcorrer em normalidade climática, ou seja, sem a interferência de nenhum fenômeno climático global como El Niño ou La Niña, e ser um pouco mais chuvoso que agosto, já que sua média histórica, de 70,8mm, é superior. As temperaturas já começam a aumentar, com médias mínimas de 15,1°C e máximas de 24,1°C. Espera-se dias mais quentes, com pancadas de chuvas, e também eventuais passagens de frentes frias, que devem trazer chuvas e ondas de frio não duradouras.

Já para os próximos dias, as simulações atmosféricas mais recentes indicam tempo seco e sem previsão de chuvas.

A madrugada de sábado (02) ainda começa com muitas nuvens e formação de névoa úmida, o que pode restringir a visibilidade nas primeiras horas da manhã. No período da manhã a quantidade de nuvens diminui e o sol passa a predominar, favorecendo assim a elevação da temperatura. A máxima chega aos 25ºC, com os menores índices de umidade do ar acima dos 45%. A entrada da brisa marítima no fim da tarde volta a aumentar a nebulosidade, mas sem previsão de chuvas.

O domingo (03) será marcado por poucas nuvens e predomínio de sol desde o amanhecer. Durante a madrugada os termômetros oscilam em torno dos 13ºC, com sensação térmica abaixo desse valor. A presença do sol mais constante faz a temperatura subir rapidamente e a máxima esperada é de 27ºC. Os percentuais de umidade do ar entram em declínio, com os menores valores próximos dos 35%.

São Paulo tem a tarde mais quente do inverno e a mais seca do ano

30/08/17 17:25 - Quarta-feira

Segundo dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde desta quarta-feira (30) é a mais quente do inverno com 32,2ºC em média. Porém no bairro do Butantã, Zona Oeste, o valor observado foi de 36,6ºC. O inverno começou dia 21 de junho às 01h24 da manhã e termina em 22 de setembro, às 17h02.

A Capital paulista não registrava um valor de temperatura máxima acima dos 32ºC desde o dia 12/03/2017 quando a média da temperatura máxima alcançou 32,4ºC.
 
A tarde mais quente do ano permanece a do dia 19/02 com média na Cidade de 34,6ºC, enquanto no bairro da Freguesia do Ò, Zona Norte, o valor chegou em 36,7ºC.

Anterior a esta tarde, a mais quente do inverno havia ocorrido no dia 13/08/2017 com 30,5ºC com índices de umidade relativa do ar oscilando em torno de 31,1%. "Esse quadro de tempo seco e calor é comum no fim do inverno, quando há presença de bloqueio atmosférico, e os dias são mais longos em relação ao início desta estação”, explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Com relação a umidade relativa do ar, na Capital paulista a Defesa Civil, com base nos dados meteorológicos do CGE, decretou estado de atenção em oito dias desde o início do inverno, porém nesta tarde foram registrados os índices mais baixos, classificando como a mais seca da estação e do ano.

Na Cidade foram 30% às 11h34 da manhã, porém os valores continuaram caindo e marcaram 24,3% em média no final da tarde. Os menores índices foram no Butantã, Zona Oeste, 18% e no Jaçanã/Tremembé com 19,1%.

“Esta situação de baixos índices de umidade relativa do ar e calor, registrados nesta tarde, foram potencializados pela condição pré-frontal, que intensificou o fluxo de ventos que sopram do quadrante norte e transportam ar quente e seco do interior para a Grande São Paulo”, comenta o meteorologista.

O inverno de 2017 segue como o mais seco, com 61,6mm de precipitação, o mais chuvoso permanece o de 2009 com 352,2mm.

O calor da uma trégua nos próximos dias, devido a rápida passagem de uma fraca frente fria sobre o oceano que muda a direção dos ventos e consequentemente provoca a incursão de ar frio para o leste paulista.

Desta forma a quinta-feira (31) terá acentuada queda da temperatura máxima, céu nublado a encoberto e potencial para chuviscos ocasionais. Os ventos aumentam a sensação de frio e há potencial para rajadas. Mínima de 15°C e máxima de 20°C. O ar estará mais úmido, com percentuais acima dos 60%, o que juntamente com os ventos vão ajudar a diminuir a concentração dos poluentes.

Na sexta-feira (01), predomínio de céu nublado e pequenas aberturas de sol. Os termômetros variam entre 13°C ao amanhecer e 22°C no meio da tarde. A umidade relativa do ar se mantém acima dos 50% e não há expectativa de chuva significativa.

Porém as temperaturas voltam a se elevar gradativamente no final de semana, que deve apresentar frio durante as noites e madrugada e potencial para formação de névoa e nevoeiro. Entre o meio e fim da manhã o sol aparece e as temperaturas se elevam deixando as tardes com sensação de calor na Capital paulista. No sábado (02) a temperatura mínima esperada é de 12ºC e a máxima de 25ºC. No domingo (03) a mínima será de 12ºC e a máxima com 28ºC.

Agosto já acumula 61,1mm de chuva na Cidade de São Paulo

21/08/17 16:45 - Segunda-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, coletados até às 13h desta segunda-feira (21), o mês de agosto de 2017 já registra 61,1mm de chuva em São Paulo. A média esperada é de 27,2mm, ou seja, 226% do esperado para o mês. O dia mais chuvoso ocorreu no último domingo (20) com acumulado de 23,9mm.

Ainda segundo o CGE, este é quarto agosto mais chuvoso da série histórica, que compila dados desde 1995. O primeiro é o de 2000 com 73,8mm; o segundo foi no ano de 2008 com 73,4mm; e o terceiro em 2016 com 68,5mm.

"Pelo segundo ano consecutivo, após um longo período sem chuvas significativas, agosto registrou chuvas muito acima da média esperada. Esse cenário foi possível após o rompimento do bloqueio atmosférico, que neste ano foi mais duradouro e deixou o inverno mais seco”, explica o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia.

Até o momento, conforme dados do CGE, este é o inverno mais seco, com acumulado de 60,7mm. A estação começou em 21/06 às 01h24 da madrugada e termina em 22/09 às 17h02.  Em 2009 a mesma estação acumulou 352,2mm, sendo o mais chuvoso da série histórica desde 1995.
De acordo com os meteorologistas do CGE, nos próximos dias as chuvas cessam e o frio intenso perde força. Na terça-feira (22) ainda há potencial para chuviscos entre a madrugada e o amanhecer. No restante do dia, predomínio de céu nublado, pequenas aberturas de sol e sensação de frio. Mínima de 10°C e máxima de 19°C.

A quarta-feira (23) começa com céu nublado e temperatura baixa. No decorrer da manhã, a nebulosidade diminui e o sol passa a predominar, elevando as temperaturas. Os termômetros oscilam entre mínima de 11°C e máxima de 23°C.

“No decorrer da semana o tempo melhora. Os paulistanos ainda vão sentir frio durante as madrugadas e início das manhãs, porém o sol retorna e as tardes apresentam gradual elevação da temperatura”, finaliza Garcia.

Capital paulista registra a tarde mais quente do inverno

13/08/17 20:38 - Domingo

De acordo com dados das estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a tarde deste domingo (13) foi a mais quente do inverno com 30,5ºC em média. A estação começou no dia 21 de junho às 01h24 da madrugada. Já a umidade relativa do ar oscilou em torno de 34,3%.

Anterior a este dado, a tarde mais quente havia sido registrada no dia nove de agosto com temperatura média de 29,7ºC. Já tarde mais seca do inverno permanece a do dia dois de agosto com 31,1% de média na Cidade.

"As simulações atmosféricas dos modelos de previsão do tempo continuam indicando a passagem de uma frente fria por São Paulo, associada a áreas de instabilidade, na próxima semana. O tempo fica instável e chuvoso, principalmente entre a quarta-feira (16) e quinta-feira (17), elevando assim o risco para a formação de alagamentos", comenta o técnico em meteorologia do CGE, Adilson Nazário. "As chuvas devem vir acompanhadas de eventuais rajadas de vento. Essa condição enfraquece a atuação do bloqueio atmosférico que deixou o mês de julho seco, com baixos índices de umidade do ar e apenas 0,3mm de chuva na Capital paulista", complementa Nazário.

Na segunda-feira (14), muitas nuvens pela manhã e termômetros na casa dos 15ºC e 27ºC durante a tarde. As taxas de umidade do ar permanecem acima dos 45%. A aproximação do sistema frontal deve causar chuvas, principalmente na porção sul do estado de São Paulo. Na Capital não há previsão de chuvas, apenas aumento de nuvens e ocorrência de rajadas de vento.

Na terça-feira (15), termômetros por volta dos 16ºC durante a madrugada e amanhecer com sol entre muitas nuvens. O sistema frontal continua avançado, mas as primeiras instabilidades devem ser registradas a partir do fim da tarde. Não há previsão de temporais, apenas chuvas fracas e localizadas. Não se descarta a ocorrência de ventos de rajada. A temperatura máxima atinge os 21ºC e os percentuais de umidade do ar variam entre 65% e 90%.

São Paulo tem a tarde mais quente do inverno

09/08/17 18:37 - Quarta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Cidade de São Paulo, a tarde desta quarta-feira (09) foi a mais quente do inverno, com temperatura máxima de 29,7ºC em média, e umidade relativa do ar em 32,4%. Anterior a este dado, a tarde mais quente do inverno havia ocorrido ontem, na terça-feira (08) quando os termômetros marcaram 28ºC de média na Cidade.

“O tempo seco dificulta a dispersão dos poluentes, favorecendo tardes quentes, secas e com baixa umidade relativa do ar, uma característica comum nesta época do ano”, explica o meteorologista do CGE, Michael Pantera.

A tarde mais seca do ano, segundo dados do CGE, ocorreu no dia 18/02 com 29,9% na Cidade, já a mais seca do inverno, ocorreu no dia 02/08 com 31,1% de média.

Com relação as chuvas, após os 13,1mm computados no dia 13/06, os dias três, quatro e cinco de agosto, juntos registraram 4,4mm, sendo que a média esperada para o mês é de 27,2mm.

Um sistema frontal de fraca atividade que se propaga pelo oceano, deve amenizar as temperaturas nos próximos dias na capital paulista. “Os ventos úmidos que passam a soprar do mar causam aumento de nebulosidade e declínio das temperaturas. Não há previsão de chuvas significativas, porém estas condições servem para melhorar a qualidade do ar e elevar os índices de umidade relativa do ar”, comenta Pantera.

Na quinta-feira (10) os ventos úmidos que passam a soprar do oceano causam muita nebulosidade e declínio das temperaturas, mas podem ocorrer períodos de sol no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 13ºC e máximas que não devem superar os 21ºC. Esperam-se apenas chuviscos que devem se concentrar entre o final da tarde e à noite, principalmente nos trechos de serra.

A sexta-feira (11) ainda começa com muita nebulosidade e sensação de frio, mas o sol retorna entre nuvens no decorrer do dia. As temperaturas variam entre mínimas de 11ºC e máximas em torno dos 22ºC. Não há previsão de chuva.

Setembro de 2017


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Agosto de 2017


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Julho de 2017


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